Data de lançamento
14 Set. 1992Maria Mercedes (Thalia) é pobre menina que é abandonado com seus irmãos e irmãs por sua mãe. Devido à falta de apoio de seu pai sempre bêbado, ela e seus irmãos e irmã são forçados à trabalhar nas ruas da cidade vendendo bilhetes de loteria e flores. Quando morre Santiago, Maria tornou-se o chefe da família, tornando a ira de Malvina queimar mais forte. Segundo a sua vontade, Malvina, seu filho Jorge Luis e sua filha Digna devem viver ali, embora eles não herdará nada. Jorge Luís é um homem triste desde o assassinato de sua noiva, no seu dia de casamento. A jovem Digna (Carmen Amezcua) era uma mulher muito religiosa que tinha medo de quase tudo, especialmente da mãe.
Depois que Maria se muda para o seu novo lar, ela se apaixona pelo filho de Malvina, Jorge Luis del Olmo, que é fraco contra a vontade de sua mãe e sempre faz o que ela quer.
Malvina torna a missão da sua vida perturbar Maria Mercedes.
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A primeira da trilogia das Marias de tão trash se torna boa kkkkk A história não é ruim, mas existem uma série de fatores que te fazem questionar a qualidade dramaturgica da época. Uns cortes completamente fora de contexto como uma cena em que a Mística chega na casa da Malvina toda confiada no seu moletom rosa dirigindo sua motinha e de repente quando ela atravessa o portão simplesmente está usando o único figurino que ela usou a novela inteira: um vestido preto e luvas rosas. Aí ela sai da casa, atravessa o portão e magicamente já está no macacão rosa pronta pra dirigir sua moto. Ou a cena que
o Cordelio tenta matar a Maria Mercedes atirando de espingarda contra ela, ele dispara uns 15 tiros e de repente a arma explode na cara dele deixando seu rosto todo sujo de fuligem
kkkkkkkkkkkkkkkk achei uma cena digna dos Trapalhões. Agora entendo porque essa é a Maria mais esquecida entre as três, essa novela foi quase uma piada. Mas eu não achei ruim, não. Muito pelo contrário, eu gosto de obras trash kkkk
Pontos positivos pra atuação de Thalia que deu o nome e apesar da comicidade da obra, ela entregou o drama que toda boa novela mexicana precisa. Também vale aplaudir a atuação da Laura Zapata que serviu uma vilã que a gente ama odiar.
Eu me apaixonaria perdidamente pelo Santiago...que homem lindo...O coitado era tao sozinho
Definitivamente assistir essas novelas mexicanas dos anos 90 depois de tantos anos me causa sofrimento. Primeiro porque eu achava tão boa e segundo por perceber que cresci fantasiando muita coisa que as novelas tentavam naturalizar para os telespectadores.
Tudo bem que a época era bem diferente mas, onde já se viu achar lindo um cara te puxar pelo braço por estar com ciúmes? kkkkk gente... A Rosário era mais a frente do seu tempo e era tida como vilã. Sem contar a romantização da pobreza que acontece, não só nessa mas em muitas outras novelas. Esse Jorge Luís, que terror pensar que muitas mulheres sonharam com homens assim.
Se tem THALIAeu já nascí amando.
É, de longe, a novela mais fraca da trilogia das Marias.
Vilãs pouco marcantes, história meio entediante, galã capacho pau mandado da mãe e núcleos secundários desinteressantes. O ápice é a Miriam e seu vestido preto de festa que ela usava o TEMPO TODO, até pra ficar casa deitada no sofá. Eu cheguei a contar e só vi ela usando 4 roupas a novela inteira, e 98% do tempo era esse vestido. Completamente ridículo.