Mais uma história de pura especulações, para justificar uma criminosa. Pior que essa não é a primeira produção sobre esse caso que faz isso.
Não existem provas que ela tenha vivido um romance com a emprega. Então motivações de cunho lésbico não tem veracidade.
Não existem provas que seus pais eram abusivos. Outro fato sem veracidade.
A teoria mais aceita como motivação dos crimes dessa vagabunda, é algo totalmente suzane von richthofen!
É muito engraçado como está virando moda deturpar casos de criminosas, para justificar crimes cruéis cometidos por mulheres. É só ver o caso de Elize Matsunaga. 💩💩💩 Ou da vagabunda que que saiu sorrindo de um tribunal fazendo coraçãozinho, após ser conivente com a morte do filho. 🤡🤡
Não me surpreenderia se no futuro tivermos séries ou filmes passando pano para Suzanne, Paula Thomáz, Candy Motgomery, Anna Carolina Jatobá, Lindsay Clancy, Flordelis, Ilse Koch, Ana Paula Veloso, Ana Flávia Martins Menezes, as velha de Pernambuco que fizeram salgados de carne humana, etc etcetera.
Segunda tentativa em assistir uma dessas minisséries da Globo, e dessa vez escolhi Hilda Furacão, que provavelmente deve ser uma das mais famosas.
Pois bem; cheguei apenas até o episódio 06, e resolvi largar, pois isso não passa de uma novela com ceninhas picantes para fazer a alegria do público da TV aberta dos anos 90.
O elenco talvez seja o que há de melhor, e é uma pena que alguns sejam tão mal aproveitados, sendo jogados na trama apenas para interpretar esteriótipos ou servir de alívio cômico bem aos moldes novelescos da época.
Já os diálogos, provavelmente é o que a de pior, pois junto das cenas, são extremamente expositivos, não deixando espaço para confabulações, muito menos para imaginação do telespectador.
É recorrente vermos cenas da Hilda furacão, seguidas por cenas do padre soltando frases do tipo “aiiiii tem alguma coisa me chamando”. Não existe mistério a ser desvendado, já que o texto trata a audiência como um bando de burros, ao qual tudo precisa se explicado, deixando a dinâmica bem exposta para compreender o que está sendo exibido. E talvez seja isso mesmo, já que o público médio da Globo, ainda hoje, não é dos mais inteligentes.
Agora o roteiro; essa tendência de romantizar a prostituição, sempre esteve em alta no meio do entretenimento. Se for a história da riquinha que “desafiou a sociedade” para viver na putaria, o negócio chama ainda mais atenção, e induz tudo que pode haver de pior na sociedade. Vamos lá pessoal; prostituição ou uma vida de lascívias não liberta ninguém, e é uma maneira bem esteriotipada de apresentar mulheres na mídia. Mesmo porque, a própria Hilda original não era uma mulher abastada, e só Deus sabe o que a levou a buscar tal profissão.
Claro que você pode assistir esse tipo de programa, e eu jamais seria moralista em dizer que eles não devam existir. Mas consumir conteúdos como esse sem conceber ideias erradas do que é ser uma mulher livre e que desafia a sociedade é extremamente importante. Mas a Globo sempre adorou retratar a mulher como objeto sexual, com a falsa visão do “aiii sou contra o moralismo”. Ser contra o moralismo não é isso pessoal, mas os comentários nessa página provam que a Globo segue influenciando uma parte da população com suas besteiras.
Querem ver mulheres sendo tratadas sem moralismo? Vão ler Nelson Rodrigues pessoal.
Mas tudo isso poderia ser apenas um detalhe se o texto não fosse tão cafona, engessado, e apenas um repeteco do que vimos nossos pais assistirem na Globo inúmeras vezes. Só muda a roupagem e passa um verniz, mas está lá, a mesma coisa pronta para o público engolir a seco.
O que encanta, com certeza é a beleza da Ana Paula Arosio, um dos seres mais bonitos que pisaram nessa terra, e que no seu auge, rivalizaria tranquilamente com qualquer celebridade de Hollywood. Um rosto extremamente perfeito e de dar inveja.
Uma outra coisa que merece destaque, antes que eu encerre esse texto que já está longo demais, é a bela música de abertura, na voz igualmente linda da Nana Caymmi. Um esplendor de canção. A letra da música merece muito ser apreciada com atenção.
Mas é isso; cansei de tentar assistir esses programas da Globo, e essa será minha última empreitada, que por sinal foi incompleta, mas não tenho vontade de seguir até o final.
O pior foi ouvir o tampão de foça da irmã do assassino, dizer: estou perdendo meus pais, meu irmão….. 🤡🤡🤡🤡
É uma vagabunda mesmo! A família da vítima que perdeu a moça.
Aliás, a família inteira do cara é um grande lixo! Como você dorme sabendo que seu filho matou alguém, e que o ente querido de uma família está apodrecendo a céu aberto em algum canto do mundo?! Imagine o estado avançado de decomposição do corpo dessa garota.
E a pobre da Gabby marcou bobeira, infelizmente. Na primeira briga do carro já era para ele ter caído fora.
De um certo modo, a culpa é dela também, pois tudo na nossa vida tem consequências, e ela escolheu continuar aquilo, mesmo após ser agredida.
