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Data de lançamento
7 Maio 1975Duração
No interior de Louisiana, poucos anos antes de explodir a Guerra Civil Americana, um romance vai abalar os rígidos padrões morais de uma família branca. James Mason (Nasce uma Estrela, O Veredito) vive um patriarca que dirige suas fazendas e sua família com mão de ferro. Naturalmente, ele só pode se opor ao romance entre sua bela filha (Susan George) e um negro escravo(Ken Norton). O conflito é inevitável: as paixões se acendem, numa trama que prende a atenção até o final.Filme altamente polêmico proibido em mais de 10 países.
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sei lá, teatralmente e separadamente o filme é bom, tendo em vista a época que foi feito, em que se preocupam mais com atuação e roteiro e menos com efeitos especiais e coerência histórica, e devo dizer, o filme tem muita qualidade, mas ao mesmo tempo tem muita falha, não vou mencionar o clichê de filmes de escravidão sempre terem o personagem velho que só fala groselha, o personagem branco que é um branco que não é como os outros brancos, o escravo preto que só apanha, apanha e aceita toda injustiça calado, o outro escravo preto que acha que é branco por lamber as bolas do patrão com um sorriso no rosto, etc...etc, isso já se tornou de praste, eu diria que o problema do filme talvez seja que ele não vai muito mais longe do que uma picardia de um fazendo escravagista que sofre de ninfomania, e síndrome do E-boy antecipada, tipo, que as pessoas não fazem sentido nesse filme, perdi um filho, nunca mais poderei ser feliz, toma um brinco, puxa, nunca fui triste... e não é assim que uma pessoa funciona.... fora isso, ele até retrata bem as crendices da época, ahhh estou com hemorroidas, sem problemas, abuse de uma escrava 2 vezes ao dia, reze um pai nosso e estará curado, e as coisas funcionavam assim mesmo, gostaria de saber o nome da câmera utilizada, da uma estética muito boa, deixa tudo bem escuro, no fim a perna coxa não teve serventia nenhuma a historia, em suma, foi um bom entretenimento!
ps: se você esperava uma revolução negra em um filme dos anos 70,então você é mais tolo dos personagens dessa historia!
ps2: uma escrava chamada lucrezia borgia, essa foi de fudê!
O cinema americano já mostrava as faces de crueldade contra os povos negros, assim como no Brasil mas MANDINGO: O FRUTO DA VINGANÇA, foi o ápice da crueldade e polêmica pelo menos à epoca que foi rodado. O subestimado e ótimo Richard Fleischer arquitetou com maestria esta triste história com vernizes sexuais, quase pornográfico das relações entre negros e brancos. Além de mostrar o negro como moeda de troca pondo-o como animal a ser abatido. As crueldades e arrogância do americano no sul dos Estados Unidos acerca da escravatura é violentíssima e sem precedentes. Levei tempo para encontrar esta pérola perdida no tempo. No elenco; James Mason mais cruel, arrogante que nunca (os diálogos dele contra os abolicionistas é de arrepiar). Perry King está deveras bonito e atraente, oscilando entre o bom mocismo e o covarde. E Susan George está nojentinha e lasciva como de praxe.
"Mandingo" é um filme perspicaz e penetrante sobre a escravidão americana. Abusa da violência e nudez, mas também faz uma interessante reflexão histórica e precisa do racismo. Deixa o público desconfortável, é bem direto em confrontar a brutalidade da escravidão, e não apenas os males óbvios, mas o efeito moral corrosivo sobre todos os envolvidos, tanto vítima quanto opressor. O filme não mede esforços em explorar as degradações diárias quase inimagináveis que são parte integrante de uma sociedade que trata as pessoas de pele negra como inferiores, como animais sem alma.
Inspirou Tarantino no seu "Django Livre"
Filme é tão problematico que tive que fazer download não se acha a lugar algum para ver não é de menos o filme é super cabeludo e tenebroso, ja no começo da um desgosto em ver o filme.
Esse é daqueles que sempre quis assistir, mas só agora consegui (apesar de ter ele guardado no hd há muito tempo). É um bom filme, com alguns momentos mais violentos contra os escravos. Acredito que derrapa no seu desfecho, mas nada que estrague a conferida.