Péssimo filme! Fui assistir apenas porque gosto no Michael Jackson, mas eu já sabia o que esperar. Cinebiografias onde familiares estão envolvidos aparando as arestas, nunca resulta em algo bom.
E mais; esse filme é da mesma produtora do péssimo Bohemian Rhapsody, e tudo que aquele filme tem de ruim, você encontrará aqui. Depois daquela porcaria de filme, cinebiografias tem pipocado aos montes, e são um pior que o outro. Figuras icônicas como Amy Winehouse, Maria Callas, Whitney Houston e Elvis, ganharam filmes medíocres que não são merecedores deles, e Michael repete o feito.
Janis Joplin e outros estão vindo por aí, e minhas expectativas são zero. Vocês imaginam um filme da Janis Joplin, uma figura cheia de polêmicas, sendo retrata num filme aos moldes Bohemian Rhapsody? Pois é, mas provavelmente é o que vai acontecer.
Aqueles fãs mais idiotas e ensandecidos vão gostar, e assim como no filme do Freddie Mercury, eles vão se emocionar com as músicas que funcionam como uma venda nos olhos, para a maioria não reparar no lixo que esse filme é.
E como que tiveram coragem de dar o Oscar de melhor ator para o Rami Malek, com aquela dentadura parecendo um coelho? 😂😂😂😂 Um dos maiores equívocos da história do Oscar.
O filme é uma bosta, entediante, mal filmado, mal atuado, não se aprofunda em nada, pois quer cobrir a vida do cara inteirinha, e acaba parecendo uma coleção de recortes de jornal.
Entusiastas da banda e emocionados vão adorar, pois o filme faz exatamente isso; apela para emoção, pra esconder toda merda no ralo.
Casamento sangrento A viúva, é bem divertido, e o fato de começar exatamente do ponto onde o primeiro parou (apesar de estar na cara que essa continuação com certeza não estava nos planos, visto que demorou quase 7 anos para sair) é bem sacado, pois o roteiro não precisa perder tempo em explicar o que a personagem fez nesse meio tempo, e nos joga diretamente dentro da ação.
E por incrível que pareça, o corte abrupto das cenas de ação desenfreada, é o maior ponto fraco de tudo. O filme pega uma tração muito bacana numa cena que eu acho maravilhosa, embalada por Total eclipse of the heart da Bonnie Tyler, e a partir desse ponto o roteiro cresce bastante, e a personagem da Samara também (pelo menos deram a entender isso). Mas essa crescente é cortada de maneira abrupta, para dar um desfecho totalmente morno para personagens, o que me brochou bastante. Achei tão desnecessário tudo que veio depois, pois Casamento sangrento perdeu a oportunidade de ser um grande filme de ação com muito bom humor, e se contentou em ser apenas um terrir bestinha. Faltou coragem de se entregar pro quebra pau literalmente, e mandar tudo pros ares.
É divertido, mas poderia ter sido muito mais. Uma ótima sessão para vocês.
Para quem gosta do estilo, deve ser um prato cheio. No meu caso, eu achei uma grande porcaria e bem tedioso.
De todos os filmes do Bigas Luna, acho esse o pior, e o mais diferente da sua filmografia. Talvez esse filme foi sua tentativa de ingressar no mercado internacional, o que provavelmente não deu certo, já que o filme é ruim, e sufoca o cinema criativo do diretor, para se adaptar ao mercado americano.
O filme usa o artifício da metalinguagem, e a ideia de duas histórias correndo ao mesmo tempo é criativa, e até certo ponto surpreende, mas o roteiro é repetitivo pois em ambas as histórias estamos vendo a mesma coisa (eis á metalinguagem usada no filme). Como se não bastasse, é difícil você se concentrar num filme com atuações tão bosta como a desse filme.
Não recomendo, mas como você não dar atenção a minha opinião, assista do mesmo jeito e seja feliz.
Jamon Jamon, é aquele tipo de filme que se você tiver o cérebro de uma ostra, você enxergará a linha narrativa do filme de uma forma direta, e achará tudo um grande clichê.
Mas a sacada do filme está exatamente nesse ponto; pegar os clichês, e desnudar o interior do ser humano através deles. E não é desnudar de maneira simplista, e sim da forma mais cruel possível, e de preferência em seu estado primitivo mais latente, com altos doses de erotismo, mas aqui de uma forma bem animalesca, que por vezes causa certa repulsa.
Resumindo: o diretor não está preocupado com clichês, mas o quanto aqueles personagens podem ser sórdidos, estranhos e imorais, e essa intenção fica bem clara quando os créditos finais sobem, e o nome dos personagens que os atores interpretam ganham títulos bem de acordo com a personalidade deles, e que sinceramente me arrancou boas risadas.
Muita coisa pode não fazer sentido para pessoas que não conhecem a cultura espanhola, pois o filme possui características bem regionais, mas ainda assim o filme é bem entendível e te proporcionará um bom entretenimento. Fora o humor do cinema espanhol que me agrada bastante.
Bigas Luna não é dos melhores diretores que já pisaram na face da terra, mas ainda assim ele sempre foi extremamente competente dentro do seu cinema particular, e muito melhor que muita bosta superestimada por aí.
Roman Polanski em mais um de seus filmes polêmicos, que apesar de eu gostar bastante, me parece uma plataforma para justificar seus atos libidinosos de pedofilia. É praticamente ele dizendo “viu como todo ser humano é pervertido e mal, e não apenas eu?”
Essa minha impressão ficou ainda mais forte, quando o personagem do Peter Coyote faz uma comentário sobre a Mimi e sua inocência infantil, que beira as fantasias de um pedófilo. Me lembrou até certas passagens do livro Lolita, que são proferidas pelo Humbert. Alguns podem dizer que Polanski fez a uma crítica a si mesmo, mas duvido muito.
Mas polêmicas a parte, Lua de fel é um filme erótico bem potente. Eu não diria que ele explora a dinâmica de casais propriamente dito como algumas pessoas estão dizendo nos comentários, e sim sobre relações que chegam ao seu limite, precisam acabar urgentemente, mas seja por sadismo, medo ou comodismo, as pessoa continuam no mesmo lugar.
