Bom, eu nasci bem no finalzinho dos anos 80, então eu não cresci assistindo esses desenhos.
Sei que eles reprisaram bastante nos anos 90, mas crianças da minha época já estavam na vibe da manchete e seus animes. Cavaleiros, Yuyu, Sailor moon, Shurato e por aí vai. O que vi, foi um episódio esporádico aqui, outro ali.
Dito isso, para quem não tem nenhuma relação nostálgica com He-Man, achei até bem divertido. Não é um filme pra você ficar procurando pelo em ovo quanto ao roteiro, e o filme nem precisa ter um roteiro excepcional. O filme é bobo, brega, tem atuações canastronas…… enfim, a pura galhofa! Mas foi um acerto não se levar a sério, pois He-Man ficou muito legal dessa maneira. E que bom que o cinema está entendendo que esse tipo de franquia pode funcionar dessa forma. Mortal Kombat 2 está aí pra fortalecer essa ideia, e ao que tudo indica, Street Fighter está chegando para confirmar isso, e espero que dê muito certo.
Vale muito a pena o ingresso, se sua intenção é se divertir, e não ficar com puritanismo saudosista reclamando de tudo.
Não sei porque as pessoas estão tão indignadas de o filme ter zoado um monte de gente, incluindo as pautas Wokes.
Eles já tinham feito isso nos outros filmes, ainda que nos anteriores esses assuntos não estivessem tão polemizados assim. Então todo mundo já sabia o que esperar.
Pelas entrevistas que o irmãos deram nos últimos anos sobre o politicamente correto, já era outro indício que eles não iriam passar a mão em ninguém.
Vocês são chatos pra caralho, isso sim! Estão tão afundados nesse meio ideológico, que nem conseguir rir de vocês mesmos, estão conseguindo mais. E acreditem, rir da gente mesmo, as vezes faz muito bem. A crítica que a Rolling Stones fez do filme, é vergonhosa! Na verdade não é uma crítica, e sim um espaço usado por um colunista raivoso, para atacar pessoas.
Dito isso, o filme é bem divertido. Não é uma obra prima, mas vamos relaxar um pouco, né pessoal.
Terceira vez que assisto esse filme do Almodóvar, e com certeza é um dos meus favoritos entre sua filmografia.
Tudo sobre minha mãe, é o típico filme que nas mãos de qualquer outra pessoa viraria galhofa, pelo tanto de absurdos que o filme te apresenta; e que venhamos e convenhamos, são situações bem exageradas.
Mas o Almodóvar é um mestre do melodrama, e consegue fazer tudo funcionar de maneira muito convincente. Eu gosto desse jeito direto que o Almodóvar tem para abordar assuntos polêmicos, sem nos passar aquela sensação de estar pisando em ovos. Muitas vezes, essa característica leva pessoas a pensar que ele está romantizando certos absurdos, quando na verdade ele apenas está expondo a vida como ela é, sem mentiras, e deixando o julgamento moral para o público.
Se olharmos para sua filmografia, ele se torna mais atual ainda nos dias de hoje, quando vemos todo esse falso moralismo da internet, onde todos estão preocupados com uma imagem, enquanto a vida de verdade está acontecendo lá fora, e ela não podia ser mais diferente!
Voltando ao filme; tudo que você já conhece do Almodóvar está aqui; desde suas cores vibrantes, até as atuações extremamente melodramáticas e uma história que sabe exatamente onde quer chegar.
Todas as atrizes são excelentes, mas o filme é todo da Cecília Roth, ainda que Antônia San Juan por vezes roube a cena com sua engraçadíssima Agrado.
Para mim esse filme só fica atrás de Mulheres a beira de um ataque de nervos, porque nesse temos a incrível Carmen Maura que eu adoro! Mas esse fica só um pouquinho atrás.
Assistam, pois vale muito a pena. Uma ótima sessão para vocês.
A atuação da Judy Holliday não é ruim, na verdade é muito boa. Mas quando colocamos ela ao lado de Bette Davis e Anne Baxter por All About Eve, e Glória Swanson por Sunset Boulevard, a discrepância é muito grande.
Não só a atriz, como o filme pelo qual ela ganhou o prêmio, também é irrelevante perto dos outros dois. Não atoa os outros dois filmes citados viraram clássicos incontestáveis, e estão mais atuais do que nunca, ao passo que Born Yesterday ficou praticamente esquecido no churrasco.
Isso é a prova que o Oscar comete injustiças desde sempre. Hoje com certeza com muito mais frequência e de forma bem mais numerosa por edição, mas sempre houve essas gafes.
Born Yesterday, não é uma perda de tempo, e o filme entretém bem, mas não é nenhum clássico que você realmente precisa ter no seu repertório cinéfilo.
Iron Lung tem boas intenções, mas esse é mais um caso, em que a coisa toda funcionaria bem melhor num curta-metragem, e não um filme de 2h.
O filme simplesmente não tem roteiro para sustentar tanto tempo, e mais da metade desse temp, você irá ver cenas e mais cenas repetitivas, com o personagem tomando as mesmas ações milhares de vezes.
Entendo que um curta não teria o mesmo alcance que o idealizador queria, mas já que é assim, tivesse encurtado isso para 80/70 minutos.
“Há mais é um filme experimental”.
Mais um motivo então para não ter se alongado tanto, ainda mais que o final é extremamente irritante, pois eu já esperava algo do tipo, e porque o filme simplesmente não explica porcaria nenhuma, e não vislumbro uma continuação para sanar minhas dúvidas.
