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Data de lançamento
29 Jan. 1992Duração
Durante as férias de verão Felice (Charlotte Véry) e Charles (Frédéric van den Driessche) mantiveram um romance passageiro, ainda que sério. Uma confusão com os endereços fez com que eles perdessem contato. Cinco anos depois, Felice está morando em Paris, com sua mãe e uma filha, uma lembrança daquele verão. É inverno, o Natal está próximo, e Felice se divide entre o relacionamento com o cabeleireiro Maxence (Michael Voletti) e o intelectual Loic (Hervé Furic). Mas, na verdade, ela não consegue se comprometer com nenhum dos dois, talvez porque a memória de Charles e a idéia do que poderia ter acontecido se não tivessem perdido contato ainda pairem acima de tudo.
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Drama e romance dos bons!! #CinemaFrances ❤❤
Rohmer continuou valorizando o romance,diálogos e os encontros.Sempre há algumas novidades que embeleza o conto e valoriza tal estação.Temos um filme mais lento,propositalmente magistral.
>Assistido em 22 de Junho de 2022
Que mulher tonga e indecisa do c@r@lh*, ainda por cima vivida por uma atriz fraca que tem as mesmas reações a três atores coadjuvantes (até bons) que deveriam causar sensações absolutamente distintas nela.
P.S.: o debate que o longa gerou aqui no Filmow é mais interessante que o filme em si, bastante moroso o tongo na indecisão irresponsável da protagonista sobretudo no segundo ato. E de fato ficou a impressão que se o longa tivesse se encerrado com um desfecho mais verossímil, ou até mesmo mais aberto, teria mantido suas provocações morais de modo mais memorável e menos infantil.
Em Contos de inverno, continuamos presenciando diálogos que nos fazem refletir sobre diferentes amores, que são bem recorrentes na filmografia do Rohmer.
Aqui ele fala das relações conjugais. O quanto vc ama alguém para viverem juntos? Amar alguém e estarem vivendo sobre o mesmo teto, é o suficiente pra vc querer casar com essa pessoa? Pode parecer questionamentos banais, e em algumas situações até são, mas duvido muito que grande parte das pessoas pensem nesses “poréns” de maneira consciente.
O cenário suburbano também é algo que me agrada muito, pois eu tenho uma conexão muito forte com esse tipo de ambiente.
Dito isso, ao meu ver o filme traça toda uma filosofia sobre o assunto, com momentos de debate entre os personagens que são muito interessantes, mas aí chega aquele final, e parece que do nada todo o discurso do filme não passa de superficialidade.
[/spoiler] o encontro dos personagens é tão robótico, e tudo se resolve de maneiras tão instantâneas, parecendo que os personagens não tem mais nada do que se questionar sobre suas relações, e que a vida deles não saiu do lugar durante os cinco anos que correram. Tipo: que se dane! Tanto faz! Kkkkkkk Os diálogos nessas cenas são de dar vergonha alheia.
[spoiler]
Não me entendam mal. Eu não esperava aquelas cenas de melodramas mexicanos, mas também daquele jeito chega a ser cômico.
Infelizmente pra mim não está entre os meus favoritos do diretor. Eu esperava bem mais desse filme pro tanto de elogios que ele possui.
PS: Essa Felicie tem um sério problema de caráter ou é totalmente bipolar. As coisas que ela faz não são de uma pessoa muito bacana né.
ótimo, mas não consigo considerá-lo um clássico que justifique para estar na lista de 1001 filmes para ver antes de morrer.
a crítica, provavelmente, superestima os filmes franceses por serem cheio de diálogos filosóficos, que para mim funcionariam melhor num livro e não na linguagem cinematográfica.