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Data de lançamento
25 Dez. 2017Duração
Após perder a chance de participar dos Jogos Olímpicos, a esquiadora Molly Bloom (Jessica Chastain) decide tirar um ano de folga dos estudos e ir trabalhar como garçonete em Los Angeles. Através de circunstâncias curiosas, ela acaba se tornando milionária e famosa por organizar os mais exclusivos jogos de pôquer da região.
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20.07.26 Esperava bem mais do filme.
O filme é bom e se torna mais interessante ainda por ser baseado numa história real, porém as cenas dos jogos é um pouco confusa para quem não entende bulhufas sobre pôquer... Mas isso não prejudica a qualidade da obra, apenas embaça um pouco a compreensão do que está acontecendo no jogo... O roteiro é muito bom e consegue criar um clima de envolvimento na situação, o enredo se desenvolve bem e a história é surpreendente... O elenco é top de linha e garante atuações muito convincentes... Eu gostei e recomendo, acho uma boa opção pra quem é mais eclético nos gêneros, apenas alerto para a questão do entendimento sobre o jogo mesmo, mas fora isso o filme vale a pena.
Molly Bloom é daquelas personagens que já me ganham no primeiro minuto. A ex-esquiadora profissional começa sua própria história perguntando qual é a pior coisa que pode acontecer a um atleta — e, quando alguém abre com essa discussão, já é difícil não prestar atenção. Molly talvez não tenha levado ouro olímpico, mas levou algo que, para ela, vale o mesmo: a certeza de que nasceu para vencer. O curioso é que, apesar de terminar envolvida em acusações criminais, ela nunca parece realmente criminosa. É mais a empresária da própria sorte — mesmo que, às vezes, precise apostá-la na mesa.
Confesso que não entendo nada de poker — e, ainda assim, Molly’s Game funciona porque não é sobre poker, é sobre Molly. É ela quem carrega o filme, com uma narração em off que mistura a frieza de quem calcula riscos e a ironia de quem sabe que está fazendo história. Derrubada por um acidente e obrigada a recomeçar do zero, ela sai das pistas de gelo para comandar mesas privadas de apostas milionárias, organizadas com precisão e um talento absurdo para lidar com egos inflados.
A narrativa volta ao passado para explicar como ela chegou até ali. E é nesse ponto que o filme toca um terreno que geralmente me incomoda: flashbacks de infância de atleta, cheios de cobranças paternas disfarçadas de lições de superação. Mas aqui eles são pontuais e reveladores, especialmente na relação com o pai (que, além de treinador emocionalmente duro, carregava segredos próprios). São cenas que ajudam a entender a raiz da obstinação de Molly — e também as feridas que ela disfarça tão bem.
O eixo central, no entanto, é a relação entre Molly e o advogado vivido por Idris Elba. É aí que surgem diálogos afiados, embates morais e uma tensão constante sobre o quanto ela está disposta a revelar. O FBI quer nomes para derrubar peixes maiores; Molly se recusa, preservando sua integridade — ou, no mínimo, sua própria versão. Ao contrário de outras biografias, Molly’s Game não se apoia em uma grande cena dramática que cristalize tudo. Não há aqui o equivalente à Tonya diante do espelho. O filme prefere um fluxo constante de energia, sustentado pela inteligência da protagonista e pela química verbal com seu advogado. É um jogo de estratégia — tanto nas cartas quanto na vida.
No fim, o que me conquista é Molly. Inteligente, articulada e resiliente, ela joga para ganhar — e, mesmo quando perde, nunca deixa os outros verem todas as suas cartas. Porque, às vezes, vencer não é levar o pote: é sair da mesa com o próprio nome intacto.
Não sei o que é um full house, um buy-in, um tilt, mas adoro o filme da diva do pôquer.
Molly's Game (2017): Um bom filme biográfico.
Não sabia exatamente nada sobre o filme, e acabei gostando bastante da história, assisti porque estava interessado em assistir algo sobre Poker, ou jogos de cartas.
A história embora longa, é muito interessante, a Jessica Chastain está ótima, e o Idris Elba está bom demais, todo o lance dele sobre como ele não quer pegar o caso, e confrontando a Molly. As cenas dos jogos é interessante, os personagens que estão ali são todos bem babacas.
A Grande Jogada é um bom filme, é um pouco longo, tem personagens muitos bons, e muitos ruins, a história é bem interessante sobre a garota que teve que se levantar depois da queda.