Final aberto, é bom quando a história te dá algo de concreto, mas abre caminho para irmos além, e não quando inventam um monte de coisas que nem mesmo os criadores sabem explicar. Porque sim, está na cara que ninguém tinha uma solução para isso, e foi mais fácil acabar dessa maneira.
Nunca joguei o jogo, por isso não posso fazer comparações, mas não é porque a narrativa funciona no jogo, que irá funcionar no cinema. Ao meu ver, Iron Lung é uma grande perda de tempo. Só não dou uma estrela, pois existe muito esforço entre os envolvidos do projeto.
Vi esse filme no início dos anos 2000, e já tinha até me esquecido dele. Na época não entendi nada, afinal, eu tinha 13 anos, e segunda guerra mundial não é um dos assuntos favoritos de um adolescente. Kkkkkk
Vendo hoje, depois de ter lido vários livros de história, ter visitado lugares históricos, sabendo que é baseado num conto do SK, que tem Ian McKeller e Ann Dowd (que na época não eram ninguém para mim) faz o filme ter outro sentido e apreciação.
Não estou dizendo que é um filme exemplar em fatos históricos, mas você ter conhecimento sobre o assunto, te faz captar toda a maldade em volta do roteiro e entender o caráter disforme dos personagens. E como adaptação, o diretor desse filme foi bem feliz, pois é uma das melhores baseada em algum trabalho do King.
Vale a pena conferir. Uma ótima sessão para vocês.
PS: achei bem desnecessária a forma como Brad Renfro foi sexualizado no filme, tendo apenas 15 anos, e li coisas pesadíssimas sobre ele, envolvendo toda essa questão sexual. Depois da sua morte em 2008, esse debate foi reacendido, e com certeza esse rapaz sofreu abusos e foi totalmente negligenciado por Hollywood. Brad Renfro morreu aos 25 anos, e seu caso não é isolado dentro dessa indústria. River Phoenix e Skye McCole Bartusiak, são outros casos de jovens atores totalmente negligenciados, e que tiverem suas vidas precocemente interrompidas. Extremamente triste.
A ideia de tentar inovar com a temática zumbi, merece aplausos, ainda mais num gênero cada vez mais preguiçoso. Já o roteiro, é uma grande porcaria, pois nesse ponto ele é o mais genérico possível e sem graça possível.
Os atores são uma grande porcaria, com exceção da decadente Daisy Ridley, mais conhecida por Star Wars, que merecia novas chances de voltar ao primeiro escalão de Hollywood, afinal não estamos falando de uma atriz horrorosa, e sim de alguém bem competente.
Se vocês gostam do gênero, talvez valha a pena conferir, caso contrário, passem longe.
É um filme bem legal, mas confesso que assisti só por conta da Sally Field. É sempre um prazer ver ela nas telas, ainda mais que seus trabalhos tem ficado cada vez mais raros. Só do seu penúltimo filme para esse, foi uma pausa de quase 10 anos.
O filme exagera em alguns esteriótipos? Sim. Mas mente sobre tudo? Infelizmente não pessoal, e não venham aqui bancar o patriota, pois vocês sabem que boa parte dessa imagem, o Brasil que vendeu, e ainda continua vendendo.
Tanto é, que uma atriz americana muito famosa, disse que 95% da população brasileira é de pretos, e não tem ninguém que os represente. E ela disse que foram os próprios Brasileiros que lhe falaram isso. 🤡🤡🤡
Ou seja, americanos desconhecem que nosso país é igual o deles, ou seja, uma grande miscegenação de imigrantes, e quando ela fala que não existem que os represente, é como se não tivéssemos personalidades famosas no Brasil, e que somos um bando de carentes ignorantes. Mas nem tudo que eles acham, é um estereótipo, e sim o que nós vendemos. Um exemplo? Vocês acham que um clipe da Anitta na favela, fazendo boquete num cara, vende o que?
O Brasil é cheio de coisas boas e lugares bonitos, mas que nunca foram vendidos da maneira correta, pois existe alguém lucrando com a divulgação do nosso lado mais sujo. Não pensem vocês, que o sexo fácil no Brasil, é vendido de forma aleatória mundo afora, apenas como um simples esteriótipo.
Sobre o filme: é divertido. Um pouco escuro, mas ainda consegue gerar algumas cenas bonitas. As mortes são sem criatividade, mas também não comprometem, e os atores estão dentro do que se espera nesse tipo de filme.
Filme sobre um gordo, que comeu até a comida sair pelo nariz, e depois acontece várias situações para o público se compadecer do saco de banha, e de quebra sobra espaço (sim sobra, o gordo não ocupou todo o espaço) até para falar mal do religioso.
Ruim pra cacete. Não recomendo. Muito pesado esse filme. 😂😂
Poderia tranquilamente ser mais um episódio da franquia premonição. Todos os conceitos estão lá, e o filme até merece créditos por tentar trabalhar com esses temas de maneira diferenciada, e não ser preguiçoso nesse sentido.
As baboseiras do roteiro, como por exemplo: alguém na chuva sofrendo e lamentando, enquanto duas pessoas no quarto ao lado estão trepando, eu relevo, pois essas idiotices são típicas desses filmes.
Agora o final, é indefensável! É no nível mais brochante que você possa imaginar. E se o roteiro não teve preguiça de trabalhar os conceitos relacionados a morte, eles despejaram toda essa preguiça no final. Mas para compensar (não te todo) o filme tem uma cena pós crédito até que interessante, que melhora um pouco a situação.
Acima eu fiz uma comparação com premonição, e sendo justa, esse filme até que consegue ser bem melhor que muitas das continuações de premonição.