Isso é tão visível, que os dois casais apresentados estão na mesma situação, só que um deles já extrapolou o ponto do aceitável, e o outro está encaminhando para isso. E é interessante notar que a escolha das vítimas (Nigel e Fiona) pelo dois personagens centrais, não é aleatório, e sim porque eles identificam a mesma situação que vivem nesses dois desventurados. E por falar em casais; todos os quatro atores estão lindos e sensuais, e não digo apenas fisicamente, mas também nas suas atuações.
É uma história pesada, que só vai piorando, mas é contado com bastante senso de humor, e você acaba dando risada em alguns momentos, principalmente na segunda metade do filme.
Eu simplesmente acho o filme genial, e o Roman Polanski consegue trabalhar com esse tipo de assunto como poucos conseguem fazer. Eu super recomendo.
Toda vez que assisto Cinema Paradiso, ele me deixa num transe total, fazendo com que seja impossível eu me dispersar. E como sempre, eu me emociono com inúmeras cenas, pois é impossível não se emocionar com um filme tão belo, e com a trilha sonora intrusiva do Ennio Morricone, que na minha opinião é seu melhor trabalho como compositor.
Cinema Paradiso é um filme muito especial, e de uma beleza raríssima. Um momento único do cinema que jamais se repetirá, e com certeza é um filme obrigatório. É um dos meus favoritos, e ainda verei muitas vezes se eu tiver sorte de viver para isso. Não morra sem ver essa obra.
Péssimo filme! Um dos piores do diretor. Depois de uma sequência de filmes bons como Mulheres a beira de um ataque de nervos, A lei do desejo e Atame, esse filme representa um grande retrocesso na carreira dele, que felizmente durou pouco.
Mas eu comparo Kika aos primeiros filmes do diretor, onde ele ainda não tinha noção do que estava fazendo. Sabemos que o mundo de Almodóvar sobrevive de exageros, polêmicas, humor e cores vibrantes, mas Kika é o resultado de quando essas características saem do controle e perdem a mão, igual um efeito dominó onde um peça vai derrubando todo o resto, e logo o telespectador não se interessa por mais nada que está acontecendo.
Pobre Veronika Forqué! Quando finalmente conseguiu protagonizar um filme do Almodóvar, lhe sobrou justamente uma das bombas dele.
Ele ainda repetiria uma vez mais essa falha na carreira (quando digo falha, me refiro a algo extremamente grosseiro, pois ele tem outros filmes fracos) com Os amantes passageiros. Parece que de quando em quando, o cérebro dele surta, e o faz cometer essas cagadas. Kkkkkkkkkk
Se você faz questão de assistir todos os filmes do Almodóvar, vá em frente, mas se não, pode pular tranquilamente que não estará perdendo nada.
Esse é outro filme do Almodóvar que eu adoro. Para mim é um dos melhores, e mais uma vez ele aborda um assunto polêmico (síndrome de Estocolmo) sem pintar seus personagens de esteriótipos ou classificá-los de alguma coisa, pois a intenção, assim como em Fale com ela, é deixar o julgamento moral para o telespectador.
Muitos não gostam do final, mas finais pessimistas que retratam a realidade (e não se engane pelo tom alegre do desfecho) raramente agradam um grande público. O tom alegre durante o filme, é porque Almodóvar sempre flertou com o humor negro, e seu estilo em trabalhar com essa vertente do humor me agrada bastante.
Os atores estão maravilhosos, e ainda Victoria Abril não seja nenhuma Carmen Maura, ela combina extremamente bem com o papel. E como cereja do bolo, temos a linda trilha sonora composta por Ennio Morricone. Não é tão marcante como o que ele fez em Cinema Paradiso ou Era uma vez no oeste, mas cumpre seu papel de forma bela.
Existem diretores que no seu primeiro filme, ja se mostram grandes talentos, o que não é o caso do Almodóvar. Na verdade, se eu fosse daquela época, e tivesse que prever o futuro do diretor por esse filme, eu diria que ele não tinha talento para coisa. Apesar de seu primeiro filme possuir elementos que o acompanhariam durante sua carreira, Pepi, Luci, Bom é uma zona, de uma pessoa que não sabia o que estava fazendo, e tirou um roteiro da bunda e decidiu filmar.
Esse filme é ruim com força. Essa nota 3.5 é puro surto dos fãs do diretor. Eu adoro Almodóvar, e alguns de seus filmes são favoritos, mas não eu não preciso gostar de tudo.
Graças ao bom pai, me parece que Almodóvar é uma pessoa que aprendeu com seus erros e revisou sua carreira, insistiu, e encontrou o ponto certo. Vale pela curiosidade de ver o primeiro trabalho do Almodóvar, mas o filme é uma bosta, e só não é completamente esquecido por conta do grande nome que o diretor se tornou.
Fale com ela é mais um dos filmes do Almodóvar, com assuntos polêmicos, e a depender de quem está assistindo, pensará que mais uma vez o diretor está romantizando certos temas, quando na verdade não está.
Almodóvar é um diretor que nunca te dirá de forma escrachada, o que é certo ou errado, e nem colocará uma placa de vilão ou herói nos seus personagens. Ele simplesmente te joga determinados assuntos no colo, e pede que você tire a conclusão do que quiser de determinada situação.
Ele gosta de retratar as coisas como elas são, como na vida real as coisas realmente se desenrolam. E se você parar e refletir sobre Fale com ela, a conclusão que você tirará disso, é que na vida real os fatos são exatamente assim. As pessoas estão tão acostumadas com o sentimentalismo barato da internet, e com todo mundo pregando virtudes em redes sociais, que muitos podem pegar um filme como esse, e achar que o diretor realmente acha certo tudo que ele mostrou aqui. As pessoas estão cada vez mais esquecidas de como é a vida real.
Almodóvar já tinha feito a mesma coisa em filmes como Ata-me e A pele que habito, e vi pessoas tendo as mesmas reações nesse filme, ou seja, achando que o diretor está romantizando o assunto. Fale com ela, assim como outros filmes do diretor, não devem ser consumidos ao pé da letra, mas sim de maneira reflexiva e crítica, e é uma pena que o cinema como esse filme propõe esteja morrendo, dando lugar a conteúdos cada vez mais expositivos que não agregam nada, e que fazem o público apenas mastigar de forma inconsciente.
É um grande filme, com todas as características que fizeram a marca do diretor ser conhecida e apreciada, com atuações impecáveis. Com certeza é um dos meus favoritos, só perdendo para Mulheres a beira de um ataque de nervos e Tudo sobre minha mãe.