O problema da maioria das pessoas, é não reconhecer que está fazendo merda, insistir na merda, até chegar num ponto que o cheiro é insuportável e não ter mais como se limpar.
Prestem atenção aos sinais, conselhos, avisos de pais e amigos, na família de quem vocês se envolvem, jamais trate grosserias que fogem do aceitável ou agressões por menor que seja, como algo ocasional e sem importância. Nada na nossa vida passa batido, e tudo tem consequências para o bem ou para o mal.
Assistindo pela segunda vez, e aqui a série já começou a cair bastante de qualidade. Simplesmente se resume a briga de facções e planos mirabolantes de vingança. Repetitiva e cansativa, e muito longe da qualidade da temporada de estreia.
Bom, eu gosto do Michael artista, e isso me basta. A vida pessoal já é outros quinhentos, e é aí que mora o perigo quando pessoas começam a endeusar esses artistas, chegando ao ponto de dizer que os amam. 🤡🤡🤡🤡
Porra de amar o que gente! Amor é convivência, e vocês confundem amor com admiração.
Se ele era um pedófilo ou não, jamais iremos saber, pois o personagem principal disso tudo já está morto. É um caso bem complexo, e devemos lembrar que o fato de ele ter sido inocentado, não quer dizer que ele realmente seja inocente. Como a coisa toda ficou totalmente no ar, acreditar ou não na inocência dele, virou um ato de crença interior para cada indivíduo como se fosse uma fé religiosa. Cada um irá pegar os inúmeros relatos do caso, e criar sua própria linha narrativa para seus achismos pessoais.
Tem a parcela que acredita 100% em sua inocência, a outra que acredita 100% em sua culpa, e temos também aquelas pessoas que ficam no muro da indecisão, que é o meu caso.
De qualquer forma, é sempre importante fazer aquele exercício de separar a pessoa de sua obra, e como artista, ele foi gigante em todos os sentidos e isso não se discute. Provavelmente jamais tornaremos a ver um fenômeno igual o Michael Jackson, e isso diz muito sobre o que ele representou e ainda representa para a indústria do entretenimento.
Falando sobre o documentário: eu achei que os dois lados da moeda tiveram espaço, expuseram suas ideias; mas como eu já havia dito, é um caso que não tem uma conclusão satisfatória, e é exatamente por isso que o documentário acaba sendo mais do mesmo, e só vai te oferecer mais algumas pecinhas para você encaixar nesse lego infinito.
Eu sinceramente não sei o que as pessoas esperavam dessa série. Para mim foi melhor que a segunda temporada. É a melhor coisa do mundo? Não. Alguns personagens tiveram questões mal resolvidas? Sim. Mas no frigir dos ovos, tem coerência em relação aos personagens iniciais da série. Mas vocês queriam o que? Que os personagens fizessem merda o tempo inteiro, e jura que tudo ia acabar bem? 🤡🤡
Fecharam o ciclo de vícios dos personagens, e cada um teve que arcar com o peso de suas escolhas. Na verdade, é uma mensagem bem coerente, ainda mais nos dias de hoje, onde todo mundo só quer saber de privilégios, mas ninguém quer as consequências. Nada nessa vida passa batido, simples assim.
Bando de gente louca! Mas o que mais me impressiona, é a inocência e insistência das vítimas, em manter essas relações e confiar nesses monstros. Parece até surreal algumas atitudes. Tem pessoas que são altamente manipuláveis, e se transformam em alvos perfeitos.
Quanto a série: tirando o primeiro episódio, achei a nova temporada mais cansativa, e com casos menos interessantes. Talvez não sejam os casos que são menos interessantes, e sim a forma como foram montados e dirigidos. Me soaram bem cansativos e inconsistentes. Mas de qualquer forma, vale o entretenimento.
Cansei! Essa era a única produção de herói, que eu ainda tinha vontade de assistir. Mas esse ano deixou bem claro, que essa série é infantil demais, com um pouquinho de sangue para as pessoas dizerem “noffa, como essa série é adulta” 🤡🤡
Não é pior que aquela bosta da Amazon, mas ainda assim não é bom. Paro por aqui.
Que bosta esse negócio. Não assisti na época, mas tentei agora por se tratar de um “clássico da dramaturgia brasileira” (se o clássico é essa merda, imagina o resto).
O texto é descaradamente inspirado em Lolita, e não falo do filme do Kubrick e sim do livro do Vladmir Nabokov. O tema e diálogos não me incomodam, pois não é porque o assunto pareça ser romantizado, que propriamente quem escreveu tenha feito isso. É uma fórmula narrativa de se criar uma crítica, e deixar o julgamento moral para o público. Almodóvar faz muito isso nos seus filmes.
O meu problema com Presença de Anita, é o roteiro horroroso, seus diálogos expositivos, e as atuações vergonhosas do elenco inteiro. Nada se salva! A direção é uma merda, a cenografia é uma merda, elenco merda, tudo é uma grande bosta!
Eu juro que tento assistir as porcarias que essa emissora produz, mas simplesmente não vai! Não percam seu tempo assistindo essa merda! Assisti 4 episódios, e acho que fui longe demais com esse torrolo televisivo.
