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Data de lançamento
25 Fev. 2020Duração
Bagdá (Grace Orsato) é uma jovem skatista de 16 anos que passa os dias ao lado dos amigos, fazendo manobras na pista local, fumando maconha e jogando baralho. Aos poucos ela se aproxima de Vanessa (Nick Batista), estimulada a participar do grupo. Juntas, elas conhecem outras meninas skatistas e estreitam laços de amizade.
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Caí de paraquedas pelo linktree da Karina, que inclusive performa muito bem no filme.
Também me peguei com essa sensação de difícil engate para posteriormente me sentir cativado pelos personagens.
A trilha sonora é boa. A fotografia é boa também. A mensagem é top mas esperava que fosse antes e tivesse mais desfecho dessa relação entre elas.
Achei bom e interessante.
Eu gosto desses filmes em que a gente vai vendo a vida dos personagens sem qualquer pretensão, o filme vai crescendo, e em algum momento a gente rompe uma membrana e simpatiza pelos personagens.
Gostei muito de não terem sexualizado a Bagdá, sem aberturas para fetichismo em cima da maneira de se portar e aparência da personagem. Porque ao invés disso valorizou muito mais os laços de amizade com vários personagens diferentes.
Quando elas disseram que são da Freguesia do Ó, lembrei de Gilberto Gil, Punk da Periferia, "sou um punk da periferia / sou da Freguesia da Ó". Boa trilha sonora também.
Apesar de aparecer "forçado" em alguns momentos, em muitos outras a sensação é de que o personagem abre o coração e fala toda a verdade e experiência pessoal sobre o que está sendo dito.
Comecei estranhando um bocado, mas terminei amando o filme e seu suco de cotidiano.
Tirando alguns diálogos artificiais, é um bom filme, com uma ótima mensagem.
Que filme delicinha. Trilha sonora daorinha, abordagem de temas interessantes...
Bagdá e mãe, são atrizes muito boas. A atriz que faz a mãe, atua tão naturalmente que parece mãe de verdade das meninas. Gostei.
Bem da horinha, simplão, e autêntico, na selva de pedra que trombo sempre.