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Data de lançamento
16 Set. 1981Duração
O comportamento tirânico da atriz Joan Crawford (Faye Dunaway) com seus dois filhos adotivos, contrastando fortemente com a imagem de mãe dócil e compreensiva que era passada ao público. Tudo isto é narrado sobre a ótica de Christina Crawford (Diana Scarwid), a filha adotiva da atriz.
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Vamos começar dizendo que esse filme é uma vergonha, ultrajante, e humilhante para a memória da Joan Crawford, que é um dos grandes nomes da era de ouro de Hollywood.
Eu cheguei a ler o livro escrito pela filha, ao qual esse filme se baseia (não sei se foi traduzido para o português) e devo concordar a Bette Davis, quando disse que o livro era um lixo, e Joan merecia ser respeitada, e não ter sua memória vilipendiada pela filha, ainda mais quando sabemos tudo que Joan Crawford sofreu na indústria, principalmente nos bastidores de Mildred Pierce. Tanto o livro como o filme, me parecem uma grande mentira por puro ressentimento, já que Christina ficou de fora do testamento da mãe. Já li uma biografia mais conceituada sobre a Joan Crawford, por é impossível eu dar crédito para essa história.
Agora falando do filme: O recorte que o filme faz, é a partir da adoção de Christina, até a morte do atriz, ou seja, o mesmo recorte do livro. O roteiro não narra de maneira explícita o inferno e humilhações que Joan sofreu em Hollywood, e quando flerta com esse aspecto, sempre dá a entender que a causa do que ela sofria, era simplesmente por ser uma vaca que estava recebendo o que merecia. É um filme altamente difamatório.
Mas uns tempos atrás, eu vi um post no YouTube com o seguinte título: “filmes que não são de terror, mas flertam com o gênero”. Terror eu não consegui enxergar, mas comédia com certeza! Eu sinceramente não sei o aconteceu aqui, pois Mamaezinha querida, é exatamente isso, uma comédia! Involuntária, mas é.
A pobre Faye Dunnuway, é tão caricata e exagerada, que é impossível não cair na gargalhada nas cenas do cabide e da briga entre mãe e filha. Gente, sério, é de morrer de rir! A maquiagem da Faye para personificar a Joan é a cereja do bolo. Sério, parecia um palhaço. 😂😂😂
E não pessoal, a Faye Dunnuway está longe de ser uma péssima atriz, e ela provou ser magnífica em inúmeras oportunidades, mas a combinação de seus exageros com a direção sem freio, deu no que deu.
Anos depois, a própria confessou arrependimento por ter aceitado o papel, que acabou rendendo seu primeiro Framboesa de ouro e prejudicando sua carreira, ao qual nunca conseguiu reverter os efeitos negativos totalmente.
O filme não é o que eu estava esperando, mas darei 3 estrelas e meia, pois esse ele tem o mérito de me fazer rir muito mais que inúmeros filmes de comédia por aí. Na minha opinião, vale a pena o play.
Uma ótima sessão para vocês.
Algo que deve ser verdade mesmo nesse filme é a forma humilhante como Hollywood tratava os atores quando envelheciam, principalmente mulheres.
A mãe narcisista em "Mamãezinha querida", 1981 https://youtu.be/Ri_Yi9yQBdY?si=4K0yoFmc8Tw3bwHU
Sem entrar no mérito da veracidade (ou não) da história, é um filme HORROROSO! Mal escrito e com uma atuação super-exagerada de Dunaway (ridiculamente caracterizada como Crawford), mais do que mereceu os Framboesas De Ouro de pior filme e pior atriz!
10.11.2005