Lixo televisivo. Se a original já era ruim, essa aqui conseguiu ser apenas um repeteco. Joguem essa bosta de franquia no limbo.
O Hulu está achando que tem um GOT nas mãos, onde existe inúmeras possibilidades para expandir, mas não, não tem. Essa narrativa já era extremamente limitada para terem feito aquele monte de temporadas na original, o que dirá de um Spin-off.
É um ótimo anime, só que assim como o mangá, com o tempo se torna repetitivo, ainda que tenhamos algumas revelações pontuais e alguns episódios em que a vida dos pilotos é desnudada.
Em muitos momentos, o anime prefere seguir seu próprio rumo, principalmente o que concerne ao final. Tanto um quanto o outro, fecha de maneira coerente ao meu ver, e não vejo problema o anime ter mudado isso.
Só nada dou nota máxima, pois o anime tem um furo bem besta, que diz respeito ao número de batalhas X piloto.
[spoiler][/spoiler] eram 15 batalhas, e o time ficou desfalcado em dois, pois um morreu e a outra não fez o acordo. Para compensar, os dois oficiais fizeram o acordo. Só que um dos personagens lutou duas vezes. A primeira batalha o inimigo cometeu suicidio, e a outra ele venceu. Teoricamente não haveria necessidade da Kana fazer o acordo.
Acho essa versão bem melhor que Amor e morte. Elizabeth Olsen é excelente, mas Jessica Biel, apesar de não ser uma grande atriz, conseguiu acertar o ponto melhor que sua colega.
Amor e morte tem um formato mais novelesco de dramalhão, enquanto que essa foi mais crua e quase documental, sem falar que pelo fato de serem 5 episódios, ela consegue ser mais direta, descartando passagens desnecessárias.
PS: acho engraçado as pessoas dizendo que a série é lenta, quando na verdade ela possui um ritmo extremamente acelerado. O problema não é a série, e sim vocês que estão com o pico de ansiedade lá em cima.
Se vocês acham isso aqui lento, se pegarem séries como Sopranos, The Wire ou The americans, aí vocês se matam, né?
Essa serie saiu bem próxima ao lançamento de Candy em 2023, e como eu já havia assistido a série com a Jessica Biel, deixei essa de lado para a posteridade. 2 anos depois, resolver assisti-lá, e sem nenhuma dúvida, Candy é bem melhor.
Candy é mais direta ao ponto, mais real aos fatos e caracterizações, e é menos dramatizada, tudo que Amor e morte não é.
Suspeito que a produção dessa série sabia que a concorrência já estava adiantada no assunto, e se perguntaram, o que podiam fazer de diferente para não ser tudo igual? A resposta foi esse texto mais novelesco.
Os atores são ótimos, e a Elizabeth Olsen é muito competente, mas mais uma vez eu fico com Candy e a atuação da Jessica Biel, que por mais que não seja uma grande atriz, acertou muito bem o tom da Personagem, criando até uma carga de humor negro que casou como luva.
Amor e ódio é uma boa história sim, mas se você procura algo mais cru e realista, Candy seria uma opção melhor. Ou assista as duas como eu fiz, e pronto, problema resolvido. Rsrs
Interessante, mas repetitiva. É apenas mais uma série qualquer, baseada em romances de fundo de quintal. Li um dos volumes (não possui tradução em português) e é extremamente fraco.
Ella Purnell é uma ótima atriz e, merecia mais chances em papéis com maior destaque. Essa aparência exótica que ela possui, principalmente os olhos que são seus atributos mais chamativos, resultam excelentes nuances em sua atuação.
Vale para conhecer a história, isso claro, se você ainda não conhece. Mas achei tudo muito expositivo, e grande parte das atuações são pavorosas.
Os três últimos episódios, foram difíceis de terminar, mas segui em frente bravamente. Acredito que um bom corte de núcleos (muitos personagens desnecessários) e talvez um filme ao invés de minissérie, teriam resolvido boa parte dos problemas dessa produção.
Compreendo a comparação com Chernobyl, mas tal comparação é pelo assunto, e não pela qualidade ao qual existe um abismo entre as duas.
E não é só pelo investimento milionário que Chernobyl é incomparável, e sim pelo todo, principalmente as atuações magistrais do elenco.
Mais uma série que transforma o homem no pior ser do mundo, e a mulher uma vítima das circunstâncias, mesmo quando ela é uma vagabunda que trepou com o quarteirão inteiro.
É certo que existem relatos que a família do marido de Locci chegou a dizer que ela precisava morrer, e todos aqui concordamos que o fato de ela ser uma puta, não justifica ela ser assassinada por isso, não é mesmo? Mas isso não exime ela de culpa pelas suas atitudes, e a série tenta exatamente isso; justificar o fato de ela ser uma grande vagabunda e não ter um pingo de freio moral, já que estava trepando com um de seus amantes, com o filho de 7 anos no banco de trás. Mostram até uma ceninha (totalmente carente de fatos) dela fugindo de um casamento arranjando, para o público ficar com muita pena da Locci. 🥲🤡🤡
E antes que cheguem os moralistas de plantão; claro que havia uma inexistência de freio moral nos amantes da Locci, afinal, vários deles eram casados. Mas falo justamente dela, pois o foco da série em si, é na figura dela, e é essa figura que tentam vitimizar como a pobre coitada que sofria misoginia.