Valor sentimental é realmente um filme que vale assistir várias e várias vezes, pois ele cresce, seu tema é universal, e nunca perde o prazo de validade.
O tema por si só já é algo a se pensar, pois ele diz muita coisa. Quando começamos a pensar nesse filme, mais esse título ganha significado. E você não precisa ter passado pelo que a protagonista passou para se conectar, pois apesar de o filme trabalhar determinado tema em específico, ele te convida a refletir qual o valor que você está dando aos seus sentimentos e ao dos outros. Porque sim! Nós também temos responsabilidades pelos sentimos do próximo. Você não é responsável pela vida alheia, mas é responsável pelo que semeia na vida dos outros.
Falando sobre os aspectos cinematográficos: as atuações são lindas, e o filme tem um elenco de fazer inveja. Ninguém, absolutamente ninguém está comprometendo o filme, mas o elevam demais com suas sutilezas. E é lindo quando um ator passa tudo que ele quer passar, sem apelar para a exacerbação.
A fotografia não é o ponto forte, e nisso eu acho que o filme deixa a desejar, mas todos os outros aspectos, principalmente a direção sútil que acompanha os atores, são mais do que suficiente para eu dar nota máxima para esse filme, que vocês podem ter certeza; é um futuro clássico, e que com certeza ficará para posteridade. Assistam esse filme com carinho.
Tem filmes que se alojam de maneira muito forte no imaginário das pessoas, e isso deveria bastar.
Mesmo que esse filme seja bom (coisa que duvido muito) ele não precisava acontecer, pois nunca terá o impacto do primeiro, e jamais despertará as mesmas emoções. Mas se essa continuação tivesse saído logo após o primeiro, seria mais aceitável do que uma continuação depois de longos anos, o que denota uma enorme forçação de barra.
Antigamente ainda existia certo respeito da parte de Hollywood em preservar o nome de grandes filmes, mas ultimamente eles perderam totalmente a vergonha na cara, que não duvido nada se nos depararmos com continuações ou remakes de Casablanca ou Apocalipse Now nos próximos anos.
Mas cinema é uma indústria, não existe filme que não vise lucro, e provavelmente se eu trabalhasse nesse meio meu pensamento seria outro.
Continua excelente, e até subiu no meu conceito. Grande filme do Sam Mendes baseado na HQ de mesmo nome.
Tudo impecável, desde direção ate trilha sonora, e com um elenco excepcional, com Paul Newman abrilhantando a tela em uma de suas últimas atuações de destaque.
Com certeza verei mais vezes. Uma ótima sessão para vocês.
Eu gosto de avaliar os filmes que eu assisto, encaixando cada um deles dentro do seu respectivo gênero/subgênero, e dentro desse contexto eu considero The perfect Storm um filme 4 estrelas.
Tem um bom ritmo, atores bacanas, ainda que a maioria não segure bem a bola, como é o caso do Mark Whlaberg. O destaque do elenco é o George Clooney, que entrega uma performance com certas nuances de capitão Ahab de Moby Dick, e da sumidissima Mary Elizabeth Mastrantonio.
É um filme que daria 5 estrelas facilmente, mas ele cai nos clichês mais básicos desse tipo de produção, que se fossem evitados, entregando algo mais cru, o filme conseguiria ser mais que um entretenimento.
Claro que a ideia era fazer um filme para o grande público, e uma homenagem emocional aos personagens reais, de uma forma que soasse até mais cômoda para os familiares, e por isso relevo esses pontos.
O livro ao qual o filme se baseia vale muito a pena, e nesse sim, encontramos algo mais tenso de se encarar sobre a perspectiva da tragédia. Se não me engano, esse livro foi lançado no Brasil como “A tormenta”.
Como não assisti guardiões da galáxia (e nem pretendo assistir) não consegui fazer a comparação entre esses filmes com o trailer de Supergirl.
Me pareceu legal, mas a merda que foi Superman me deixou com um pé atrás. Provavelmente assistirei em casa, apesar de que, filmes de super herói já não funcionam muito bem para mim.
Tinha quase parado de ver esses filmes lá em 2015 quando lançou o Ultron, pulei tudo, e assisti apenas o último filme dos vingadores, e desde então desisti de vez. Achei que Superman poderia reascender meu entusiasmo, mas acabou naufragando mais ainda.
Pânico 7 para mim falhou exatamente naquilo que fez a franquia ser um sucesso, que é exatamente a metalinguagem.
Existe uma tentativa de fazer isso usando o tema da IA, mas isso é bem mal explorado, parecendo apenas que o roteiro quer ser descolado para conversar com as novas gerações.
O que faz a roda girar nessa sétima parte, é o que uma das próprias personagens diz, a nostalgia. Confesso que é legal as referências, desde rostos conhecidos, até a icônica música Red Right Hand, que virou um hino da franquia. Mas se apoiar apenas nisso cansa, e o uso excessivo acaba soando artificial e expositivo, principalmente quando é usado nos diálogos. E a revelação final……….. era melhor terem enfiado mais nostalgia no público, e ter entregado como o grande assassino, a pessoa que eles insinuaram o tempo todo
Mas confesso que me divertiu mais que os dois filmes anteriores, onde tínhamos as chatíssimas irmãs Carpenter, o Gore rolou solto, e até que foram bem criativos nas mortes. E como o filme deixa bem claro, não existe pânico sem Sidney, e ela faz muita diferença, sim! Só lamento a Gale ter ficado meio de escanteio, mas tá valendo.
Esse filme começa interessante, fazendo algumas cenas observações bem oportunas, mas conforme o tempo passa, o roteiro parece querer trabalhar contra o que ele mesmo já tinha proposto, desvirtuando os personagens, pois ambos são péssimos exemplares de seres humanos.
Um deles teve seu caráter desvirtuado pelo ambiente familiar, e a outra já era um péssima, e precisava apenas de um estalo (ambiente e condições propicias) para colocar para fora seu lado sombrio.
Ainda assim, o roteiro se perde na última parte, inserindo cenas para justificar seu final, e dando a impressão (para muitos desavisados) que determinado personagem merece ser gratificado, quando na verdade nenhum dos dois é um exemplo a ser seguido.
