Últimas opiniões enviadas
Olha…….. é por isso que não gosto de revisitar certos programas da minha infância, pois minha memória afetiva corre o risco de ficar terrivelmente afetada, e infelizmente esse foi o caso de Cavaleiros do zodíaco.
Acho que esse é um dos animes mais incoerentes, repetitivos e bregas que assisti. O engraçado é quando somos crianças ou adolescentes não nos atentamos muito nesses detalhes.
O que eu gostava na época, é ainda continua muito bom, é a trilha sonora lindíssima, o design das armaduras, e o pano de fundo mitológico grego, ao qual o anime sabe adaptar muito bem para dentro do seu mundo. Fora isso, o anime é extremamente mal desenvolvido.
A saga de Asgard (filler) apesar de ser legal, os guerreiros deuses serem muito bacanas, e a Hilda lindíssima, deixa esse mal desenvolvimento da história mais evidente ainda, ampliando ainda mais os furos de roteiro e incoerências que esse anime possui. Acho que não preciso dizer quais são esses furos e incoerências, pois qualquer um que deixar o fanatismo de lado, sabe quais são.
Como disse no início, fico triste de perceber que o anime já não me encanta tanto como na infância, e com certeza não deveria ter revisto. Tem coisas que temos que assistir na idade certa, e eu assisti cavaleiros na idade certa! por isso não havia necessidade de revisitar.
Mas espero de coração que ele ainda funcione para você, que adorava o anime quando criança, e que por algum motivo decidiu rever.
Carniça pura! Transformaram sexta feira 13 num panfleto feminista. Todo homem na série é escroto, com exceção do policial que é preto. O resto, é um bando de enganadores, tarados, bobões e por aí vai.
E como é de costume nos dias de hoje, e provavelmente vocês já devem ter reparado, não existe mulheres puramente más em nenhuma mídia do entretenimento, todas são más por conta das circunstâncias da vida ou por conta de homens. Já tem um tempo que venho notando isso.
De resto, nada na série é bem dosado, principalmente no humor, que parece algo involuntário, já que o time é bem ruim, ainda que a tentativa talvez tenha sido uma pegada de humor negro. E foi se a época que Gore me impressionava para eu achar esse aspecto relevante numa produção. Mesmo porque, em alguns momentos da série, parece que estou vendo bonecos de borracha preenchidos com suco vermelho sendo esquartejados, de tão ruim que os efeitos são.
O bom é ver a Linda Cardellini em cena, pois ela é muito boa atriz, e tem carisma de sobra. O resto………..
Últimos recados
imagine uma ideologia tão péssima, tão cagada que mesmo injetando bilhões em centenas de artistas e empresas para propaga-la, nem assim povão não engoliu. https://www.youtube.com/watch?v=FkGcWr5CF4E
Sou sim.
Essa foi a única novela que assisti inteira, e por ter essa memória afetiva, resolvi revisitá-la — mesmo porque, quando criança, eu adorei e me emocionei.
Para minha “não” surpresa, o formato não funciona mais, e essa novela tem um roteiro muito ruim.
O texto é baseado no livro de mesmo nome da Maria José Dupré, que é uma obra de pouco mais de 300 páginas. O livro é adaptado por completo, mas seus segmentos foram espalhados em mais de 180 capítulos. Dito isso, espere muita coisa acrescentada e até algumas distorções da verdadeira intenção da autora em certos momentos, principalmente quando o assunto “comunismo” é posto na mesa. A autora era uma crítica ferrenha do comunismo, e isso fica explícito no livro, mas a novela prefere tratar o tema como algo legal e libertador, colocando a Dona Lola apenas como uma ignorante que não sabe o que fala e desconhece o assunto.
Além desse problema, Éramos Seis tem um caráter bem duvidoso quando se trata de bons valores. Traição, assassinato, gravidez, leviandade, roubo e outras coisas mais são tratados com tanta irresponsabilidade que chega ao ponto de não fazer sentido algum o que estamos vendo na tela. Alguns temas são tratados até como se fossem engraçados, principalmente quando estamos falando de infidelidade.
Quem escreveu o roteiro dessa novela foi o renomado crítico de cinema Rubens Ewald Filho, mas, sinceramente, ele não tinha noção alguma do que estava fazendo. No meu ponto de vista, ele tinha sérias dificuldades de retratar os costumes da época. A novela apenas se passa nos anos 30, 40 e 50, porque o comportamento e as situações que os personagens vivem correspondem totalmente aos anos 90, década em que a novela foi gravada. Nem ele, e muito menos a pessoa que dirigiu se atentou a esse detalhe, e isso prejudicou demais minha imersão. Na verdade, até para os anos 90, esses comportamentos ainda eram questionáveis, e por incrível que pareça correspondem mais com os tempos atuais.
Eu entendo a nostalgia que as pessoas têm com Éramos Seis. A Irene Ravache e outros atores realmente emocionam em determinados pontos, a trilha sonora tem belas canções (principalmente as instrumentais) e o final é bonitinho, apesar de ser piegas, mas o roteiro é pífio! Nem vou comentar os furos, porque eles são muitos — mas muitos mesmo —, e este texto ficaria mais extenso do que já está.
Meu conselho: se você tem boas memórias dessa novela, não aconselho assistir novamente, pois o choque de realidade será grande. Sei que existem outras versões, mas não pretendo assistir.
Se você quer conhecer a história da Dona Lola, leia Éramos Seis e sua continuação. É muito melhor, e você não precisa gastar horas da sua vida com um programa que, na minha opinião, é abaixo do mediano.
PS: os comentários nessa página justificam a nota alta desse programa, já que 95% das pessoas deram sua nota baseando-se em nostalgia, e não porque assistiram novamente a novela. 💁🏼♀️🤡