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Sinopse
Acompanha cinco duplas diferentes que fazem de tudo para se manter próximos, em tempos de isolamento social. Cinco histórias sobre a importância de uma companhia que te faça sentir bem em meio ao caos.
"Me Sinto Bem com Você" (2021), dirigido por Matheus Souza, mergulha em cinco intricadas histórias de companheirismo em tempos desafiadores.
É como embarcar numa montanha-russa emocional, com cada curva revelando uma nova faceta da vida. A direção sensível e a fotografia cativante envolvem o espectador, enquanto os atores, especialmente aqueles mais conhecidos pelo humor, entregam performances dramáticas notáveis.
Embora alguns possam considerá-lo um pouco bobo, a essência do filme reside nas interações genuínas entre os personagens, cada um representando uma peça única no quebra-cabeça da vida amorosa.
Embora possa parecer um tanto longo, a narrativa mantém um ritmo envolvente, deixando um sabor agridoce de nostalgia após os créditos finais.
"Me Sinto Bem com Você" é uma reflexão honesta sobre amor e conexão, mesmo em meio ao caos.
Assistir esse filme foi como brincar de roleta russa com uma arma completamente carregada. Gatilho atrás de gatilho, acerto atrás de acerto. Indico a todos, vou precisar de terapia pra lidar com o que foi desperto em mim.
Sensível e divertido, gostei muito da direção de arte, montagem e fotografia. Interessante terem colocado dois atores do humor, para um papel mais dramático. Gosto da sensibilidade do diretor que também atua no filme.
Sou apaixonado por este diretor. Admiro a leveza com que ele consegue manter-se autoral, ao mesmo tempo em que reitera convenções do gênero comédia romântica à la John Hughes, ao mesmo tempo em que emula algo à la Woody Allen ou Hong Sang-Soo( dadas as devidas proporções, obviamente). Aqui, ele assume uma de suas maiores referências: Éric Rohmer, cuja maestria é evidenciada num diálogo entre duas irmãs, na estória que, dentre as cinco, talvez tenha sido a que achei mais esparsa. Idem para o relacionamento entre o casal que inicia os seus encontros pela via do sexo casual. Na verdade, um dos problemas do filme é a sua duração estendida, que torna um pouco cansativo o saldo geral. Mas gostei muito do que ocorre entre o casal formado por Thati Lopes e Victor Lamoglia (que pessoas lindas!) e das interações entre o personagem do próprio cineasta e Manu Gavassi (muito competente ao sempre interpretar ela mesma, repleta de tiques que fascinam). O casal lésbico, por sua vez, agrada pela desenvoltura 'pop' e instagrâmica, que funciona quase como um comentário metalingüístico ao filme como um todo, tanto que a canção "Guaxinim" assume as funções de música-tema, nos créditos finais. Um conjunto muito simpático de evoluções relacionais, que ficou um tanto "datado", agora que a pandemia permite algumas reaberturas e voltas às ruas, mas que confirma a fofura dos trabalhos deste realizador, um dos mais interessantes do panorama juvenil hodierno! (WPC>)
"Me Sinto Bem com Você" (2021), dirigido por Matheus Souza, mergulha em cinco intricadas histórias de companheirismo em tempos desafiadores.
É como embarcar numa montanha-russa emocional, com cada curva revelando uma nova faceta da vida. A direção sensível e a fotografia cativante envolvem o espectador, enquanto os atores, especialmente aqueles mais conhecidos pelo humor, entregam performances dramáticas notáveis.
Embora alguns possam considerá-lo um pouco bobo, a essência do filme reside nas interações genuínas entre os personagens, cada um representando uma peça única no quebra-cabeça da vida amorosa.
Embora possa parecer um tanto longo, a narrativa mantém um ritmo envolvente, deixando um sabor agridoce de nostalgia após os créditos finais.
"Me Sinto Bem com Você" é uma reflexão honesta sobre amor e conexão, mesmo em meio ao caos.
Assistir esse filme foi como brincar de roleta russa com uma arma completamente carregada. Gatilho atrás de gatilho, acerto atrás de acerto. Indico a todos, vou precisar de terapia pra lidar com o que foi desperto em mim.
Sensível e divertido, gostei muito da direção de arte, montagem e fotografia. Interessante terem colocado dois atores do humor, para um papel mais dramático. Gosto da sensibilidade do diretor que também atua no filme.
Bestinha, mas tem algumas boas tiradas.
Sou apaixonado por este diretor. Admiro a leveza com que ele consegue manter-se autoral, ao mesmo tempo em que reitera convenções do gênero comédia romântica à la John Hughes, ao mesmo tempo em que emula algo à la Woody Allen ou Hong Sang-Soo( dadas as devidas proporções, obviamente). Aqui, ele assume uma de suas maiores referências: Éric Rohmer, cuja maestria é evidenciada num diálogo entre duas irmãs, na estória que, dentre as cinco, talvez tenha sido a que achei mais esparsa. Idem para o relacionamento entre o casal que inicia os seus encontros pela via do sexo casual. Na verdade, um dos problemas do filme é a sua duração estendida, que torna um pouco cansativo o saldo geral. Mas gostei muito do que ocorre entre o casal formado por Thati Lopes e Victor Lamoglia (que pessoas lindas!) e das interações entre o personagem do próprio cineasta e Manu Gavassi (muito competente ao sempre interpretar ela mesma, repleta de tiques que fascinam). O casal lésbico, por sua vez, agrada pela desenvoltura 'pop' e instagrâmica, que funciona quase como um comentário metalingüístico ao filme como um todo, tanto que a canção "Guaxinim" assume as funções de música-tema, nos créditos finais. Um conjunto muito simpático de evoluções relacionais, que ficou um tanto "datado", agora que a pandemia permite algumas reaberturas e voltas às ruas, mas que confirma a fofura dos trabalhos deste realizador, um dos mais interessantes do panorama juvenil hodierno! (WPC>)