Falando sobre a série: ela possui personagens não verídicos, e na minha opinião não precisa disso, pois personagens interessantes nesse caso é o que não faltam.
E eu não sei se a intenção aqui era deixar o roteiro fragmentado, para ter simular o que foi a investigação desse caso, mas isso não funciona muito bem na tela, pois por mais que saibamos que o caso nunca foi resolvido, ainda assim um roteiro mais sucinto, e que nos direcionasse para algo (mesmo que não seja concreto) seria bom.
O que resta nessa minissérie, é a bela produção que não nega sua inspiração no maravilhoso Zodíaco do David Fincher. Eu amei a ambientação, a fotografia, atmosfera e o jeito que ela foi filmada. Pena que o roteiro está longe de ser magistral como o filme já citado. Claro que eu não esperava algo do mesmo nível, pois acho quase impossível replicar o que foi feito em Zodíaco, mas podia ter sido bem melhor.
Impossível não se emocionar no final, ouvindo esse monstro falando sobre as vítimas, e vendo o rosto de cada uma delas, e imaginando tudo que elas poderiam ter sido em suas vidas.
Tirando por esses 5 primeiros episódios, duvido muito que meu conceito sobre essa série mudará até o final.
Essa história na mão de outra pessoa, poderia ter dado uma minissérie extremamente elegante, no nível das primeiras temporadas de The Crown. Mas nas mãos do Ryan Murphy, soa tudo caricato, vulgar, e ele tem essa mania fetichista de sexualizar tudo que ele taca a mão. Sinceramente, esse cara deve ter problemas sexuais.
Como se não bastasse, os personagens se comportam como jovens da geração atual, e não como adultos dos anos 90, e nem os cenários me transportam para aquela época. Até a militância que eles escolhem levantar bandeira é destoante, se formos fazer uma recapitulação do que foi a indústria do entretenimento nos anos 80/90. Sabe, você não precisa estar esfregando moralismo barato na cara das pessoas o tempo todo, ainda mais nos dias de hoje, com tanto escândalo envolvendo pessoas de Hollywood e milionários, onde nós sabemos que “moralidade” deve ser a última palavra do vocabulário deles.
Vou terminar de assistir, mas lamento que uma história tão bacana, tenha caído nas mão desse cara, que é uma das figuras mais Overrated da TV americana.
A segunda temporada de O Silo, deu uma boa decaída na questão narrativa, e no ritmo.
Quando falo da questão narrativa: é pelo fato de ela prometer muito, e entrega pouco, núcleos e personagens desnecessários, e muitos desses personagens além de desnecessários, são chatos, como por exemplo, todo aquele pessoal da mecânica, e o par romântico de idosas, que não agregam nada na narrativa, e não consigo imaginar como alguém consegue comprar uma relação tão sem química das duas atrizes, que por sinal são pessimas!
O núcleo do Silo é quase que totalmente desinteressante, com apenas alguns pontos bem estratégicos entre os episódios, para segurar a audiência. Já o da Rebecca Ferguson, é quase tão desinteressante, mas ainda assim é o que a série entrega de melhor, pois a série é a Rebecca Ferguson!
Agora na questão ritmo: aqui temos sérios problemas, não só pela cadência morosa dos episódios, mas pelos cortes abruptos nas cenas de ação, o que acaba com a imersão do telespectador em momentos de perigo. É muito ruim!
Eu li esses livros uns 12 anos atrás, e eles não eram grande coisa, e possuíam uma prosa bem pobre. A serie tenta se manter fiel, mas poderia se desvencilhar em muitas questões desses livros para tentar fazer algo melhor, mas está perdendo a oportunidade.
Irei continuar a série, só porque as duas últimas temporadas já foram gravadas, e vão estrear em anos consecutivos, e pela presença enigmática da Rebecca Ferguson, se não, abandonaria sem pensar duas vezes. Vamos ver o que nos aguarda.
Monstro (4ª Temporada) - A História de Lizzie Borden
3.1 29 Assista AgoraMais uma história de pura especulações, para justificar uma criminosa. Pior que essa não é a primeira produção sobre esse caso que faz isso.
Não existem provas que ela tenha vivido um romance com a emprega. Então motivações de cunho lésbico não tem veracidade.
Não existem provas que seus pais eram abusivos. Outro fato sem veracidade.
A teoria mais aceita como motivação dos crimes dessa vagabunda, é algo totalmente suzane von richthofen!
É muito engraçado como está virando moda deturpar casos de criminosas, para justificar crimes cruéis cometidos por mulheres. É só ver o caso de Elize Matsunaga. 💩💩💩
Ou da vagabunda que que saiu sorrindo de um tribunal fazendo coraçãozinho, após ser conivente com a morte do filho. 🤡🤡
Não me surpreenderia se no futuro tivermos séries ou filmes passando pano para Suzanne, Paula Thomáz, Candy Motgomery, Anna Carolina Jatobá, Lindsay Clancy, Flordelis, Ilse Koch, Ana Paula Veloso, Ana Flávia Martins Menezes, as velha de Pernambuco que fizeram salgados de carne humana, etc etcetera.
