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Data de lançamento
9 Out. 2013Duração
Alonso e Nildo seguem em uma estrada. A cada passo o tempo passa, nada acontece e eles não sabem onde chegarão. Eles estão em sua carroça, guiada pelo cavalo Ruminante. Correm contra o tempo, em seus últimos dias de vida. Alonso possui o dom das palavras e Nildo se encanta com um universo de possibilidades. Mas assim como as palavras e as ideias o seduzem, também o cansam. Durante o caminho, eles então começam a refletir sobre a vida, os caminhos que escolheram, seus arrependimentos e sonhos interrompidos. Percebem que a saudade que sentiam do passado de nada adiantou para guiar o futuro.
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Filme confuso,comédia desastrosa,aventura sem rumo.Desperdício de elenco.
-12 de Junho de 2022
Inspirado na peça teatral do diretor.
O filme é barato e só tem 3 atores,sendo que o principal é o Vladimir. Todos estão bem,Moska como Ruminante,hilário.
O filme é bem inusitado e o cenário ser cinza chama ainda mais a atenção para os atores.
Lembra um pouco " Por trás do céu" também do diretor pela alegoria que carregam,pela inocência e simplicidade dos personagens e por se passar no sertão,mas que só viria a ser lançado posteriormente.
Algumas sacadas geniais,mas quando mistura religião desanda. E
como Alonso pode não saber contar mais de 2 e falar tanto de escutar os outros,ser tão inteligente para outras coisas?!
As músicas autorais são de mau gosto e o filme se torna monótono algumas vezes,acredito que poderia ter sido mais curto.
A parte do ser corno ou não ser é a melhor parte.
Citação:
"Se tu tem uma boca é pra comer e se tu tem uma bunda é pra deixar as cagadas para trás."
"O impossível é só mais uma opção para quem está acostumado a sonhar”.
.
Certamente não é o tipo de filme para todos os públicos, e aí pode ser o maior problema dele, embora seja muitíssimo importante para relaxar e refletir sobre a vida e suas singularidades. Eu diria que é uma peça sobre o ser, o existir e o estar presente no tragicômico espetáculo existencial, sujeito às infinitas possibilidades daquilo que muitos chamam de acaso/destino.
Uma obra primorosa, merecedora de muitos elogios, “Minutos Atrás” (Caio Sóh) foge pela tangente quanto ao emprego de velhos – muitas vezes inevitáveis – clichês presentes em alguns longas de comédia dramática feitos no Brasil. Na minha humilde opinião, o excelente trabalho de fotografia proporcionou uma visão mais aprofundada do filme, trazendo a tona uma gama de questionamentos filosóficos que perseguem a humanidade desde muito tempo.
Apesar de todo o belíssimo trabalho poético mesclado com elementos de comédia e drama, o filme falha um pouco no último ato (o mais dramático). Não fosse a verossímil atuação do maravilhoso Vladimir Brichta, o melhor personagem do “teatro existencial”, talvez eu não tivesse gostado tanto da conclusão da obra.
Recomendo demais!
O MELHOR FILME BRASILEIRO QUE JÁ VI. A POESIA E FILOSOFIA DESSA OBRA SÃO DILACERANTES. CHOREI DEMAIS. FILME LITERALMENTE TODO PINTADO À MÃO PRA DEIXAR APENAS OS PERSONAGENS COLORIDOS EM TODOS OS FRAMES, IMAGINEM O TRABALHO DE PINTAR TODA A PAISAGEM DE PRETO E CINZA? VALORIZEM NOSSO RICO CINEMA!
CAIO SÓH É UM GÊNIO!
Mais alguém chegou à conclusão de que o Nildo era apenas a imaginação do Alonso? O amigo morre de fome/sede e logo em seguida Alonso puxa água e um sanduíche, se alimenta e segue seu caminho como se deixasse aquele lado mais sofrido dele pra trás. Muitas possibilidades..
Tem alguns filmes brasileiros que sinceramente não sei o que se passa na cabeça dos produtores. Qual é a possibilidade de um projeto como esse ter boa aceitação do público brasileiro? A história é sobre dois sujeitos perdidos no mundo, maltrapilhos, sem destino e com seus sonhos e dúvidas. Bem, e lá vão eles num cenário árido, no qual são os únicos coloridos em meio à paisagem preta e branca. Tem um terceiro ator, o cantor Paulo Moska que faz a parte musical e às vezes do cavalo (o “melhorzinho” do filme). Mas os diálogos são cansativos, chatos e desinteressantes. Nem o bom trio de atores se salvam nesse aborrecido “teatrão filmado”.