No frigir dos ovos, vale uma conferida sem muitas expectativas.
O Diabo veste Prado 2, é apenas aquela continuação legalzinha, que existindo ou não, nenhuma diferença faria.
Além disso, as personagens pouco evoluíram em relação ao primeiro, e agora elas parecem apenas figuras apagadas e caricatas de si mesmas. A reunião dessas personagens, por si só não faz sentido, já que o primeiro filme acaba com cada uma seguindo seu caminho e, entendo seu lugar no mundo.
É divertido? Sim. As atrizes são boas? Claro. Desperta nostalgia? Óbvio. Mas no final do dia, nada disso importa quando você percebe que o filme é genérico, e que dificilmente valeria o replay.
Forbidden Fruits é o típico filme que não sabe o que quer ser, e chega envernizado de vários outros filmes. As mais perceptíveis são Mean Girls e The Craft, e flerta até com premonição.
Claro que tudo isso só poderia dar nessa porcaria rocambolesca. Mas o filme tem seu mérito por expor como o feminismo é uma coisa totalmente falida! Digo mérito, porque provavelmente a intenção não era essa, e o tiro saiu pela culatra. Para vocês verem ninguém se entende nessa porra.
As garotas são lindas, principalmente a atriz que faz a Apple, mas o que elas tem de bonita, tem de péssimas atrizes. Apesar de elas serem lindas, o figurino é brega e não valoriza suas belezas, com excessão da Apple, ao qual o roteiro quis dar mais importância, então investiram bastante na sua aparência.
Filme fraco, que jamais se tornará um cult do gênero, e daqui alguns meses ninguém mais se lembrará que ele existiu.
Assista e tire suas conclusões. Uma ótima sessão para vocês.
Dentro do gênero, achei um filme bem honesto, pois você dá o play sabendo exatamente o que vai encontrar. Não te promete nada, não fala mal de ninguém, só que te divertir. O filme é curto, objetivo e com ótimas cenas de ação, ainda que os efeitos fiquem devendo em certos momentos.
A inspiração em Amargo pesadelo é nítida, e o filme sabe fazer bom uso dessa inspiração. Sem falar que temos a lindíssima Charlize Theron no papel principal, e é sempre um grande prazer vê-la em ação, com sua figura enigmática.
Dito isso, comparando com filmes dentro dessa ceara, pra mim vale as 4 estrelas.
Aquele tipo de filme, que tem horas que faz bem assistir, e é uma pena que filmes como estejam desaparecendo do radar dos Studios, quando falamos de filmes para massas.
Não estamos falando de um grande clássico, e muito menos de grandes atuações, mas é uma história bem conduzida, não tem pretensões, e o único propósito do filme é colocar um sorriso no seu rosto, e te aquecer o coração, e isso tem muito valor num mundo tão pessimista, e cada dia mais frio e banal quando falamos das relações humanas.
Péssimo filme! Fui assistir apenas porque gosto no Michael Jackson, mas eu já sabia o que esperar. Cinebiografias onde familiares estão envolvidos aparando as arestas, nunca resulta em algo bom.
E mais; esse filme é da mesma produtora do péssimo Bohemian Rhapsody, e tudo que aquele filme tem de ruim, você encontrará aqui. Depois daquela porcaria de filme, cinebiografias tem pipocado aos montes, e são um pior que o outro. Figuras icônicas como Amy Winehouse, Maria Callas, Whitney Houston e Elvis, ganharam filmes medíocres que não são merecedores deles, e Michael repete o feito.
Janis Joplin e outros estão vindo por aí, e minhas expectativas são zero. Vocês imaginam um filme da Janis Joplin, uma figura cheia de polêmicas, sendo retrata num filme aos moldes Bohemian Rhapsody? Pois é, mas provavelmente é o que vai acontecer.
Aqueles fãs mais idiotas e ensandecidos vão gostar, e assim como no filme do Freddie Mercury, eles vão se emocionar com as músicas que funcionam como uma venda nos olhos, para a maioria não reparar no lixo que esse filme é.
E como que tiveram coragem de dar o Oscar de melhor ator para o Rami Malek, com aquela dentadura parecendo um coelho? 😂😂😂😂 Um dos maiores equívocos da história do Oscar.
O filme é uma bosta, entediante, mal filmado, mal atuado, não se aprofunda em nada, pois quer cobrir a vida do cara inteirinha, e acaba parecendo uma coleção de recortes de jornal.
Entusiastas da banda e emocionados vão adorar, pois o filme faz exatamente isso; apela para emoção, pra esconder toda merda no ralo.
Casamento sangrento A viúva, é bem divertido, e o fato de começar exatamente do ponto onde o primeiro parou (apesar de estar na cara que essa continuação com certeza não estava nos planos, visto que demorou quase 7 anos para sair) é bem sacado, pois o roteiro não precisa perder tempo em explicar o que a personagem fez nesse meio tempo, e nos joga diretamente dentro da ação.
E por incrível que pareça, o corte abrupto das cenas de ação desenfreada, é o maior ponto fraco de tudo. O filme pega uma tração muito bacana numa cena que eu acho maravilhosa, embalada por Total eclipse of the heart da Bonnie Tyler, e a partir desse ponto o roteiro cresce bastante, e a personagem da Samara também (pelo menos deram a entender isso). Mas essa crescente é cortada de maneira abrupta, para dar um desfecho totalmente morno para personagens, o que me brochou bastante. Achei tão desnecessário tudo que veio depois, pois Casamento sangrento perdeu a oportunidade de ser um grande filme de ação com muito bom humor, e se contentou em ser apenas um terrir bestinha. Faltou coragem de se entregar pro quebra pau literalmente, e mandar tudo pros ares.
