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Data de lançamento
8 Ago. 1998Mandacaru, planta que nasce no sertão, dá o nome a essa história que tem o cangaço como tema, retratando seus costumes e discutindo a questão da terra.
Ambientada nos anos 30, em Jatobá, sertão da Bahia, a trama inicia-se após a morte de Lampião e Maria Bonita. O novo chefe do bando de cangaceiros é Tirana, quem como vingança aos coronéis da região, rouba Juliana, filha de um poderoso latifundiário. O sequestro acontece quando a moça estava no altar, pronta para se casar com o Dr. Edgar, médico da cidade, mesmo sendo apaixonada pelo Tenente Aquiles. Tirana leva a moça a cavalo para a sua aldeia e, inesperadamente, os dois se apaixonam. Juliana entra então na luta pela causa de seus sequestradores.
Enquanto isto, Zebedeu, chefe de outro bando, ambicioso em tomar o poder, ataca Jatobá. O vilão assume o poder na cidade e, acreditando ser um enviado de Dom Sebastião, graça concedida por uma beata, instaura um poder monárquico se intitulando imperador de Jatobá.
No meio da história surge Salustiano e Isadora, um casal falido vindo da capital. Eles são vítimas de Zebedeu e, como todos os demais moradores, ficam presos na cidade. Mas Zebedeu apaixona-se por Isadora e deseja casar-se com ela a todo custo, embora acabe sempre sendo enrolado pela mesma. No meio de vinganças, jogos políticos e mulheres que desejam o amor verdadeiro e a felicidade de poder ser mães, a vida de cangaceiros e coronéis do sertão é apresentada.
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A novela foi ficando tão maluca, mas tão maluca, e eu também, na mesma proporção, doido por ela. Estudava de noite e vinha voando para acompanhar...
A Manchete e suas novelas épicas...
Novela foda, pena que já assisti essa versão que passou na Band e ela sofreu muito com cortes, mas apesar disso e de perder alguns episódios no dia-a-dia também achei demais, é daquelas que moldaram o caráter de uma geração.
Zebedeu interpretado por um dos, senão o maior nome do cinema mundial, Bemvindo Moreira era demais e apesar de ser um vilão cômico não perdia a sua moral em momento algum.
Tirana apesar de sair de cena em alguns momentos da novela não deixava de ser um protagonista foda, nunca me esqueço da cena onde os homens do seu bando o reencontram, por sinal que cena linda, até parecia que os atores ali de fato entendiam do ramo do cabo da enxada e da encama de terra, parecia muito real eles trabalhando ali. E em tempos de politicamente correto uma cena como essa onde os caras o chamaram de cabrocha pra despistar o capitão do mato foi demais, era pra matar qualquer militonto do politicamente correto do coração.
Em partes essa novela também se confundia com um fato histórico aqui da Paraíba, a Guerra de Princesa e Zebedeu poderia ser levemente inspirado no Coronel Zé Pereira e Jatobá em Princesa Isabel. O Clima de claustrofobia e cada tentativa de fuga falha de Jatobá era demais. Vale destacar também o figurino e os cenários altamente caprichados, além de claro o elenco brilhante que contou com uma participação especial do meu chapa carioca de longa data Daniel Araújo interpretando um dos soldados do Coronel Fenelon que já aparecem mais pro final.
Espero um dia poder revela por completa, porque novelas desse tipo foram extintas nesse lixo de TV aberta que temos no Brasil de hoje em dia.
Assisti uns pedaços dela e adorava, minha mãe ria muito e adorava o Zebedeu kkk
Quem se interessar tem ela completo no youtube:
https://www.youtube.com/playlist?list=PLaqOZ47dzl7NHImR3Op5tcZAiLtuXzdZM
Assisti na Band em 2007. Confusa.