Miranda é a bela e sensual proprietária da pousada à espera de seu marido desaparecido na guerra. Entre seus vários pretendentes, um alto diplomata, um caminhoneiro, o treinador americano e Toni. Miranda se apaixona por Toni e decide se casar com ele. De agora em diante a pousada será chamada de "Miranda."
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Quando se está solteiro e com tempo a gente acaba assistindo estes "filmes"...
Mais uma comédia erótica com padrão de qualidade Tinto Brass.
Miranda mistura drama e comédia com muito erotismo. É um filme de época, se passa nos anos 40, e não tem a mesma quantidade de cenas de sexo e nudez que os filmes mais recentes do diretor (da segunda metade dos anos 90 até esse século). Contudo, tem a pedaçuda Serena Grandi, que é um vulcão de sensualidade !
Filme com roteiro bem raso e direção de Tinto Brass no piloto automático. E pensar que ele dirigiu filmes vanguardistas nos anos 60, como "Quem Trabalha Está Perdido...Até o Fim do Mundo", "Eliminação" e "Nerosubianco". Aqui ele usa a câmera apenas para explorar o fantástico corpo da atriz Serena Grandi e as bundas peludas de vários homens.
É...aproveitei o fim de semana sozinho em casa pra ver todos os softcores possíveis...fiquei um pouco frustrado porque o maluco que gravou Miranda pra mim não colocou a bendita legenda, e eu não achei legendado na internet. Assisti com audio em italiano mesmo, mais pra apreciar as cenas ousadas e fui bem prejudicado por ser um filme com mais falas do que o costumeiro dele.
E ainda assim fez por merecer as minhas 3,5 estrelas e talvez se tivesse aproveitado melhor os dialogos poderia chegar aos 5. Mais uma vez o mestre Tinto acertou na mão na sensualidade e ousadia. E na escolha das interpretes de suas "putanas".