É divertido, mas poderia ter sido muito mais. Uma ótima sessão para vocês.
Para quem gosta do estilo, deve ser um prato cheio. No meu caso, eu achei uma grande porcaria e bem tedioso.
De todos os filmes do Bigas Luna, acho esse o pior, e o mais diferente da sua filmografia. Talvez esse filme foi sua tentativa de ingressar no mercado internacional, o que provavelmente não deu certo, já que o filme é ruim, e sufoca o cinema criativo do diretor, para se adaptar ao mercado americano.
O filme usa o artifício da metalinguagem, e a ideia de duas histórias correndo ao mesmo tempo é criativa, e até certo ponto surpreende, mas o roteiro é repetitivo pois em ambas as histórias estamos vendo a mesma coisa (eis á metalinguagem usada no filme). Como se não bastasse, é difícil você se concentrar num filme com atuações tão bosta como a desse filme.
Não recomendo, mas como você não dar atenção a minha opinião, assista do mesmo jeito e seja feliz.
Jamon Jamon, é aquele tipo de filme que se você tiver o cérebro de uma ostra, você enxergará a linha narrativa do filme de uma forma direta, e achará tudo um grande clichê.
Mas a sacada do filme está exatamente nesse ponto; pegar os clichês, e desnudar o interior do ser humano através deles. E não é desnudar de maneira simplista, e sim da forma mais cruel possível, e de preferência em seu estado primitivo mais latente, com altos doses de erotismo, mas aqui de uma forma bem animalesca, que por vezes causa certa repulsa.
Resumindo: o diretor não está preocupado com clichês, mas o quanto aqueles personagens podem ser sórdidos, estranhos e imorais, e essa intenção fica bem clara quando os créditos finais sobem, e o nome dos personagens que os atores interpretam ganham títulos bem de acordo com a personalidade deles, e que sinceramente me arrancou boas risadas.
Muita coisa pode não fazer sentido para pessoas que não conhecem a cultura espanhola, pois o filme possui características bem regionais, mas ainda assim o filme é bem entendível e te proporcionará um bom entretenimento. Fora o humor do cinema espanhol que me agrada bastante.
Bigas Luna não é dos melhores diretores que já pisaram na face da terra, mas ainda assim ele sempre foi extremamente competente dentro do seu cinema particular, e muito melhor que muita bosta superestimada por aí.
Roman Polanski em mais um de seus filmes polêmicos, que apesar de eu gostar bastante, me parece uma plataforma para justificar seus atos libidinosos de pedofilia. É praticamente ele dizendo “viu como todo ser humano é pervertido e mal, e não apenas eu?”
Essa minha impressão ficou ainda mais forte, quando o personagem do Peter Coyote faz uma comentário sobre a Mimi e sua inocência infantil, que beira as fantasias de um pedófilo. Me lembrou até certas passagens do livro Lolita, que são proferidas pelo Humbert. Alguns podem dizer que Polanski fez a uma crítica a si mesmo, mas duvido muito.
Mas polêmicas a parte, Lua de fel é um filme erótico bem potente. Eu não diria que ele explora a dinâmica de casais propriamente dito como algumas pessoas estão dizendo nos comentários, e sim sobre relações que chegam ao seu limite, precisam acabar urgentemente, mas seja por sadismo, medo ou comodismo, as pessoa continuam no mesmo lugar.
Isso é tão visível, que os dois casais apresentados estão na mesma situação, só que um deles já extrapolou o ponto do aceitável, e o outro está encaminhando para isso. E é interessante notar que a escolha das vítimas (Nigel e Fiona) pelo dois personagens centrais, não é aleatório, e sim porque eles identificam a mesma situação que vivem nesses dois desventurados. E por falar em casais; todos os quatro atores estão lindos e sensuais, e não digo apenas fisicamente, mas também nas suas atuações.
É uma história pesada, que só vai piorando, mas é contado com bastante senso de humor, e você acaba dando risada em alguns momentos, principalmente na segunda metade do filme.
Eu simplesmente acho o filme genial, e o Roman Polanski consegue trabalhar com esse tipo de assunto como poucos conseguem fazer. Eu super recomendo.
Mestres do Universo
3.7 97Bom, eu nasci bem no finalzinho dos anos 80, então eu não cresci assistindo esses desenhos.
Sei que eles reprisaram bastante nos anos 90, mas crianças da minha época já estavam na vibe da manchete e seus animes. Cavaleiros, Yuyu, Sailor moon, Shurato e por aí vai. O que vi, foi um episódio esporádico aqui, outro ali.
Dito isso, para quem não tem nenhuma relação nostálgica com He-Man, achei até bem divertido.
Não é um filme pra você ficar procurando pelo em ovo quanto ao roteiro, e o filme nem precisa ter um roteiro excepcional. O filme é bobo, brega, tem atuações canastronas…… enfim, a pura galhofa! Mas foi um acerto não se levar a sério, pois He-Man ficou muito legal dessa maneira. E que bom que o cinema está entendendo que esse tipo de franquia pode funcionar dessa forma. Mortal Kombat 2 está aí pra fortalecer essa ideia, e ao que tudo indica, Street Fighter está chegando para confirmar isso, e espero que dê muito certo.
Vale muito a pena o ingresso, se sua intenção é se divertir, e não ficar com puritanismo saudosista reclamando de tudo.
Uma ótima sessão para vocês.