A Leste do Éden
5Mais um grande livro que Hollywood e a Netflix vão cagar.
Monstro (4ª Temporada) - A História de Lizzie Borden
3.1 29 Assista AgoraEsperem um roteirinho bem feminista passando pano para a psicopata. 🤡🤡
Hilda Furacão
4.0 102 Assista AgoraSegunda tentativa em assistir uma dessas minisséries da Globo, e dessa vez escolhi Hilda Furacão, que provavelmente deve ser uma das mais famosas.
Pois bem; cheguei apenas até o episódio 06, e resolvi largar, pois isso não passa de uma novela com ceninhas picantes para fazer a alegria do público da TV aberta dos anos 90.
O elenco talvez seja o que há de melhor, e é uma pena que alguns sejam tão mal aproveitados, sendo jogados na trama apenas para interpretar esteriótipos ou servir de alívio cômico bem aos moldes novelescos da época.
Já os diálogos, provavelmente é o que a de pior, pois junto das cenas, são extremamente expositivos, não deixando espaço para confabulações, muito menos para imaginação do telespectador.
É recorrente vermos cenas da Hilda furacão, seguidas por cenas do padre soltando frases do tipo “aiiiii tem alguma coisa me chamando”. Não existe mistério a ser desvendado, já que o texto trata a audiência como um bando de burros, ao qual tudo precisa se explicado, deixando a dinâmica bem exposta para compreender o que está sendo exibido. E talvez seja isso mesmo, já que o público médio da Globo, ainda hoje, não é dos mais inteligentes.
Agora o roteiro; essa tendência de romantizar a prostituição, sempre esteve em alta no meio do entretenimento. Se for a história da riquinha que “desafiou a sociedade” para viver na putaria, o negócio chama ainda mais atenção, e induz tudo que pode haver de pior na sociedade. Vamos lá pessoal; prostituição ou uma vida de lascívias não liberta ninguém, e é uma maneira bem esteriotipada de apresentar mulheres na mídia. Mesmo porque, a própria Hilda original não era uma mulher abastada, e só Deus sabe o que a levou a buscar tal profissão.
Claro que você pode assistir esse tipo de programa, e eu jamais seria moralista em dizer que eles não devam existir. Mas consumir conteúdos como esse sem conceber ideias erradas do que é ser uma mulher livre e que desafia a sociedade é extremamente importante. Mas a Globo sempre adorou retratar a mulher como objeto sexual, com a falsa visão do “aiii sou contra o moralismo”. Ser contra o moralismo não é isso pessoal, mas os comentários nessa página provam que a Globo segue influenciando uma parte da população com suas besteiras.
Querem ver mulheres sendo tratadas sem moralismo? Vão ler Nelson Rodrigues pessoal.
Mas tudo isso poderia ser apenas um detalhe se o texto não fosse tão cafona, engessado, e apenas um repeteco do que vimos nossos pais assistirem na Globo inúmeras vezes. Só muda a roupagem e passa um verniz, mas está lá, a mesma coisa pronta para o público engolir a seco.
O que encanta, com certeza é a beleza da Ana Paula Arosio, um dos seres mais bonitos que pisaram nessa terra, e que no seu auge, rivalizaria tranquilamente com qualquer celebridade de Hollywood. Um rosto extremamente perfeito e de dar inveja.
Uma outra coisa que merece destaque, antes que eu encerre esse texto que já está longo demais, é a bela música de abertura, na voz igualmente linda da Nana Caymmi. Um esplendor de canção. A letra da música merece muito ser apreciada com atenção.
Mas é isso; cansei de tentar assistir esses programas da Globo, e essa será minha última empreitada, que por sinal foi incompleta, mas não tenho vontade de seguir até o final.
Bom divertimento para quem tiver paciência.
X-Men '97 (2ª Temporada)
3.3 70 Assista AgoraCagaram em X men 97.
Depois do episódio 4, só ladeira abaixo.
Homicídio nos EUA: Gabby Petito
3.7 41 Assista AgoraO pior foi ouvir o tampão de foça da irmã do assassino, dizer: estou perdendo meus pais, meu irmão….. 🤡🤡🤡🤡
É uma vagabunda mesmo! A família da vítima que perdeu a moça.
Aliás, a família inteira do cara é um grande lixo! Como você dorme sabendo que seu filho matou alguém, e que o ente querido de uma família está apodrecendo a céu aberto em algum canto do mundo?! Imagine o estado avançado de decomposição do corpo dessa garota.
E a pobre da Gabby marcou bobeira, infelizmente. Na primeira briga do carro já era para ele ter caído fora.
De um certo modo, a culpa é dela também, pois tudo na nossa vida tem consequências, e ela escolheu continuar aquilo, mesmo após ser agredida.
O problema da maioria das pessoas, é não reconhecer que está fazendo merda, insistir na merda, até chegar num ponto que o cheiro é insuportável e não ter mais como se limpar.
Prestem atenção aos sinais, conselhos, avisos de pais e amigos, na família de quem vocês se envolvem, jamais trate grosserias que fogem do aceitável ou agressões por menor que seja, como algo ocasional e sem importância. Nada na nossa vida passa batido, e tudo tem consequências para o bem ou para o mal.