O último diálogo do tal personagem, chega até ser pedante por tudo que o filme já tinha mostrado. A intenção parecia querer dar ares altruístas, mas me pareceu bem equivocado.
É um filme divertido (desconsidere os efeitos que são piores que Arraste-me para o inferno, aliás um filme infinitamente melhor) mas torno a dizer, equivocado, até mesmo por conta de o roteiro a todo momento fazer você alternar a empatia que você sente pelos dois, mas no final prefere fazer isso.
Um filme divertido, bem aos moldes do predador. É desligar o cérebro e curtir.
Tem uns comentários engraçados aqui, falando coisas do tipo “aiiiii dá ênfase no exército americano” “superioridade América”
Gente……. é um filme americano, feito por americanos, vocês querem que eles deem ênfase para quem? O exército brasileiro? Que comentários sem sentido. 💩
Não querem ver “superioridade americana” nas telas, assistam filmes Brasileiros então.
Já assisti 4 vezes esse filme, e continuo amando. É um dos meus favoritos do Éric Rohmer.
Eu amo esse diretor, pois ele sempre trabalha sobre a perspectiva de personagens extremamente sinceros consigo e com os outros.
E a nossa admiração por esses personagens, é por querermos ser exatamente como eles, e poder falar tido que sentimos, e a vida continuar correndo tranquilamente. Muitas das vezes não podemos ser assim, mas o Éric Rohmer praticamente está te dizendo: “viu como tudo seria mais fácil se as pessoas fossem mais sinceras e verdadeiras”.
Eu já disse muita coisa sobre esse filme, e não vou ficar me repetindo, mas torno a fizer: nenhum diretor soube trabalhar temas mundanos de forma atraente como Éric Rohmer. E o fato de os filmes dele estarem longe de uma época onde os contatos virtuais eram praticamente impossíveis, só ajuda a humanizar ainda mais essas relações que o diretor trabalhava de maneira tão eficiente. É lindo ver como ele trata a alma do ser humano na tela.
Entendi a proposta do filme, e mesmo assim ele é chato e tedioso.
Tem um comentário abaixo do meu, dizendo que as pessoas que falam que o filme é tedioso, não entenderam a proposta do filme, e logo em seguida ele diz que a proposta é exatamente essa! Então pelo visto as pessoas entenderam. Comentários desse tipo, são da mesma série do “são tantas camadas” que a gente encontra aos montes nesse site. 🤡🤡🤡🤡🤡🤡
E independente da proposta que o filme queira dialogar, isso não faz dele um filme bom, é apenas ruim mesmo.
Talvez isso aqui funcionasse como um curta, pois você não precisa ser extenso para passar o que quer que seja para o público, quando você não tem roteiro suficiente para preencher 1h e 30min, e não tem ao menos atores decentes com o mínimo de química para compensar o restante.
Jamais desestimularia alguém de assistir o filme e tirar suas conclusões; por isso, é por sua conta e risco embarcar nessa.
Os amantes de Pont-Neuf, parece uma paródia trágica das comédias românticas de Hollywood. Digo isso, porque apesar de haver muita seriedade em meio a relação dos personagens, existe um certo humor dessas comédias românticas ali no meio. As cenas finais são uma prova disso, e a belíssima cena da dança na ponte (já virou uma das minhas cenas favoritas) também. Eu não sei se vocês conseguiram rir assistindo esse filme, mas eu sim. Rsrs
É o primeiro filme do diretor que eu assisto, e pelo que andei lendo a seu respeito, ele é conhecido por narrar romances nada convencionais nos seus filmes. E se for isso mesmo, esse filme comprova isso.
Inclusive, o par de enamorados do filme, tem uma relação tão estranha, de vários sentimentos e dependências, que o filme acaba, e continuou indeciso sobre o que um sente pelo outro. Definitivamente, é mais um daqueles filmes que jamais existiriam hoje, pois ele seria extremamente problematizado. Esse filme faz parte de uma época, em que diretores e atores possuíam uma coragem que não existe mais.
Lógico que essa coragem, pode levar o filme a certas cenas desnecessárias, e esse filme tem algumas, que não vejo razão nenhuma de existir. É até estranho dizer isso, pois ao mesmo tempo que o longa possui umas das cenas mais fantásticas que já vi, também possui que fazem o menor sentido.
O saldo final para mim, é um filme muito bom, mas que por enquanto ainda tenho minhas reservas quanto a ele. No futuro pretendo revê-lo, e tirar conclusões mais definidas.
A professora de piano é um longa bem perturbador de se assistir, mas já esperava por isso vindo do cinema francês, que sempre trata diversos temas de maneira bem crua.
Érika não só é uma pessoa com problemas de sexualidade, mas também alguém totalmente destruída pelo domínio da mãe, dessa forma, certos traços que vemos sobre sua personalidade, se dá por conta da relação das duas.
Gosto quando o roteiro do filme me faz sentir o mesmo que os personagens estão sentido, e chega um momento que a Érika está tão perdida sem saber o que realmente quer, que até eu me perco no meio de tudo, tentando entender como ela funciona. Os 40 minutos finais desse filme são perturbadores, e tem uma cena envolvendo mãe e filha, que é grotesca de se ver, mas muito bem atuada pelas duas atrizes em cena.
Recomendo, mas fica sabendo que gostar do filme é 8 e 80. Mas arrisque e tira suas conclusões.
Michael
3.8 55Péssimo filme! Fui assistir apenas porque gosto no Michael Jackson, mas eu já sabia o que esperar. Cinebiografias onde familiares estão envolvidos aparando as arestas, nunca resulta em algo bom.
E mais; esse filme é da mesma produtora do péssimo Bohemian Rhapsody, e tudo que aquele filme tem de ruim, você encontrará aqui. Depois daquela porcaria de filme, cinebiografias tem pipocado aos montes, e são um pior que o outro. Figuras icônicas como Amy Winehouse, Maria Callas, Whitney Houston e Elvis, ganharam filmes medíocres que não são merecedores deles, e Michael repete o feito.
Janis Joplin e outros estão vindo por aí, e minhas expectativas são zero. Vocês imaginam um filme da Janis Joplin, uma figura cheia de polêmicas, sendo retrata num filme aos moldes Bohemian Rhapsody? Pois é, mas provavelmente é o que vai acontecer.