Todo Mundo em Pânico
3.0 112Não sei porque as pessoas estão tão indignadas de o filme ter zoado um monte de gente, incluindo as pautas Wokes.
Eles já tinham feito isso nos outros filmes, ainda que nos anteriores esses assuntos não estivessem tão polemizados assim. Então todo mundo já sabia o que esperar.
Pelas entrevistas que o irmãos deram nos últimos anos sobre o politicamente correto, já era outro indício que eles não iriam passar a mão em ninguém.
Vocês são chatos pra caralho, isso sim! Estão tão afundados nesse meio ideológico, que nem conseguir rir de vocês mesmos, estão conseguindo mais. E acreditem, rir da gente mesmo, as vezes faz muito bem. A crítica que a Rolling Stones fez do filme, é vergonhosa! Na verdade não é uma crítica, e sim um espaço usado por um colunista raivoso, para atacar pessoas.
Dito isso, o filme é bem divertido. Não é uma obra prima, mas vamos relaxar um pouco, né pessoal.
Uma ótima sessão para vocês.
Tudo Sobre Minha Mãe
4.2 1,3K Assista AgoraTerceira vez que assisto esse filme do Almodóvar, e com certeza é um dos meus favoritos entre sua filmografia.
Tudo sobre minha mãe, é o típico filme que nas mãos de qualquer outra pessoa viraria galhofa, pelo tanto de absurdos que o filme te apresenta; e que venhamos e convenhamos, são situações bem exageradas.
Mas o Almodóvar é um mestre do melodrama, e consegue fazer tudo funcionar de maneira muito convincente. Eu gosto desse jeito direto que o Almodóvar tem para abordar assuntos polêmicos, sem nos passar aquela sensação de estar pisando em ovos. Muitas vezes, essa característica leva pessoas a pensar que ele está romantizando certos absurdos, quando na verdade ele apenas está expondo a vida como ela é, sem mentiras, e deixando o julgamento moral para o público.
Se olharmos para sua filmografia, ele se torna mais atual ainda nos dias de hoje, quando vemos todo esse falso moralismo da internet, onde todos estão preocupados com uma imagem, enquanto a vida de verdade está acontecendo lá fora, e ela não podia ser mais diferente!
Voltando ao filme; tudo que você já conhece do Almodóvar está aqui; desde suas cores vibrantes, até as atuações extremamente melodramáticas e uma história que sabe exatamente onde quer chegar.
Todas as atrizes são excelentes, mas o filme é todo da Cecília Roth, ainda que Antônia San Juan por vezes roube a cena com sua engraçadíssima Agrado.
Para mim esse filme só fica atrás de Mulheres a beira de um ataque de nervos, porque nesse temos a incrível Carmen Maura que eu adoro! Mas esse fica só um pouquinho atrás.
Assistam, pois vale muito a pena.
Uma ótima sessão para vocês.
Nascida Ontem
3.7 43 Assista AgoraA atuação da Judy Holliday não é ruim, na verdade é muito boa. Mas quando colocamos ela ao lado de Bette Davis e Anne Baxter por All About Eve, e Glória Swanson por Sunset Boulevard, a discrepância é muito grande.
Não só a atriz, como o filme pelo qual ela ganhou o prêmio, também é irrelevante perto dos outros dois. Não atoa os outros dois filmes citados viraram clássicos incontestáveis, e estão mais atuais do que nunca, ao passo que Born Yesterday ficou praticamente esquecido no churrasco.
Isso é a prova que o Oscar comete injustiças desde sempre. Hoje com certeza com muito mais frequência e de forma bem mais numerosa por edição, mas sempre houve essas gafes.
Born Yesterday, não é uma perda de tempo, e o filme entretém bem, mas não é nenhum clássico que você realmente precisa ter no seu repertório cinéfilo.
Uma ótima sessão para vocês.
Iron Lung: Oceano de Sangue
2.3 20Iron Lung tem boas intenções, mas esse é mais um caso, em que a coisa toda funcionaria bem melhor num curta-metragem, e não um filme de 2h.
O filme simplesmente não tem roteiro para sustentar tanto tempo, e mais da metade desse temp, você irá ver cenas e mais cenas repetitivas, com o personagem tomando as mesmas ações milhares de vezes.
Entendo que um curta não teria o mesmo alcance que o idealizador queria, mas já que é assim, tivesse encurtado isso para 80/70 minutos.
“Há mais é um filme experimental”.
Mais um motivo então para não ter se alongado tanto, ainda mais que o final é extremamente irritante, pois eu já esperava algo do tipo, e porque o filme simplesmente não explica porcaria nenhuma, e não vislumbro uma continuação para sanar minhas dúvidas.
Final aberto, é bom quando a história te dá algo de concreto, mas abre caminho para irmos além, e não quando inventam um monte de coisas que nem mesmo os criadores sabem explicar. Porque sim, está na cara que ninguém tinha uma solução para isso, e foi mais fácil acabar dessa maneira.
Nunca joguei o jogo, por isso não posso fazer comparações, mas não é porque a narrativa funciona no jogo, que irá funcionar no cinema. Ao meu ver, Iron Lung é uma grande perda de tempo. Só não dou uma estrela, pois existe muito esforço entre os envolvidos do projeto.
Uma ótima sessão para vocês.
O Aprendiz
3.7 228 Assista AgoraVi esse filme no início dos anos 2000, e já tinha até me esquecido dele. Na época não entendi nada, afinal, eu tinha 13 anos, e segunda guerra mundial não é um dos assuntos favoritos de um adolescente. Kkkkkk
Vendo hoje, depois de ter lido vários livros de história, ter visitado lugares históricos, sabendo que é baseado num conto do SK, que tem Ian McKeller e Ann Dowd (que na época não eram ninguém para mim) faz o filme ter outro sentido e apreciação.