Cabo do Medo
3.4 90 Assista AgoraNão gostei da série, e muito menos das atuações. Nem o Javier Bardem está bom como está todo mundo aqui dizendo.
Ele está parecendo um desenho animado com aquela risada e caras e bocas. Não é porque o cara é um bom ator, que temos que elogiar em tudo, né pessoal.
Pra fechar com chave de bosta, o final……….
Sinceramente, não sei qual a intenção de reviver certos clássicos se for pra fazer isso.
Entendo que a base não é muito boa também, pois o livro é pavoroso de ruim, mas criatividade passou longe aqui.
Oz (2ª Temporada)
4.3 50Assistindo pela segunda vez, e aqui a série já começou a cair bastante de qualidade. Simplesmente se resume a briga de facções e planos mirabolantes de vingança. Repetitiva e cansativa, e muito longe da qualidade da temporada de estreia.
Michael Jackson: O Veredito
3.2 39 Assista AgoraBom, eu gosto do Michael artista, e isso me basta. A vida pessoal já é outros quinhentos, e é aí que mora o perigo quando pessoas começam a endeusar esses artistas, chegando ao ponto de dizer que os amam. 🤡🤡🤡🤡
Porra de amar o que gente! Amor é convivência, e vocês confundem amor com admiração.
Se ele era um pedófilo ou não, jamais iremos saber, pois o personagem principal disso tudo já está morto. É um caso bem complexo, e devemos lembrar que o fato de ele ter sido inocentado, não quer dizer que ele realmente seja inocente. Como a coisa toda ficou totalmente no ar, acreditar ou não na inocência dele, virou um ato de crença interior para cada indivíduo como se fosse uma fé religiosa. Cada um irá pegar os inúmeros relatos do caso, e criar sua própria linha narrativa para seus achismos pessoais.
Tem a parcela que acredita 100% em sua inocência, a outra que acredita 100% em sua culpa, e temos também aquelas pessoas que ficam no muro da indecisão, que é o meu caso.
De qualquer forma, é sempre importante fazer aquele exercício de separar a pessoa de sua obra, e como artista, ele foi gigante em todos os sentidos e isso não se discute. Provavelmente jamais tornaremos a ver um fenômeno igual o Michael Jackson, e isso diz muito sobre o que ele representou e ainda representa para a indústria do entretenimento.
Falando sobre o documentário: eu achei que os dois lados da moeda tiveram espaço, expuseram suas ideias; mas como eu já havia dito, é um caso que não tem uma conclusão satisfatória, e é exatamente por isso que o documentário acaba sendo mais do mesmo, e só vai te oferecer mais algumas pecinhas para você encaixar nesse lego infinito.
Euphoria (3ª Temporada)
2.9 196 Assista AgoraEu sinceramente não sei o que as pessoas esperavam dessa série. Para mim foi melhor que a segunda temporada. É a melhor coisa do mundo? Não. Alguns personagens tiveram questões mal resolvidas? Sim. Mas no frigir dos ovos, tem coerência em relação aos personagens iniciais da série. Mas vocês queriam o que? Que os personagens fizessem merda o tempo inteiro, e jura que tudo ia acabar bem? 🤡🤡
Fecharam o ciclo de vícios dos personagens, e cada um teve que arcar com o peso de suas escolhas. Na verdade, é uma mensagem bem coerente, ainda mais nos dias de hoje, onde todo mundo só quer saber de privilégios, mas ninguém quer as consequências. Nada nessa vida passa batido, simples assim.
Os Piores Ex (2ª Temporada)
3.6 6 Assista AgoraBando de gente louca! Mas o que mais me impressiona, é a inocência e insistência das vítimas, em manter essas relações e confiar nesses monstros. Parece até surreal algumas atitudes.
Tem pessoas que são altamente manipuláveis, e se transformam em alvos perfeitos.
Quanto a série: tirando o primeiro episódio, achei a nova temporada mais cansativa, e com casos menos interessantes. Talvez não sejam os casos que são menos interessantes, e sim a forma como foram montados e dirigidos. Me soaram bem cansativos e inconsistentes. Mas de qualquer forma, vale o entretenimento.
Demolidor: Renascido (2ª Temporada)
3.6 94 Assista AgoraCansei! Essa era a única produção de herói, que eu ainda tinha vontade de assistir. Mas esse ano deixou bem claro, que essa série é infantil demais, com um pouquinho de sangue para as pessoas dizerem “noffa, como essa série é adulta” 🤡🤡
Não é pior que aquela bosta da Amazon, mas ainda assim não é bom. Paro por aqui.
Presença de Anita
3.9 361Que bosta esse negócio. Não assisti na época, mas tentei agora por se tratar de um “clássico da dramaturgia brasileira” (se o clássico é essa merda, imagina o resto).
O texto é descaradamente inspirado em Lolita, e não falo do filme do Kubrick e sim do livro do Vladmir Nabokov. O tema e diálogos não me incomodam, pois não é porque o assunto pareça ser romantizado, que propriamente quem escreveu tenha feito isso. É uma fórmula narrativa de se criar uma crítica, e deixar o julgamento moral para o público. Almodóvar faz muito isso nos seus filmes.
