O telefilme que deu origem a um dos seriados mais cultuados dos anos 1980. Num futuro próximo distópico e cyberpunk, megacorporações procuram o monopólio dos meios de comunicação, inventando dispositivos cada vez mais sofisticados para que o espectador não troque de canal. Ao descobrir que um desses dispositivos está provocando combustão espontânea em alguns usuários, o repórter Edison Carter começa a ser perseguido pelos próprios empregadores. Sua memória é roubada e transformada numa versão computadorizada de si mesmo, o "apresentador digital" Max Headroom..
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Produção visionária, traz vários aspectos que vemos hoje na tecnologia, pena que a curta minutagem não faça o espectador se envolver com a trama.
Sci- fi que tornou-se um cult imediato na época do lançamento. Um visionária sobre a tecnologia atual e a doutrinação midiática, política social e ditatorial dos nossos tempos. Merece ser redescoberto pela nova geração.
Dia desses, tive um sonho erótico com um cantor paulistano que admiro bastante e algo na estrutura onírica remeteu-me a este telefilme. Lembro que assisti a alguns breves trechos da série derivada - ainda na infância, na Tv Manchete - e tinha medo do personagem-título, ao mesmo tempo em que era fascinado por ele, pois sempre tive interesse em ser jornalista. Vendo o filme tardiamente, não gostei tanto: o ponto de partida cronenberguiano [a sinopse tem muito a ver com VIDEODROME - A SÍNDROME DO VÍDEO] é secundarizado por uma subtrama 'punk', que antecede alguns motes de ROBOCOP, O POLICIAL DO FUTURO. Possui muitas similaridades também, mas o excesso de personagens retira o impacto das seqüências: acontece muita coisa, mas é tudo muito rápido, não temos tempo sequer de (des)apegar-nos em relação aos personagens. O protagonista irritou-me bastante quando apareceu em QUERIDA, ENCOLHI AS CRIANÇAS (risos), mas o 'hacker' juvenil é um tesão: que bom que ele foi cooptado no decorrer da trama! (hehehehe). A estrutura narrativa cansa um tantinho, mas, ao mesmo tempo, ficamos querendo saber mais: em breve, farei as pazes com o seriado, ôba! (WPC>)
Assisti o filme quando criança e adorei.... Visionário demais no que diz respeito à mídia, marketing e informação... Demais
alguém tem q adicionar a série