Aqueles fãs mais idiotas e ensandecidos vão gostar, e assim como no filme do Freddie Mercury, eles vão se emocionar com as músicas que funcionam como uma venda nos olhos, para a maioria não reparar no lixo que esse filme é.
Bohemian Rhapsody
4.1 2,2K Assista AgoraQue surto coletivo esse filme.
E como que tiveram coragem de dar o Oscar de melhor ator para o Rami Malek, com aquela dentadura parecendo um coelho? 😂😂😂😂
Um dos maiores equívocos da história do Oscar.
O filme é uma bosta, entediante, mal filmado, mal atuado, não se aprofunda em nada, pois quer cobrir a vida do cara inteirinha, e acaba parecendo uma coleção de recortes de jornal.
Entusiastas da banda e emocionados vão adorar, pois o filme faz exatamente isso; apela para emoção, pra esconder toda merda no ralo.
Péssimo! Com certeza não indico.
Casamento Sangrento: A Viúva
3.3 55Casamento sangrento A viúva, é bem divertido, e o fato de começar exatamente do ponto onde o primeiro parou (apesar de estar na cara que essa continuação com certeza não estava nos planos, visto que demorou quase 7 anos para sair) é bem sacado, pois o roteiro não precisa perder tempo em explicar o que a personagem fez nesse meio tempo, e nos joga diretamente dentro da ação.
E por incrível que pareça, o corte abrupto das cenas de ação desenfreada, é o maior ponto fraco de tudo.
O filme pega uma tração muito bacana numa cena que eu acho maravilhosa, embalada por Total eclipse of the heart da Bonnie Tyler, e a partir desse ponto o roteiro cresce bastante, e a personagem da Samara também (pelo menos deram a entender isso). Mas essa crescente é cortada de maneira abrupta, para dar um desfecho totalmente morno para personagens, o que me brochou bastante. Achei tão desnecessário tudo que veio depois, pois Casamento sangrento perdeu a oportunidade de ser um grande filme de ação com muito bom humor, e se contentou em ser apenas um terrir bestinha. Faltou coragem de se entregar pro quebra pau literalmente, e mandar tudo pros ares.
É divertido, mas poderia ter sido muito mais.
Uma ótima sessão para vocês.
Os Olhos da Cidade são Meus
3.6 80Para quem gosta do estilo, deve ser um prato cheio. No meu caso, eu achei uma grande porcaria e bem tedioso.
De todos os filmes do Bigas Luna, acho esse o pior, e o mais diferente da sua filmografia. Talvez esse filme foi sua tentativa de ingressar no mercado internacional, o que provavelmente não deu certo, já que o filme é ruim, e sufoca o cinema criativo do diretor, para se adaptar ao mercado americano.
O filme usa o artifício da metalinguagem, e a ideia de duas histórias correndo ao mesmo tempo é criativa, e até certo ponto surpreende, mas o roteiro é repetitivo pois em ambas as histórias estamos vendo a mesma coisa (eis á metalinguagem usada no filme). Como se não bastasse, é difícil você se concentrar num filme com atuações tão bosta como a desse filme.
Não recomendo, mas como você não dar atenção a minha opinião, assista do mesmo jeito e seja feliz.
Uma ótima sessão para vocês.
Jámon, Jámon
3.6 64Jamon Jamon, é aquele tipo de filme que se você tiver o cérebro de uma ostra, você enxergará a linha narrativa do filme de uma forma direta, e achará tudo um grande clichê.
Mas a sacada do filme está exatamente nesse ponto; pegar os clichês, e desnudar o interior do ser humano através deles. E não é desnudar de maneira simplista, e sim da forma mais cruel possível, e de preferência em seu estado primitivo mais latente, com altos doses de erotismo, mas aqui de uma forma bem animalesca, que por vezes causa certa repulsa.
Resumindo: o diretor não está preocupado com clichês, mas o quanto aqueles personagens podem ser sórdidos, estranhos e imorais, e essa intenção fica bem clara quando os créditos finais sobem, e o nome dos personagens que os atores interpretam ganham títulos bem de acordo com a personalidade deles, e que sinceramente me arrancou boas risadas.
Muita coisa pode não fazer sentido para pessoas que não conhecem a cultura espanhola, pois o filme possui características bem regionais, mas ainda assim o filme é bem entendível e te proporcionará um bom entretenimento. Fora o humor do cinema espanhol que me agrada bastante.
Bigas Luna não é dos melhores diretores que já pisaram na face da terra, mas ainda assim ele sempre foi extremamente competente dentro do seu cinema particular, e muito melhor que muita bosta superestimada por aí.
Uma ótima sessão para vocês.
Lua de Fel
3.9 387Roman Polanski em mais um de seus filmes polêmicos, que apesar de eu gostar bastante, me parece uma plataforma para justificar seus atos libidinosos de pedofilia. É praticamente ele dizendo “viu como todo ser humano é pervertido e mal, e não apenas eu?”
Essa minha impressão ficou ainda mais forte, quando o personagem do Peter Coyote faz uma comentário sobre a Mimi e sua inocência infantil, que beira as fantasias de um pedófilo. Me lembrou até certas passagens do livro Lolita, que são proferidas pelo Humbert. Alguns podem dizer que Polanski fez a uma crítica a si mesmo, mas duvido muito.
Mas polêmicas a parte, Lua de fel é um filme erótico bem potente. Eu não diria que ele explora a dinâmica de casais propriamente dito como algumas pessoas estão dizendo nos comentários, e sim sobre relações que chegam ao seu limite, precisam acabar urgentemente, mas seja por sadismo, medo ou comodismo, as pessoa continuam no mesmo lugar.
Isso é tão visível, que os dois casais apresentados estão na mesma situação, só que um deles já extrapolou o ponto do aceitável, e o outro está encaminhando para isso. E é interessante notar que a escolha das vítimas (Nigel e Fiona) pelo dois personagens centrais, não é aleatório, e sim porque eles identificam a mesma situação que vivem nesses dois desventurados. E por falar em casais; todos os quatro atores estão lindos e sensuais, e não digo apenas fisicamente, mas também nas suas atuações.
É uma história pesada, que só vai piorando, mas é contado com bastante senso de humor, e você acaba dando risada em alguns momentos, principalmente na segunda metade do filme.