O meu problema com Presença de Anita, é o roteiro horroroso, seus diálogos expositivos, e as atuações vergonhosas do elenco inteiro. Nada se salva! A direção é uma merda, a cenografia é uma merda, elenco merda, tudo é uma grande bosta!
Eu juro que tento assistir as porcarias que essa emissora produz, mas simplesmente não vai! Não percam seu tempo assistindo essa merda! Assisti 4 episódios, e acho que fui longe demais com esse torrolo televisivo.
Os Testamentos: Das Filhas De Gilead (1ª Temporada)
4.2 46 Assista AgoraLixo televisivo. Se a original já era ruim, essa aqui conseguiu ser apenas um repeteco. Joguem essa bosta de franquia no limbo.
O Hulu está achando que tem um GOT nas mãos, onde existe inúmeras possibilidades para expandir, mas não, não tem. Essa narrativa já era extremamente limitada para terem feito aquele monte de temporadas na original, o que dirá de um Spin-off.
Bokurano
4.2 10É um ótimo anime, só que assim como o mangá, com o tempo se torna repetitivo, ainda que tenhamos algumas revelações pontuais e alguns episódios em que a vida dos pilotos é desnudada.
Em muitos momentos, o anime prefere seguir seu próprio rumo, principalmente o que concerne ao final. Tanto um quanto o outro, fecha de maneira coerente ao meu ver, e não vejo problema o anime ter mudado isso.
Só nada dou nota máxima, pois o anime tem um furo bem besta, que diz respeito ao número de batalhas X piloto.
[spoiler][/spoiler] eram 15 batalhas, e o time ficou desfalcado em dois, pois um morreu e a outra não fez o acordo. Para compensar, os dois oficiais fizeram o acordo. Só que um dos personagens lutou duas vezes. A primeira batalha o inimigo cometeu suicidio, e a outra ele venceu. Teoricamente não haveria necessidade da Kana fazer o acordo.
Tirando isso, é um anime muito bacana.
Candy: Uma História de Paixão e Crime
3.4 50 Assista AgoraAcho essa versão bem melhor que Amor e morte. Elizabeth Olsen é excelente, mas Jessica Biel, apesar de não ser uma grande atriz, conseguiu acertar o ponto melhor que sua colega.
Amor e morte tem um formato mais novelesco de dramalhão, enquanto que essa foi mais crua e quase documental, sem falar que pelo fato de serem 5 episódios, ela consegue ser mais direta, descartando passagens desnecessárias.
PS: acho engraçado as pessoas dizendo que a série é lenta, quando na verdade ela possui um ritmo extremamente acelerado. O problema não é a série, e sim vocês que estão com o pico de ansiedade lá em cima.
Se vocês acham isso aqui lento, se pegarem séries como Sopranos, The Wire ou The americans, aí vocês se matam, né?
Amor e Morte
3.8 168 Assista AgoraEssa serie saiu bem próxima ao lançamento de Candy em 2023, e como eu já havia assistido a série com a Jessica Biel, deixei essa de lado para a posteridade.
2 anos depois, resolver assisti-lá, e sem nenhuma dúvida, Candy é bem melhor.
Candy é mais direta ao ponto, mais real aos fatos e caracterizações, e é menos dramatizada, tudo que Amor e morte não é.
Suspeito que a produção dessa série sabia que a concorrência já estava adiantada no assunto, e se perguntaram, o que podiam fazer de diferente para não ser tudo igual? A resposta foi esse texto mais novelesco.
Os atores são ótimos, e a Elizabeth Olsen é muito competente, mas mais uma vez eu fico com Candy e a atuação da Jessica Biel, que por mais que não seja uma grande atriz, acertou muito bem o tom da
Personagem, criando até uma carga de humor negro que casou como luva.
Amor e ódio é uma boa história sim, mas se você procura algo mais cru e realista, Candy seria uma opção melhor. Ou assista as duas como eu fiz, e pronto, problema resolvido. Rsrs
Divirtam-se.
Sweetpea (1ª Temporada)
3.4 64 Assista AgoraInteressante, mas repetitiva. É apenas mais uma série qualquer, baseada em romances de fundo de quintal. Li um dos volumes (não possui tradução em português) e é extremamente fraco.
Ella Purnell é uma ótima atriz e, merecia mais chances em papéis com maior destaque. Essa aparência exótica que ela possui, principalmente os olhos que são seus atributos mais chamativos, resultam excelentes nuances em sua atuação.
Emergência Radioativa
3.9 222 Assista AgoraVale para conhecer a história, isso claro, se você ainda não conhece. Mas achei tudo muito expositivo, e grande parte das atuações são pavorosas.
Os três últimos episódios, foram difíceis de terminar, mas segui em frente bravamente. Acredito que um bom corte de núcleos (muitos personagens desnecessários) e talvez um filme ao invés de minissérie, teriam resolvido boa parte dos problemas dessa produção.
Compreendo a comparação com Chernobyl, mas tal comparação é pelo assunto, e não pela qualidade ao qual existe um abismo entre as duas.
E não é só pelo investimento milionário que Chernobyl é incomparável, e sim pelo todo, principalmente as atuações magistrais do elenco.
