Durante a 1ª Guerra Mundial uma espiã alemã (Mata Hari) faz-se passar por bailarina, no intuito de obter documentos das tropas russas. Ela se torna amante de um tenente-coronel, desconhecendo o fato dele possuir os documentos que almeja.
Mata Hari foi uma dançarina de música javanesa que conquistou enorme sucesso na França, no início do século XX, sempre lembrada por sua beleza e pela aura de mistério que a transformaram no arquétipo da espiã sedutora. Foram justamente esses aspectos de sua personalidade que George Fitzmaurice escolheu destacar no filme "Mata Hari (1931)", estrelado pela diva Greta Garbo.
O enredo não é biográfico, embora mencione fatos da vida da personagem; também não se propõe a exaltar seus feitos, apenas utiliza o glamour que a cerca para tornar tudo envolvente. Ambientado durante a Primeira Guerra Mundial, apresenta Mata Hari como uma espiã a serviço da Alemanha (fato jamais comprovado). A narrativa acompanha os eventos de seu último ano de vida, em especial o romance que viveu com um jovem oficial russo (Ramón Novarro), seguido pela prisão e julgamento que selaram seu destino.
A interpretação de Garbo transforma a personagem em uma espécie de deusa etérea, sensual e inatingível para a maioria dos mortais. Do alto desse Olimpo, o que realmente brilha é a personalidade magnética da atriz. Em cada cena, parece que todas as luzes convergem para ela. Vale lembrar que a entonação das falas e o estilo teatral do elenco refletem o padrão de atuação da época, sendo a obra melhor apreciada pela perspectiva e contexto do passado.
Tudo no filme emana luxo: a fotografia impecável, a maquiagem que acentua a beleza e o mistério de Garbo, as peças exuberantes escolhidas para compor seu figurino. Os ricos vestidos, em sua maioria, foram bordados com pedrarias e cristais, transmitindo poder e elegância, reforçando o ar de frieza celestial da protagonista. Coisa de celebridade mesmo!
Filme modorrento, insosso , morno que não dá pra classificar nem como filme de espionagem nem como dramalhão, é um pouco de ambos e nada ao mesmo tempo .Vale por ver Garbo desfilar sua beleza e seus figurinos luxuosos, bem como um cena de dança bem realizada.
Dramalhão romântico contando a história da famosa espiã alemã da 1a Guerra Mundial. Infelizmente, como muitas películas da época, o ritmo é irregular e as atuações são exageradas demais...
Eu diria que vale exclusivamente pela Greta Garbo, que realmente é belíssima e expressiva, e pelos figurinos dela. (Mas devo dizer que como dançarina ela é uma ótima atriz).
Mata Hari foi uma dançarina de música javanesa que conquistou enorme sucesso na França, no início do século XX, sempre lembrada por sua beleza e pela aura de mistério que a transformaram no arquétipo da espiã sedutora. Foram justamente esses aspectos de sua personalidade que George Fitzmaurice escolheu destacar no filme "Mata Hari (1931)", estrelado pela diva Greta Garbo.
O enredo não é biográfico, embora mencione fatos da vida da personagem; também não se propõe a exaltar seus feitos, apenas utiliza o glamour que a cerca para tornar tudo envolvente. Ambientado durante a Primeira Guerra Mundial, apresenta Mata Hari como uma espiã a serviço da Alemanha (fato jamais comprovado). A narrativa acompanha os eventos de seu último ano de vida, em especial o romance que viveu com um jovem oficial russo (Ramón Novarro), seguido pela prisão e julgamento que selaram seu destino.
A interpretação de Garbo transforma a personagem em uma espécie de deusa etérea, sensual e inatingível para a maioria dos mortais. Do alto desse Olimpo, o que realmente brilha é a personalidade magnética da atriz. Em cada cena, parece que todas as luzes convergem para ela. Vale lembrar que a entonação das falas e o estilo teatral do elenco refletem o padrão de atuação da época, sendo a obra melhor apreciada pela perspectiva e contexto do passado.
Tudo no filme emana luxo: a fotografia impecável, a maquiagem que acentua a beleza e o mistério de Garbo, as peças exuberantes escolhidas para compor seu figurino. Os ricos vestidos, em sua maioria, foram bordados com pedrarias e cristais, transmitindo poder e elegância, reforçando o ar de frieza celestial da protagonista.
Coisa de celebridade mesmo!
Filme modorrento, insosso , morno que não dá pra classificar nem como filme de espionagem nem como dramalhão, é um pouco de ambos e nada ao mesmo tempo .Vale por ver Garbo desfilar sua beleza e seus figurinos luxuosos, bem como um cena de dança bem realizada.
Dramalhão romântico contando a história da famosa espiã alemã da 1a Guerra Mundial. Infelizmente, como muitas películas da época, o ritmo é irregular e as atuações são exageradas demais...
Eu diria que vale exclusivamente pela Greta Garbo, que realmente é belíssima e expressiva, e pelos figurinos dela. (Mas devo dizer que como dançarina ela é uma ótima atriz).
Fora isso, o Rosanoff é um tarado surtado, achei meio lamentável a forma como o romance, ainda que tenha me emocionado no final, foi construído.
Greta Garbo hipnótica e bela cena final.