Eu simplesmente acho o filme genial, e o Roman Polanski consegue trabalhar com esse tipo de assunto como poucos conseguem fazer. Eu super recomendo.
Uma ótima sessão para vocês.
Cinema Paradiso
4.5 1,5K Assista AgoraToda vez que assisto Cinema Paradiso, ele me deixa num transe total, fazendo com que seja impossível eu me dispersar. E como sempre, eu me emociono com inúmeras cenas, pois é impossível não se emocionar com um filme tão belo, e com a trilha sonora intrusiva do Ennio Morricone, que na minha opinião é seu melhor trabalho como compositor.
Cinema Paradiso é um filme muito especial, e de uma beleza raríssima. Um momento único do cinema que jamais se repetirá, e com certeza é um filme obrigatório. É um dos meus favoritos, e ainda verei muitas vezes se eu tiver sorte de viver para isso.
Não morra sem ver essa obra.
Uma ótima sessão para vocês.
Kika
3.5 359 Assista AgoraPéssimo filme! Um dos piores do diretor.
Depois de uma sequência de filmes bons como Mulheres a beira de um ataque de nervos, A lei do desejo e Atame, esse filme representa um grande retrocesso na carreira dele, que felizmente durou pouco.
Mas eu comparo Kika aos primeiros filmes do diretor, onde ele ainda não tinha noção do que estava fazendo. Sabemos que o mundo de Almodóvar sobrevive de exageros, polêmicas, humor e cores vibrantes, mas Kika é o resultado de quando essas características saem do controle e perdem a mão, igual um efeito dominó onde um peça vai derrubando todo o resto, e logo o telespectador não se interessa por mais nada que está acontecendo.
Pobre Veronika Forqué! Quando finalmente conseguiu protagonizar um filme do Almodóvar, lhe sobrou justamente uma das bombas dele.
Ele ainda repetiria uma vez mais essa falha na carreira (quando digo falha, me refiro a algo extremamente grosseiro, pois ele tem outros filmes fracos) com Os amantes passageiros. Parece que de quando em quando, o cérebro dele surta, e o faz cometer essas cagadas. Kkkkkkkkkk
Se você faz questão de assistir todos os filmes do Almodóvar, vá em frente, mas se não, pode pular tranquilamente que não estará perdendo nada.
Uma ótima sessão para vocês.
Ata-me!
3.7 561Esse é outro filme do Almodóvar que eu adoro. Para mim é um dos melhores, e mais uma vez ele aborda um assunto polêmico (síndrome de Estocolmo) sem pintar seus personagens de esteriótipos ou classificá-los de alguma coisa, pois a intenção, assim como em Fale com ela, é deixar o julgamento moral para o telespectador.
Muitos não gostam do final, mas finais pessimistas que retratam a realidade (e não se engane pelo tom alegre do desfecho) raramente agradam um grande público. O tom alegre durante o filme, é porque Almodóvar sempre flertou com o humor negro, e seu estilo em trabalhar com essa vertente do humor me agrada bastante.
Os atores estão maravilhosos, e ainda Victoria Abril não seja nenhuma Carmen Maura, ela combina extremamente bem com o papel. E como cereja do bolo, temos a linda trilha sonora composta por Ennio Morricone. Não é tão marcante como o que ele fez em Cinema Paradiso ou Era uma vez no oeste, mas cumpre seu papel de forma bela.
Uma ótima sessão para vocês.
Pepi, Luci, Bom
3.5 126 Assista AgoraExistem diretores que no seu primeiro filme, ja se mostram grandes talentos, o que não é o caso do Almodóvar. Na verdade, se eu fosse daquela época, e tivesse que prever o futuro do diretor por esse filme, eu diria que ele não tinha talento para coisa. Apesar de seu primeiro filme possuir elementos que o acompanhariam durante sua carreira, Pepi, Luci, Bom é uma zona, de uma pessoa que não sabia o que estava fazendo, e tirou um roteiro da bunda e decidiu filmar.
Esse filme é ruim com força. Essa nota 3.5 é puro surto dos fãs do diretor. Eu adoro Almodóvar, e alguns de seus filmes são favoritos, mas não eu não preciso gostar de tudo.
Graças ao bom pai, me parece que Almodóvar é uma pessoa que aprendeu com seus erros e revisou sua carreira, insistiu, e encontrou o ponto certo. Vale pela curiosidade de ver o primeiro trabalho do Almodóvar, mas o filme é uma bosta, e só não é completamente esquecido por conta do grande nome que o diretor se tornou.
Uma ótima sessão para vocês.
Fale com Ela
4.2 1,0K Assista AgoraFale com ela é mais um dos filmes do Almodóvar, com assuntos polêmicos, e a depender de quem está assistindo, pensará que mais uma vez o diretor está romantizando certos temas, quando na verdade não está.
Almodóvar é um diretor que nunca te dirá de forma escrachada, o que é certo ou errado, e nem colocará uma placa de vilão ou herói nos seus personagens. Ele simplesmente te joga determinados assuntos no colo, e pede que você tire a conclusão do que quiser de determinada situação.
Ele gosta de retratar as coisas como elas são, como na vida real as coisas realmente se desenrolam. E se você parar e refletir sobre Fale com ela, a conclusão que você tirará disso, é que na vida real os fatos são exatamente assim. As pessoas estão tão acostumadas com o sentimentalismo barato da internet, e com todo mundo pregando virtudes em redes sociais, que muitos podem pegar um filme como esse, e achar que o diretor realmente acha certo tudo que ele mostrou aqui. As pessoas estão cada vez mais esquecidas de como é a vida real.
Almodóvar já tinha feito a mesma coisa em filmes como Ata-me e A pele que habito, e vi pessoas tendo as mesmas reações nesse filme, ou seja, achando que o diretor está romantizando o assunto. Fale com ela, assim como outros filmes do diretor, não devem ser consumidos ao pé da letra, mas sim de maneira reflexiva e crítica, e é uma pena que o cinema como esse filme propõe esteja morrendo, dando lugar a conteúdos cada vez mais expositivos que não agregam nada, e que fazem o público apenas mastigar de forma inconsciente.
É um grande filme, com todas as características que fizeram a marca do diretor ser conhecida e apreciada, com atuações impecáveis. Com certeza é um dos meus favoritos, só perdendo para Mulheres a beira de um ataque de nervos e Tudo sobre minha mãe.