Não estou dizendo que é um filme exemplar em fatos históricos, mas você ter conhecimento sobre o assunto, te faz captar toda a maldade em volta do roteiro e entender o caráter disforme dos personagens. E como adaptação, o diretor desse filme foi bem feliz, pois é uma das melhores baseada em algum trabalho do King.
Vale a pena conferir.
Uma ótima sessão para vocês.
PS: achei bem desnecessária a forma como Brad Renfro foi sexualizado no filme, tendo apenas 15 anos, e li coisas pesadíssimas sobre ele, envolvendo toda essa questão sexual. Depois da sua morte em 2008, esse debate foi reacendido, e com certeza esse rapaz sofreu abusos e foi totalmente negligenciado por Hollywood.
Brad Renfro morreu aos 25 anos, e seu caso não é isolado dentro dessa indústria. River Phoenix e Skye McCole Bartusiak, são outros casos de jovens atores totalmente negligenciados, e que tiverem suas vidas precocemente interrompidas. Extremamente triste.
Dia D
20Como que “Dia da revelação” virou “Dia D”? 🤡🤡
Essas distribuidoras, como sempre subestimando a capacidade de entendimento do público Brasileiro.
Enterramos os Mortos
2.6 54 Assista AgoraA ideia de tentar inovar com a temática zumbi, merece aplausos, ainda mais num gênero cada vez mais preguiçoso. Já o roteiro, é uma grande porcaria, pois nesse ponto ele é o mais genérico possível e sem graça possível.
Os atores são uma grande porcaria, com exceção da decadente Daisy Ridley, mais conhecida por Star Wars, que merecia novas chances de voltar ao primeiro escalão de Hollywood, afinal não estamos falando de uma atriz horrorosa, e sim de alguém bem competente.
Se vocês gostam do gênero, talvez valha a pena conferir, caso contrário, passem longe.
Uma ótima sessão para vocêsz
Criaturas Extraordinariamente Brilhantes
3.9 72É um filme bem legal, mas confesso que assisti só por conta da Sally Field. É sempre um prazer ver ela nas telas, ainda mais que seus trabalhos tem ficado cada vez mais raros. Só do seu penúltimo filme para esse, foi uma pausa de quase 10 anos.
Vale a pena conferir sem muitas expectativas.
Turistas
1.9 1,1K Assista AgoraO filme exagera em alguns esteriótipos? Sim. Mas mente sobre tudo? Infelizmente não pessoal, e não venham aqui bancar o patriota, pois vocês sabem que boa parte dessa imagem, o Brasil que vendeu, e ainda continua vendendo.
Tanto é, que uma atriz americana muito famosa, disse que 95% da população brasileira é de pretos, e não tem ninguém que os represente. E ela disse que foram os próprios Brasileiros que lhe falaram isso. 🤡🤡🤡
Ou seja, americanos desconhecem que nosso país é igual o deles, ou seja, uma grande miscegenação de imigrantes, e quando ela fala que não existem que os represente, é como se não tivéssemos personalidades famosas no Brasil, e que somos um bando de carentes ignorantes. Mas nem tudo que eles acham, é um estereótipo, e sim o que nós vendemos. Um exemplo? Vocês acham que um clipe da Anitta na favela, fazendo boquete num cara, vende o que?
O Brasil é cheio de coisas boas e lugares bonitos, mas que nunca foram vendidos da maneira correta, pois existe alguém lucrando com a divulgação do nosso lado mais sujo. Não pensem vocês, que o sexo fácil no Brasil, é vendido de forma aleatória mundo afora, apenas como um simples esteriótipo.
Sobre o filme: é divertido. Um pouco escuro, mas ainda consegue gerar algumas cenas bonitas. As mortes são sem criatividade, mas também não comprometem, e os atores estão dentro do que se espera nesse tipo de filme.
Uma ótima sessão para vocês.
Presente Maldito
2.2 68 Assista AgoraFilme ruim demais, e como sempre, Dakota Fanning entregando uma atuação medíocre. Eu não sei o aconteceu com ela; quando criança era tão boa, agora………
E esses títulos brasileiros, hem?
Mais um que entra para seara dos “malditos”.
Tudo é maldito para essas distribuidoras brasileiras. 😂😂😂😂😂😂😂
A Baleia
4.0 1,2K Assista AgoraFilme sobre um gordo, que comeu até a comida sair pelo nariz, e depois acontece várias situações para o público se compadecer do saco de banha, e de quebra sobra espaço (sim sobra, o gordo não ocupou todo o espaço) até para falar mal do religioso.
Ruim pra cacete.
Não recomendo. Muito pesado esse filme. 😂😂
O Som da Morte
2.3 83 Assista AgoraPoderia tranquilamente ser mais um episódio da franquia premonição. Todos os conceitos estão lá, e o filme até merece créditos por tentar trabalhar com esses temas de maneira diferenciada, e não ser preguiçoso nesse sentido.
As baboseiras do roteiro, como por exemplo: alguém na chuva sofrendo e lamentando, enquanto duas pessoas no quarto ao lado estão trepando, eu relevo, pois essas idiotices são típicas desses filmes.
Agora o final, é indefensável! É no nível mais brochante que você possa imaginar. E se o roteiro não teve preguiça de trabalhar os conceitos relacionados a morte, eles despejaram toda essa preguiça no final.
Mas para compensar (não te todo) o filme tem uma cena pós crédito até que interessante, que melhora um pouco a situação.
