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Sinopse
Um lenhador ambicioso abandona sua jovem amada para que ele possa casar-se com uma rica mulher, mas anos mais tarde se apaixona pela filha do seu antigo amor.
Grande obra do cinema clássico hollywoodiano. Traz impecáveis trabalhos de direção, elenco e roteiro. Concorreu ao Oscar de melhor montagem e levou a estatueta de melhor ator coadjuvante para Walter Brennan. A maior surpresa para mim foi a canção "Aura Le" que não sabia ser a versão original da clássica "Love me tender" eternizada na voz de Elvis Presley.
Drama indicado a 2 estatuetas no Oscar: melhor montagem e vencedor de melhor ator coadjuvante, Walter Brennan (1894-1974). O roteiro de Jane Murfin e Jules Furthman é baseado no romance de 1935 do mesmo título de Edna Ferber (1885-1968). O filme vale mais pela boa atuação dos atores, apesar da estória ser manjada demais, parecendo um novelão mexicano.
Howard Hawks (1896-1977) afirmou que a contribuição de William Wyler (1902-1981) foi de apenas 10 minutos de tempo na tela. No entanto, geralmente acredita-se que Wyler tenha dirigido os últimos 30 minutos do filme. Na verdade, Howard Hawks foi substituído por William Wyler depois que Hawks foi grosseiro com o produtor Samuel Goldwyn (1879-1974). Um terceiro diretor, Richard Rosson (não creditado), se encarregou da sequência do corte de árvores, mostrada em forma de documentário no início do filme.
O jogo que Evvie Glasgow está jogando quando ela conta ao pai sobre seu rompimento é chamado de "diablo". Foi muito popular nos Estados Unidos em torno de 1906 a 1915 - o tempo representado neste momento no longa. Interessante observar a atriz Frances Farmer (1913-1970) interpretando dois papéis (mãe e filha). Ela estava no auge da beleza e, 46 anos depois, Jessica Lange atuou no filme Frances (82), sobre a vida desta mesma atriz, cuja semelhança entre as duas era realmente incrível.
O início do filme é terrível. Ver florestas vindo abaixo em nome do progresso é devastador. A falta de consciência ecológica do ser humano quando se trata de dinheiro é avassaladora. A mesma falta de consciência de um bem sucedido homem de negócios permeia toda a história, quando ela tenta regatar o passado. Edward Arnold interpreta magistralmente um empresário que se acha capaz de possuir tudo. Após desprezar um grande amor do início de carreira, em busca do sucesso financeiro, vê muito tempo depois uma nova oportunidade de reviver aquele amor que deixou para trás na filha da mulher que amava, mas que se casou com o seu melhor amigo. Ao trazê-los para perto de sua família seu filho também se apaixona pela mesma mulher. Um desfecho triste, mas justo para um homem que precisava entender que o seu tempo já havia passado. Um roteiro maravilhoso conduzido por uma dupla de excelentes cineastas.
Este filme ganhador do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante (Walter Brennan, primeiro premiado nessa categoria), apresenta um início impactante com a derrubada de árvores e a total falta de preocupação com o meio ambiente. Na segunda parte temos um triângulo amoroso, o fomento das questões ambientais entre outras situações. Vale a pena conferir.
É uma ótima oportunidade de conferir o talento da Frances Former num papel duplo de mãe e filha. O filme envelheceu bem, apesar de ser de 1936, e traz um questionamento sobre deixarmos o amor escapar por entre os dedos. Um homem que abre mão do amor, por causa do dinheiro e que no futuro acha que terá alguma chance de recuperar, ao lado da filha de sua amada. O filme tem um dos finais mais tocantes que já vi, traduzido no olhar do protagonista.
Grande obra do cinema clássico hollywoodiano. Traz impecáveis trabalhos de direção, elenco e roteiro. Concorreu ao Oscar de melhor montagem e levou a estatueta de melhor ator coadjuvante para Walter Brennan. A maior surpresa para mim foi a canção "Aura Le" que não sabia ser a versão original da clássica "Love me tender" eternizada na voz de Elvis Presley.
Drama indicado a 2 estatuetas no Oscar: melhor montagem e vencedor de melhor ator coadjuvante, Walter Brennan (1894-1974). O roteiro de Jane Murfin e Jules Furthman é baseado no romance de 1935 do mesmo título de Edna Ferber (1885-1968). O filme vale mais pela boa atuação dos atores, apesar da estória ser manjada demais, parecendo um novelão mexicano.
Howard Hawks (1896-1977) afirmou que a contribuição de William Wyler (1902-1981) foi de apenas 10 minutos de tempo na tela. No entanto, geralmente acredita-se que Wyler tenha dirigido os últimos 30 minutos do filme. Na verdade, Howard Hawks foi substituído por William Wyler depois que Hawks foi grosseiro com o produtor Samuel Goldwyn (1879-1974). Um terceiro diretor, Richard Rosson (não creditado), se encarregou da sequência do corte de árvores, mostrada em forma de documentário no início do filme.
O jogo que Evvie Glasgow está jogando quando ela conta ao pai sobre seu rompimento é chamado de "diablo". Foi muito popular nos Estados Unidos em torno de 1906 a 1915 - o tempo representado neste momento no longa. Interessante observar a atriz Frances Farmer (1913-1970) interpretando dois papéis (mãe e filha). Ela estava no auge da beleza e, 46 anos depois, Jessica Lange atuou no filme Frances (82), sobre a vida desta mesma atriz, cuja semelhança entre as duas era realmente incrível.
O início do filme é terrível. Ver florestas vindo abaixo em nome do progresso é devastador. A falta de consciência ecológica do ser humano quando se trata de dinheiro é avassaladora. A mesma falta de consciência de um bem sucedido homem de negócios permeia toda a história, quando ela tenta regatar o passado. Edward Arnold interpreta magistralmente um empresário que se acha capaz de possuir tudo. Após desprezar um grande amor do início de carreira, em busca do sucesso financeiro, vê muito tempo depois uma nova oportunidade de reviver aquele amor que deixou para trás na filha da mulher que amava, mas que se casou com o seu melhor amigo. Ao trazê-los para perto de sua família seu filho também se apaixona pela mesma mulher. Um desfecho triste, mas justo para um homem que precisava entender que o seu tempo já havia passado. Um roteiro maravilhoso conduzido por uma dupla de excelentes cineastas.
Este filme ganhador do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante (Walter Brennan, primeiro premiado nessa categoria), apresenta um início impactante com a derrubada de árvores e a total falta de preocupação com o meio ambiente. Na segunda parte temos um triângulo amoroso, o fomento das questões ambientais entre outras situações. Vale a pena conferir.
É uma ótima oportunidade de conferir o talento da Frances Former num papel duplo de mãe e filha. O filme envelheceu bem, apesar de ser de 1936, e traz um questionamento sobre deixarmos o amor escapar por entre os dedos. Um homem que abre mão do amor, por causa do dinheiro e que no futuro acha que terá alguma chance de recuperar, ao lado da filha de sua amada. O filme tem um dos finais mais tocantes que já vi, traduzido no olhar do protagonista.