Uma ótima sessão para vocês.
Valor Sentimental
3.9 371 Assista AgoraValor sentimental é realmente um filme que vale assistir várias e várias vezes, pois ele cresce, seu tema é universal, e nunca perde o prazo de validade.
O tema por si só já é algo a se pensar, pois ele diz muita coisa. Quando começamos a pensar nesse filme, mais esse título ganha significado. E você não precisa ter passado pelo que a protagonista passou para se conectar, pois apesar de o filme trabalhar determinado tema em específico, ele te convida a refletir qual o valor que você está dando aos seus sentimentos e ao dos outros. Porque sim! Nós também temos responsabilidades pelos sentimos do próximo. Você não é responsável pela vida alheia, mas é responsável pelo que semeia na vida dos outros.
Falando sobre os aspectos cinematográficos: as atuações são lindas, e o filme tem um elenco de fazer inveja. Ninguém, absolutamente ninguém está comprometendo o filme, mas o elevam demais com suas sutilezas. E é lindo quando um ator passa tudo que ele quer passar, sem apelar para a exacerbação.
A fotografia não é o ponto forte, e nisso eu acho que o filme deixa a desejar, mas todos os outros aspectos, principalmente a direção sútil que acompanha os atores, são mais do que suficiente para eu dar nota máxima para esse filme, que vocês podem ter certeza; é um futuro clássico, e que com certeza ficará para posteridade. Assistam esse filme com carinho.
Uma ótima sessão para vocês.
O Diabo Veste Prada 2
8Tem filmes que se alojam de maneira muito forte no imaginário das pessoas, e isso deveria bastar.
Mesmo que esse filme seja bom (coisa que duvido muito) ele não precisava acontecer, pois nunca terá o impacto do primeiro, e jamais despertará as mesmas emoções. Mas se essa continuação tivesse saído logo após o primeiro, seria mais aceitável do que uma continuação depois de longos anos, o que denota uma enorme forçação de barra.
Antigamente ainda existia certo respeito da parte de Hollywood em preservar o nome de grandes filmes, mas ultimamente eles perderam totalmente a vergonha na cara, que não duvido nada se nos depararmos com continuações ou remakes de Casablanca ou Apocalipse Now nos próximos anos.
Mas cinema é uma indústria, não existe filme que não vise lucro, e provavelmente se eu trabalhasse nesse meio meu pensamento seria outro.
Condeno mas compreendo. Kkkkkkkkkk
Estrada para Perdição
3.9 418Continua excelente, e até subiu no meu conceito. Grande filme do Sam Mendes baseado na HQ de mesmo nome.
Tudo impecável, desde direção ate trilha sonora, e com um elenco excepcional, com Paul Newman abrilhantando a tela em uma de suas últimas atuações de destaque.
Com certeza verei mais vezes.
Uma ótima sessão para vocês.
Mar em Fúria
3.1 248 Assista AgoraEu gosto de avaliar os filmes que eu assisto, encaixando cada um deles dentro do seu respectivo gênero/subgênero, e dentro desse contexto eu considero The perfect Storm um filme 4 estrelas.
Tem um bom ritmo, atores bacanas, ainda que a maioria não segure bem a bola, como é o caso do Mark Whlaberg. O destaque do elenco é o George Clooney, que entrega uma performance com certas nuances de capitão Ahab de Moby Dick, e da sumidissima Mary Elizabeth Mastrantonio.
É um filme que daria 5 estrelas facilmente, mas ele cai nos clichês mais básicos desse tipo de produção, que se fossem evitados, entregando algo mais cru, o filme conseguiria ser mais que um entretenimento.
Claro que a ideia era fazer um filme para o grande público, e uma homenagem emocional aos personagens reais, de uma forma que soasse até mais cômoda para os familiares, e por isso relevo esses pontos.
O livro ao qual o filme se baseia vale muito a pena, e nesse sim, encontramos algo mais tenso de se encarar sobre a perspectiva da tragédia. Se não me engano, esse livro foi lançado no Brasil como “A tormenta”.
Uma ótima sessão para vocês.
Supergirl
9Como não assisti guardiões da galáxia (e nem pretendo assistir) não consegui fazer a comparação entre esses filmes com o trailer de Supergirl.
Me pareceu legal, mas a merda que foi Superman me deixou com um pé atrás. Provavelmente assistirei em casa, apesar de que, filmes de super herói já não funcionam muito bem para mim.
Tinha quase parado de ver esses filmes lá em 2015 quando lançou o Ultron, pulei tudo, e assisti apenas o último filme dos vingadores, e desde então desisti de vez. Achei que Superman poderia reascender meu entusiasmo, mas acabou naufragando mais ainda.
Pânico 7
2.7 368 Assista AgoraPânico 7 para mim falhou exatamente naquilo que fez a franquia ser um sucesso, que é exatamente a metalinguagem.
Existe uma tentativa de fazer isso usando o tema da IA, mas isso é bem mal explorado, parecendo apenas que o roteiro quer ser descolado para conversar com as novas gerações.
O que faz a roda girar nessa sétima parte, é o que uma das próprias personagens diz, a nostalgia. Confesso que é legal as referências, desde rostos conhecidos, até a icônica música Red Right Hand, que virou um hino da franquia. Mas se apoiar apenas nisso cansa, e o uso excessivo acaba soando artificial e expositivo, principalmente quando é usado nos diálogos. E a revelação final……….. era melhor terem enfiado mais nostalgia no público, e ter entregado como o grande assassino, a pessoa que eles insinuaram o tempo todo
Mas confesso que me divertiu mais que os dois filmes anteriores, onde tínhamos as chatíssimas irmãs Carpenter, o Gore rolou solto, e até que foram bem criativos nas mortes. E como o filme deixa bem claro, não existe pânico sem Sidney, e ela faz muita diferença, sim! Só lamento a Gale ter ficado meio de escanteio, mas tá valendo.
Uma ótima sessão para vocês.
Socorro!
3.3 221Esse filme começa interessante, fazendo algumas cenas observações bem oportunas, mas conforme o tempo passa, o roteiro parece querer trabalhar contra o que ele mesmo já tinha proposto, desvirtuando os personagens, pois ambos são péssimos exemplares de seres humanos.
Um deles teve seu caráter desvirtuado pelo ambiente familiar, e a outra já era um péssima, e precisava apenas de um estalo (ambiente e condições propicias) para colocar para fora seu lado sombrio.