Acima eu fiz uma comparação com premonição, e sendo justa, esse filme até que consegue ser bem melhor que muitas das continuações de premonição.
No frigir dos ovos, vale uma conferida sem muitas expectativas.
Uma ótima sessão para vocês.
Eles Vão Te Matar
3.2 161 Assista AgoraO primo pobre de Casamento sangrento, só que entupido de referências, sendo a mais óbvia Kill Bill, recheado de moralismo barato de Hollywood.
O filme é tão chato que não via a hora de acabar.
Uma das grandes merdas do ano.
Uma ótima sessão para vocês.
O Diabo Veste Prada 2
3.5 228O Diabo veste Prado 2, é apenas aquela continuação legalzinha, que existindo ou não, nenhuma diferença faria.
Além disso, as personagens pouco evoluíram em relação ao primeiro, e agora elas parecem apenas figuras apagadas e caricatas de si mesmas. A reunião dessas personagens, por si só não faz sentido, já que o primeiro filme acaba com cada uma seguindo seu caminho e, entendo seu lugar no mundo.
É divertido? Sim. As atrizes são boas? Claro. Desperta nostalgia? Óbvio. Mas no final do dia, nada disso importa quando você percebe que o filme é genérico, e que dificilmente valeria o replay.
Uma ótima sessão para vocês.
Forbidden Fruits
2.5 17Forbidden Fruits é o típico filme que não sabe o que quer ser, e chega envernizado de vários outros filmes.
As mais perceptíveis são Mean Girls e The Craft, e flerta até com premonição.
Claro que tudo isso só poderia dar nessa porcaria rocambolesca. Mas o filme tem seu mérito por expor como o feminismo é uma coisa totalmente falida! Digo mérito, porque provavelmente a intenção não era essa, e o tiro saiu pela culatra. Para vocês verem ninguém se entende nessa porra.
As garotas são lindas, principalmente a atriz que faz a Apple, mas o que elas tem de bonita, tem de péssimas atrizes. Apesar de elas serem lindas, o figurino é brega e não valoriza suas belezas, com excessão da Apple, ao qual o roteiro quis dar mais importância, então investiram bastante na sua aparência.
Filme fraco, que jamais se tornará um cult do gênero, e daqui alguns meses ninguém mais se lembrará que ele existiu.
Assista e tire suas conclusões.
Uma ótima sessão para vocês.
O Jogo do Predador
2.8 181 Assista AgoraDentro do gênero, achei um filme bem honesto, pois você dá o play sabendo exatamente o que vai encontrar. Não te promete nada, não fala mal de ninguém, só que te divertir. O filme é curto, objetivo e com ótimas cenas de ação, ainda que os efeitos fiquem devendo em certos momentos.
A inspiração em Amargo pesadelo é nítida, e o filme sabe fazer bom uso dessa inspiração. Sem falar que temos a lindíssima Charlize Theron no papel principal, e é sempre um grande prazer vê-la em ação, com sua figura enigmática.
Dito isso, comparando com filmes dentro dessa ceara, pra mim vale as 4 estrelas.
Uma ótima sessão para vocês.
Um Tira no Jardim de Infância
3.0 541 Assista AgoraAquele tipo de filme, que tem horas que faz bem assistir, e é uma pena que filmes como estejam desaparecendo do radar dos Studios, quando falamos de filmes para massas.
Não estamos falando de um grande clássico, e muito menos de grandes atuações, mas é uma história bem conduzida, não tem pretensões, e o único propósito do filme é colocar um sorriso no seu rosto, e te aquecer o coração, e isso tem muito valor num mundo tão pessimista, e cada dia mais frio e banal quando falamos das relações humanas.
Vale a pena.
Michael
3.8 362Péssimo filme! Fui assistir apenas porque gosto no Michael Jackson, mas eu já sabia o que esperar. Cinebiografias onde familiares estão envolvidos aparando as arestas, nunca resulta em algo bom.
E mais; esse filme é da mesma produtora do péssimo Bohemian Rhapsody, e tudo que aquele filme tem de ruim, você encontrará aqui. Depois daquela porcaria de filme, cinebiografias tem pipocado aos montes, e são um pior que o outro. Figuras icônicas como Amy Winehouse, Maria Callas, Whitney Houston e Elvis, ganharam filmes medíocres que não são merecedores deles, e Michael repete o feito.
Janis Joplin e outros estão vindo por aí, e minhas expectativas são zero. Vocês imaginam um filme da Janis Joplin, uma figura cheia de polêmicas, sendo retrata num filme aos moldes Bohemian Rhapsody? Pois é, mas provavelmente é o que vai acontecer.
Aqueles fãs mais idiotas e ensandecidos vão gostar, e assim como no filme do Freddie Mercury, eles vão se emocionar com as músicas que funcionam como uma venda nos olhos, para a maioria não reparar no lixo que esse filme é.
Bohemian Rhapsody
4.1 2,2K Assista AgoraQue surto coletivo esse filme.
E como que tiveram coragem de dar o Oscar de melhor ator para o Rami Malek, com aquela dentadura parecendo um coelho? 😂😂😂😂
Um dos maiores equívocos da história do Oscar.
O filme é uma bosta, entediante, mal filmado, mal atuado, não se aprofunda em nada, pois quer cobrir a vida do cara inteirinha, e acaba parecendo uma coleção de recortes de jornal.
Entusiastas da banda e emocionados vão adorar, pois o filme faz exatamente isso; apela para emoção, pra esconder toda merda no ralo.
Péssimo! Com certeza não indico.
