O título original do filme, que pode ser traduzido como "Minha vida real em Rouen", faz mais sentido do que o título brasileiro, afinal a patinação no gelo praticada pelo protagonista nem tem tanta importância assim na história. A não ser que esse "gelo" do título seja ambíguo.
Esse filme francês se resume a um adolescente filmando sua rotina, sem grandes acontecimentos. Em vários momentos, a sua inconveniência e insistência em registrar tudo são irritantes. As cenas de tensão sexual com alguém "proibido" até tinham potencial, mas ficam por isso mesmo. O filme termina no momento em que parece que, finalmente, ia acontecer algo interessante, que poderia dar alguma movimentação à trama. Enfim, tinha potencial para ser bem melhor.
Eu tô muitooooo revoltado com essa nota desse filme tão alta aqui. NADA nesse filme salva. Eu fui muito animado pra ver, poxa um filme gay sobre um patinador, coisas que eu amo, francês... Vai ser bom, tenho ctz que vai ser bom... E não foi! Foi horrível na verdade. Eu não tenho nada contra filme parado, mas esse filme NADA acontece. Um protagonista insuportável de chato e inconveniente, sem falar nessa decisão ridícula de fazer o filme como se tivesse sido todo gravado por ele com uma camera, pq isso tira toda a naturalidade e leveza das cenas, fica o tempo todo os personagens tendo que se fazer de desconfortáveis por estarem sendo gravados, e isso é uma merda. Sem falar na mãe palerma que não faz nada de útil. Nada de legal acontece com a trama do amigo, que eu achei que ia dar em algo. Nada acontece com a trama do padrasto, que tinha tudo pra ser algo incrível. Nada acontece em hora nenhuma. A única coisa que eu achei que ia acontecer de bom ia ser o final
onde esse merdinha valeria mais a pena em ter se jogado do penhasco mesmo, do que aquela cena de 30 segundos sem pé nem cabeça dele com um macho aleatório...
Um filme que eu não recomendo nem pros meus inimigos
Adentrei a sessão desconfiado e excitado, ao mesmo tempo. Cria que ele seria muito mais explicitamente erotizado, mas o filme constrói a narrativa de maneira mui inteligente, em sua mistura de recursos caros a Frederick Wiseman e Nelson Rodrigues, com um toque homoerótico agudo à la Tennesssee Williams. Por mais aburguesada que seja a família abordada, apaixonamo-nos por ela, interessamo-nos pelo desenvolvimento afetivo do protagonista, mui indeciso em sua sexualidade tolhida por um cotidiano esportivo, a ponto de desembocar uma emulação paraincestuosa retroalimentada por ambos os partícipes. No começo, soa forçado. Do meio para o final, hipnótico. Quando percebemos que é tudo ficcional: uau! Ótimo! (WPC>)
Um filme mediano, fico feliz que não aconteceu nada entre ele e o padrasto.
O título original do filme, que pode ser traduzido como "Minha vida real em Rouen", faz mais sentido do que o título brasileiro, afinal a patinação no gelo praticada pelo protagonista nem tem tanta importância assim na história. A não ser que esse "gelo" do título seja ambíguo.
Esse filme francês se resume a um adolescente filmando sua rotina, sem grandes acontecimentos. Em vários momentos, a sua inconveniência e insistência em registrar tudo são irritantes. As cenas de tensão sexual com alguém "proibido" até tinham potencial, mas ficam por isso mesmo. O filme termina no momento em que parece que, finalmente, ia acontecer algo interessante, que poderia dar alguma movimentação à trama. Enfim, tinha potencial para ser bem melhor.
Eu tô muitooooo revoltado com essa nota desse filme tão alta aqui. NADA nesse filme salva. Eu fui muito animado pra ver, poxa um filme gay sobre um patinador, coisas que eu amo, francês... Vai ser bom, tenho ctz que vai ser bom... E não foi! Foi horrível na verdade. Eu não tenho nada contra filme parado, mas esse filme NADA acontece. Um protagonista insuportável de chato e inconveniente, sem falar nessa decisão ridícula de fazer o filme como se tivesse sido todo gravado por ele com uma camera, pq isso tira toda a naturalidade e leveza das cenas, fica o tempo todo os personagens tendo que se fazer de desconfortáveis por estarem sendo gravados, e isso é uma merda. Sem falar na mãe palerma que não faz nada de útil. Nada de legal acontece com a trama do amigo, que eu achei que ia dar em algo. Nada acontece com a trama do padrasto, que tinha tudo pra ser algo incrível. Nada acontece em hora nenhuma. A única coisa que eu achei que ia acontecer de bom ia ser o final
onde esse merdinha valeria mais a pena em ter se jogado do penhasco mesmo, do que aquela cena de 30 segundos sem pé nem cabeça dele com um macho aleatório...
Um filme que eu não recomendo nem pros meus inimigos
Adentrei a sessão desconfiado e excitado, ao mesmo tempo. Cria que ele seria muito mais explicitamente erotizado, mas o filme constrói a narrativa de maneira mui inteligente, em sua mistura de recursos caros a Frederick Wiseman e Nelson Rodrigues, com um toque homoerótico agudo à la Tennesssee Williams. Por mais aburguesada que seja a família abordada, apaixonamo-nos por ela, interessamo-nos pelo desenvolvimento afetivo do protagonista, mui indeciso em sua sexualidade tolhida por um cotidiano esportivo, a ponto de desembocar uma emulação paraincestuosa retroalimentada por ambos os partícipes. No começo, soa forçado. Do meio para o final, hipnótico. Quando percebemos que é tudo ficcional: uau! Ótimo! (WPC>)
FILMECO caseiro!