Stella acaba de entrar no empolgante mundo da adolescência e descobre que Katja, sua exemplar irmã mais velha, esconde um transtorno alimentar. Aos poucos, a doença vai destruindo a família
O filme explora bem pouco o tema abordado, deixando inverossímil e parecendo que faltou uma pesquisa mais aprofundada sobre o tema, o resultado é uma película chapada, ilustrativa e sem profundidade. Do meio para o final até aumenta um grau de verossimilhança, mas na minha opinião é muito pouco para o universo que poderia ser retratado. O que se salva é a talentosa Rebecka Josephson, que apesar da pouca idade, interpreta brilhantemente, sendo natural e cativante.
começa bem, mas depois que os pais entram na história a qualidade cai muito, muito mesmo. melhora um pouco no fim, mas não chega a recuperar a qualidade do início. é apenas ok, achei um pouco de tempo perdido...
Da Suécia chega um filme sobre a anorexia e os vários problemas daí resultantes. É uma obra simples, porém eficiente e didáctica na abordagem ao tema. Bom filme. Nota:3,5(0-5)
Em uma cultura onde ser magra é sinônimo de beleza, as meninas são ensinadas a odiar seus corpos desde cedo, em casos graves pode resultar no aparecimento de transtornos alimentares. Desta maneira é construída esta trama que é contada a partir da perspectiva da irmã mais nova de uma adolescente que sofre de anorexia.
São duas irmãs completamente diferentes separadas por idade, aparência, e talento. Embora, o contraste poderia facilmente alimentar uma rivalidade exaltada pelo ciúme, as duas irmãs compartilham um forte vínculo distinto que resiste a sua disfuncional família de classe média sueca.
Distúrbios alimentares como anorexia e bulimia raramente são exibidos de uma forma tão realista no Cinema. O filme de Sanna Lenken opta por uma abordagem que felizmente alivia qualquer senso de clichê, e o roteiro oferece um olhar convincente e proficiente sobre o tema, e o público é exposto a todos os efeitos que incidem sobre esta família.
Em sua forma mais resoluta, ilustra o quão semelhante às questões associadas com transtorno dismórfico corporal (distúrbios alimentares e imagem corporal) merecem devida atenção e tratamento junto a especialistas e do envolvimento familiar como víeis para uma possível solução.
O filme explora bem pouco o tema abordado, deixando inverossímil e parecendo que faltou uma pesquisa mais aprofundada sobre o tema, o resultado é uma película chapada, ilustrativa e sem profundidade.
Do meio para o final até aumenta um grau de verossimilhança, mas na minha opinião é muito pouco para o universo que poderia ser retratado.
O que se salva é a talentosa Rebecka Josephson, que apesar da pouca idade, interpreta brilhantemente, sendo natural e cativante.
começa bem, mas depois que os pais entram na história a qualidade cai muito, muito mesmo. melhora um pouco no fim, mas não chega a recuperar a qualidade do início. é apenas ok, achei um pouco de tempo perdido...
Da Suécia chega um filme sobre a anorexia e os vários problemas daí resultantes. É uma obra simples, porém eficiente e didáctica na abordagem ao tema. Bom filme. Nota:3,5(0-5)
Em uma cultura onde ser magra é sinônimo de beleza, as meninas são ensinadas a odiar seus corpos desde cedo, em casos graves pode resultar no aparecimento de transtornos alimentares. Desta maneira é construída esta trama que é contada a partir da perspectiva da irmã mais nova de uma adolescente que sofre de anorexia.
São duas irmãs completamente diferentes separadas por idade, aparência, e talento. Embora, o contraste poderia facilmente alimentar uma rivalidade exaltada pelo ciúme, as duas irmãs compartilham um forte vínculo distinto que resiste a sua disfuncional família de classe média sueca.
Distúrbios alimentares como anorexia e bulimia raramente são exibidos de uma forma tão realista no Cinema. O filme de Sanna Lenken opta por uma abordagem que felizmente alivia qualquer senso de clichê, e o roteiro oferece um olhar convincente e proficiente sobre o tema, e o público é exposto a todos os efeitos que incidem sobre esta família.
Em sua forma mais resoluta, ilustra o quão semelhante às questões associadas com transtorno dismórfico corporal (distúrbios alimentares e imagem corporal) merecem devida atenção e tratamento junto a especialistas e do envolvimento familiar como víeis para uma possível solução.