Casamento Sangrento: A Viúva
3.3 108Casamento sangrento A viúva, é bem divertido, e o fato de começar exatamente do ponto onde o primeiro parou (apesar de estar na cara que essa continuação com certeza não estava nos planos, visto que demorou quase 7 anos para sair) é bem sacado, pois o roteiro não precisa perder tempo em explicar o que a personagem fez nesse meio tempo, e nos joga diretamente dentro da ação.
E por incrível que pareça, o corte abrupto das cenas de ação desenfreada, é o maior ponto fraco de tudo.
O filme pega uma tração muito bacana numa cena que eu acho maravilhosa, embalada por Total eclipse of the heart da Bonnie Tyler, e a partir desse ponto o roteiro cresce bastante, e a personagem da Samara também (pelo menos deram a entender isso). Mas essa crescente é cortada de maneira abrupta, para dar um desfecho totalmente morno para personagens, o que me brochou bastante. Achei tão desnecessário tudo que veio depois, pois Casamento sangrento perdeu a oportunidade de ser um grande filme de ação com muito bom humor, e se contentou em ser apenas um terrir bestinha. Faltou coragem de se entregar pro quebra pau literalmente, e mandar tudo pros ares.
É divertido, mas poderia ter sido muito mais.
Uma ótima sessão para vocês.
Os Olhos da Cidade são Meus
3.6 80Para quem gosta do estilo, deve ser um prato cheio. No meu caso, eu achei uma grande porcaria e bem tedioso.
De todos os filmes do Bigas Luna, acho esse o pior, e o mais diferente da sua filmografia. Talvez esse filme foi sua tentativa de ingressar no mercado internacional, o que provavelmente não deu certo, já que o filme é ruim, e sufoca o cinema criativo do diretor, para se adaptar ao mercado americano.
O filme usa o artifício da metalinguagem, e a ideia de duas histórias correndo ao mesmo tempo é criativa, e até certo ponto surpreende, mas o roteiro é repetitivo pois em ambas as histórias estamos vendo a mesma coisa (eis á metalinguagem usada no filme). Como se não bastasse, é difícil você se concentrar num filme com atuações tão bosta como a desse filme.
Não recomendo, mas como você não dar atenção a minha opinião, assista do mesmo jeito e seja feliz.
Uma ótima sessão para vocês.
Jámon, Jámon
3.6 64Jamon Jamon, é aquele tipo de filme que se você tiver o cérebro de uma ostra, você enxergará a linha narrativa do filme de uma forma direta, e achará tudo um grande clichê.
Mas a sacada do filme está exatamente nesse ponto; pegar os clichês, e desnudar o interior do ser humano através deles. E não é desnudar de maneira simplista, e sim da forma mais cruel possível, e de preferência em seu estado primitivo mais latente, com altos doses de erotismo, mas aqui de uma forma bem animalesca, que por vezes causa certa repulsa.
Resumindo: o diretor não está preocupado com clichês, mas o quanto aqueles personagens podem ser sórdidos, estranhos e imorais, e essa intenção fica bem clara quando os créditos finais sobem, e o nome dos personagens que os atores interpretam ganham títulos bem de acordo com a personalidade deles, e que sinceramente me arrancou boas risadas.
Muita coisa pode não fazer sentido para pessoas que não conhecem a cultura espanhola, pois o filme possui características bem regionais, mas ainda assim o filme é bem entendível e te proporcionará um bom entretenimento. Fora o humor do cinema espanhol que me agrada bastante.
Bigas Luna não é dos melhores diretores que já pisaram na face da terra, mas ainda assim ele sempre foi extremamente competente dentro do seu cinema particular, e muito melhor que muita bosta superestimada por aí.
Uma ótima sessão para vocês.
Lua de Fel
3.9 387Roman Polanski em mais um de seus filmes polêmicos, que apesar de eu gostar bastante, me parece uma plataforma para justificar seus atos libidinosos de pedofilia. É praticamente ele dizendo “viu como todo ser humano é pervertido e mal, e não apenas eu?”
Essa minha impressão ficou ainda mais forte, quando o personagem do Peter Coyote faz uma comentário sobre a Mimi e sua inocência infantil, que beira as fantasias de um pedófilo. Me lembrou até certas passagens do livro Lolita, que são proferidas pelo Humbert. Alguns podem dizer que Polanski fez a uma crítica a si mesmo, mas duvido muito.
Mas polêmicas a parte, Lua de fel é um filme erótico bem potente. Eu não diria que ele explora a dinâmica de casais propriamente dito como algumas pessoas estão dizendo nos comentários, e sim sobre relações que chegam ao seu limite, precisam acabar urgentemente, mas seja por sadismo, medo ou comodismo, as pessoa continuam no mesmo lugar.
Isso é tão visível, que os dois casais apresentados estão na mesma situação, só que um deles já extrapolou o ponto do aceitável, e o outro está encaminhando para isso. E é interessante notar que a escolha das vítimas (Nigel e Fiona) pelo dois personagens centrais, não é aleatório, e sim porque eles identificam a mesma situação que vivem nesses dois desventurados. E por falar em casais; todos os quatro atores estão lindos e sensuais, e não digo apenas fisicamente, mas também nas suas atuações.
É uma história pesada, que só vai piorando, mas é contado com bastante senso de humor, e você acaba dando risada em alguns momentos, principalmente na segunda metade do filme.
Eu simplesmente acho o filme genial, e o Roman Polanski consegue trabalhar com esse tipo de assunto como poucos conseguem fazer. Eu super recomendo.
Uma ótima sessão para vocês.