Ainda assim, o roteiro se perde na última parte, inserindo cenas para justificar seu final, e dando a impressão (para muitos desavisados) que determinado personagem merece ser gratificado, quando na verdade nenhum dos dois é um exemplo a ser seguido.
O último diálogo do tal personagem, chega até ser pedante por tudo que o filme já tinha mostrado. A intenção parecia querer dar ares altruístas, mas me pareceu bem equivocado.
É um filme divertido (desconsidere os efeitos que são piores que Arraste-me para o inferno, aliás um filme infinitamente melhor) mas torno a dizer, equivocado, até mesmo por conta de o roteiro a todo momento fazer você alternar a empatia que você sente pelos dois, mas no final prefere fazer isso.
Uma ótima sessão para vocês.
O Agente Secreto
3.9 1,0K Assista AgoraEsse recado foi MODERADO.
Motivo: Infração dos Termos de Uso. Comentários ofensivos.
Equipe Filmow.com
Máquina de Guerra
3.2 163 Assista AgoraUm filme divertido, bem aos moldes do predador. É desligar o cérebro e curtir.
Tem uns comentários engraçados aqui, falando coisas do tipo “aiiiii dá ênfase no exército americano” “superioridade América”
Gente……. é um filme americano, feito por americanos, vocês querem que eles deem ênfase para quem? O exército brasileiro? Que comentários sem sentido. 💩
Não querem ver “superioridade americana” nas telas, assistam filmes Brasileiros então.
Noites de Lua Cheia
4.0 36Já assisti 4 vezes esse filme, e continuo amando. É um dos meus favoritos do Éric Rohmer.
Eu amo esse diretor, pois ele sempre trabalha sobre a perspectiva de personagens extremamente sinceros consigo e com os outros.
E a nossa admiração por esses personagens, é por querermos ser exatamente como eles, e poder falar tido que sentimos, e a vida continuar correndo tranquilamente. Muitas das vezes não podemos ser assim, mas o Éric Rohmer praticamente está te dizendo: “viu como tudo seria mais fácil se as pessoas fossem mais sinceras e verdadeiras”.
Eu já disse muita coisa sobre esse filme, e não vou ficar me repetindo, mas torno a fizer: nenhum diretor soube trabalhar temas mundanos de forma atraente como Éric Rohmer. E o fato de os filmes dele estarem longe de uma época onde os contatos virtuais eram praticamente impossíveis, só ajuda a humanizar ainda mais essas relações que o diretor trabalhava de maneira tão eficiente. É lindo ver como ele trata a alma do ser humano na tela.
Uma ótima sessão para vocês.
It Ends
2.4 20Entendi a proposta do filme, e mesmo assim ele é chato e tedioso.
Tem um comentário abaixo do meu, dizendo que as pessoas que falam que o filme é tedioso, não entenderam a proposta do filme, e logo em seguida ele diz que a proposta é exatamente essa! Então pelo visto as pessoas entenderam. Comentários desse tipo, são da mesma série do “são tantas camadas” que a gente encontra aos montes nesse site. 🤡🤡🤡🤡🤡🤡
E independente da proposta que o filme queira dialogar, isso não faz dele um filme bom, é apenas ruim mesmo.
Talvez isso aqui funcionasse como um curta, pois você não precisa ser extenso para passar o que quer que seja para o público, quando você não tem roteiro suficiente para preencher 1h e 30min, e não tem ao menos atores decentes com o mínimo de química para compensar o restante.
Jamais desestimularia alguém de assistir o filme e tirar suas conclusões; por isso, é por sua conta e risco embarcar nessa.
Uma ótima sessão para vocês.
Os Amantes de Pont Neuf
4.2 131 Assista AgoraOs amantes de Pont-Neuf, parece uma paródia trágica das comédias românticas de Hollywood. Digo isso, porque apesar de haver muita seriedade em meio a relação dos personagens, existe um certo humor dessas comédias românticas ali no meio. As cenas finais são uma prova disso, e a belíssima cena da dança na ponte (já virou uma das minhas cenas favoritas) também. Eu não sei se vocês conseguiram rir assistindo esse filme, mas eu sim. Rsrs
É o primeiro filme do diretor que eu assisto, e pelo que andei lendo a seu respeito, ele é conhecido por narrar romances nada convencionais nos seus filmes. E se for isso mesmo, esse filme comprova isso.
Inclusive, o par de enamorados do filme, tem uma relação tão estranha, de vários sentimentos e dependências, que o filme acaba, e continuou indeciso sobre o que um sente pelo outro. Definitivamente, é mais um daqueles filmes que jamais existiriam hoje, pois ele seria extremamente problematizado. Esse filme faz parte de uma época, em que diretores e atores possuíam uma coragem que não existe mais.
Lógico que essa coragem, pode levar o filme a certas cenas desnecessárias, e esse filme tem algumas, que não vejo razão nenhuma de existir. É até estranho dizer isso, pois ao mesmo tempo que o longa possui umas das cenas mais fantásticas que já vi, também possui que fazem o menor sentido.
O saldo final para mim, é um filme muito bom, mas que por enquanto ainda tenho minhas reservas quanto a ele. No futuro pretendo revê-lo, e tirar conclusões mais definidas.
Uma ótima sessão para vocês.
A Professora de Piano
4.0 726 Assista AgoraA professora de piano é um longa bem perturbador de se assistir, mas já esperava por isso vindo do cinema francês, que sempre trata diversos temas de maneira bem crua.
Érika não só é uma pessoa com problemas de sexualidade, mas também alguém totalmente destruída pelo domínio da mãe, dessa forma, certos traços que vemos sobre sua personalidade, se dá por conta da relação das duas.
Gosto quando o roteiro do filme me faz sentir o mesmo que os personagens estão sentido, e chega um momento que a Érika está tão perdida sem saber o que realmente quer, que até eu me perco no meio de tudo, tentando entender como ela funciona. Os 40 minutos finais desse filme são perturbadores, e tem uma cena envolvendo mãe e filha, que é grotesca de se ver, mas muito bem atuada pelas duas atrizes em cena.
Recomendo, mas fica sabendo que gostar do filme é 8 e 80. Mas arrisque e tira suas conclusões.
Uma ótima sessão para vocês.