Cara, são tantas questões abordadas, tantasss, mas com uma leveza... Filme obrigatório para todas as mulheres! ❤️Achei que seria um filme clichêzão, ainda bem que eu estava errada.
Acho que foi meu primeiro contato com um filme sueco e, meus caros, o que é isso???
Nos primeiros minutos pensei que talvez não fosse gostar da trama por conta da diferença da realidade apresentada, mas rapidamente o longa foi me ganhando com diálogos e cenas de uma profundidade sem fim. Cenas simples com camadas, MUITAS CAMADAS, como a degustação de queijos na feira da França e TANTAS outras que não dá aqui para enumerar.
Tenho dificuldade em passar pano para o tema traição, mas, nesse filme, depois de sermos apresentados logo de cara a um casamento disfuncional (dormiam em quartos separados, a protagonista se privava das próprias vontades e não há uma troca sequer de carinho entre o casal), consegui curtir muito a cena da cozinha com Fabien, ao som ambiente de Moulin Rouge, onde um fala francês e o outro fala sueco e, apesar de não entenderem um ao outro, tudo flui maravilhosamente bem. Fiquei com a esperança de que Magnus sairia do armário no final do filme rs, mas não rolou. Seria melhor se, ao ir para a França, ela já tivesse se separado do marido, mas tá bom. Passarei pano, porque o filme não é nada raso.
O que é o personagem Einar?? Que atuações incríveis são essas?? De arrepiar.
Encerrei o filme apaixonada pelos personagens, pela França e seus sabores, pela cena do abraço de Agneta em frente ao espelho (!!!), pela amizade de Einar e Agneta e com uma vontade louca de viver.
Haja libido! E vamos atrás deles, meus caros! Quando se perde a libido, o tesão pela vida e toda a tensão que a circunda, o que nos resta senão viver uma vida vazia, ordinária e cujo o único sentido e viver de forma automática? Meu Nome é Agneta bebe dessa fonte de autodescoberta tardia, mas sem prazo de validade para se reconhecer como um ser possível (amada, desejada, se desejar etc). Muito bonita a forma que a diretora encontra de narrar essa história aos poucos, sem pressa, mesmo que a fórmula seja a mesma de filmes do gênero como Bridget Jones, por exemplo. Aliás, como a atriz (espetacular!) em certos closes se confundia com a própria Rennée Zellwegger, não? Ainda assim, senti que em uma boa parte do filme, ela perde o protagonismo para o excelente Claes Månsson e o seu excêntrico e o mais lúcido de todos, Einar. Porém, realmente, é um filme inspirador e divertido.
Cara, são tantas questões abordadas, tantasss, mas com uma leveza...
Filme obrigatório para todas as mulheres! ❤️Achei que seria um filme clichêzão, ainda bem que eu estava errada.
Acho que foi meu primeiro contato com um filme sueco e, meus caros, o que é isso???
Nos primeiros minutos pensei que talvez não fosse gostar da trama por conta da diferença da realidade apresentada, mas rapidamente o longa foi me ganhando com diálogos e cenas de uma profundidade sem fim. Cenas simples com camadas, MUITAS CAMADAS, como a degustação de queijos na feira da França e TANTAS outras que não dá aqui para enumerar.
Tenho dificuldade em passar pano para o tema traição, mas, nesse filme, depois de sermos apresentados logo de cara a um casamento disfuncional (dormiam em quartos separados, a protagonista se privava das próprias vontades e não há uma troca sequer de carinho entre o casal), consegui curtir muito a cena da cozinha com Fabien, ao som ambiente de Moulin Rouge, onde um fala francês e o outro fala sueco e, apesar de não entenderem um ao outro, tudo flui maravilhosamente bem. Fiquei com a esperança de que Magnus sairia do armário no final do filme rs, mas não rolou. Seria melhor se, ao ir para a França, ela já tivesse se separado do marido, mas tá bom. Passarei pano, porque o filme não é nada raso.
O que é o personagem Einar?? Que atuações incríveis são essas?? De arrepiar.
Encerrei o filme apaixonada pelos personagens, pela França e seus sabores, pela cena do abraço de Agneta em frente ao espelho (!!!), pela amizade de Einar e Agneta e com uma vontade louca de viver.
Eu ter chorado mais de 2 vezes durante esse filme deve ser algum sinal.
Haja libido! E vamos atrás deles, meus caros! Quando se perde a libido, o tesão pela vida e toda a tensão que a circunda, o que nos resta senão viver uma vida vazia, ordinária e cujo o único sentido e viver de forma automática? Meu Nome é Agneta bebe dessa fonte de autodescoberta tardia, mas sem prazo de validade para se reconhecer como um ser possível (amada, desejada, se desejar etc). Muito bonita a forma que a diretora encontra de narrar essa história aos poucos, sem pressa, mesmo que a fórmula seja a mesma de filmes do gênero como Bridget Jones, por exemplo. Aliás, como a atriz (espetacular!) em certos closes se confundia com a própria Rennée Zellwegger, não?
Ainda assim, senti que em uma boa parte do filme, ela perde o protagonismo para o excelente Claes Månsson e o seu excêntrico e o mais lúcido de todos, Einar. Porém, realmente, é um filme inspirador e divertido.
Que filme bem feito. Fotografia, roteiro afiado, atuações impecáveis. Chorei muito, e ri muito também.