O Monstro de Florença
3.1 21 Assista AgoraMais uma série que transforma o homem no pior ser do mundo, e a mulher uma vítima das circunstâncias, mesmo quando ela é uma vagabunda que trepou com o quarteirão inteiro.
É certo que existem relatos que a família do marido de Locci chegou a dizer que ela precisava morrer, e todos aqui concordamos que o fato de ela ser uma puta, não justifica ela ser assassinada por isso, não é mesmo? Mas isso não exime ela de culpa pelas suas atitudes, e a série tenta exatamente isso; justificar o fato de ela ser uma grande vagabunda e não ter um pingo de freio moral, já que estava trepando com um de seus amantes, com o filho de 7 anos no banco de trás. Mostram até uma ceninha (totalmente carente de fatos) dela fugindo de um casamento arranjando, para o público ficar com muita pena da Locci. 🥲🤡🤡
E antes que cheguem os moralistas de plantão; claro que havia uma inexistência de freio moral nos amantes da Locci, afinal, vários deles eram casados. Mas falo justamente dela, pois o foco da série em si, é na figura dela, e é essa figura que tentam vitimizar como a pobre coitada que sofria misoginia.
Falando sobre a série: ela possui personagens não verídicos, e na minha opinião não precisa disso, pois personagens interessantes nesse caso é o que não faltam.
E eu não sei se a intenção aqui era deixar o roteiro fragmentado, para ter simular o que foi a investigação desse caso, mas isso não funciona muito bem na tela, pois por mais que saibamos que o caso nunca foi resolvido, ainda assim um roteiro mais sucinto, e que nos direcionasse para algo (mesmo que não seja concreto) seria bom.
O que resta nessa minissérie, é a bela produção que não nega sua inspiração no maravilhoso Zodíaco do David Fincher. Eu amei a ambientação, a fotografia, atmosfera e o jeito que ela foi filmada. Pena que o roteiro está longe de ser magistral como o filme já citado. Claro que eu não esperava algo do mesmo nível, pois acho quase impossível replicar o que foi feito em Zodíaco, mas podia ter sido bem melhor.
A Mente de Um Monstro: O Assassino do Rio Green
3.5 4Impossível não se emocionar no final, ouvindo esse monstro falando sobre as vítimas, e vendo o rosto de cada uma delas, e imaginando tudo que elas poderiam ter sido em suas vidas.
É muito triste e revoltante.
História De Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette …
3.6 30 Assista AgoraTirando por esses 5 primeiros episódios, duvido muito que meu conceito sobre essa série mudará até o final.
Essa história na mão de outra pessoa, poderia ter dado uma minissérie extremamente elegante, no nível das primeiras temporadas de The Crown. Mas nas mãos do Ryan Murphy, soa tudo caricato, vulgar, e ele tem essa mania fetichista de sexualizar tudo que ele taca a mão. Sinceramente, esse cara deve ter problemas sexuais.
Como se não bastasse, os personagens se comportam como jovens da geração atual, e não como adultos dos anos 90, e nem os cenários me transportam para aquela época. Até a militância que eles escolhem levantar bandeira é destoante, se formos fazer uma recapitulação do que foi a indústria do entretenimento nos anos 80/90. Sabe, você não precisa estar esfregando moralismo barato na cara das pessoas o tempo todo, ainda mais nos dias de hoje, com tanto escândalo envolvendo pessoas de Hollywood e milionários, onde nós sabemos que “moralidade” deve ser a última palavra do vocabulário deles.
Vou terminar de assistir, mas lamento que uma história tão bacana, tenha caído nas mão desse cara, que é uma das figuras mais Overrated da TV americana.
Artistas Negros Conquistam Hollywood
3.1 1 Assista AgoraMais racista impossível isso aqui.
Até quando vão colocar essas pessoas na posição de vítima, sinalizando mais a sua cor que seu talento.
Prestem atenção nisso “artistas negros conquistam Hollywood”
Praticamente está implicando que é a cor deles que proporciona essa conquista, e não seus trabalhos excepcionais.
Silo (2ª Temporada)
3.8 128 Assista AgoraA segunda temporada de O Silo, deu uma boa decaída na questão narrativa, e no ritmo.
Quando falo da questão narrativa: é pelo fato de ela prometer muito, e entrega pouco, núcleos e personagens desnecessários, e muitos desses personagens além de desnecessários, são chatos, como por exemplo, todo aquele pessoal da mecânica, e o par romântico de idosas, que não agregam nada na narrativa, e não consigo imaginar como alguém consegue comprar uma relação tão sem química das duas atrizes, que por sinal são pessimas!
O núcleo do Silo é quase que totalmente desinteressante, com apenas alguns pontos bem estratégicos entre os episódios, para segurar a audiência. Já o da Rebecca Ferguson, é quase tão desinteressante, mas ainda assim é o que a série entrega de melhor, pois a série é a Rebecca Ferguson!
Agora na questão ritmo: aqui temos sérios problemas, não só pela cadência morosa dos episódios, mas pelos cortes abruptos nas cenas de ação, o que acaba com a imersão do telespectador em momentos de perigo. É muito ruim!
Eu li esses livros uns 12 anos atrás, e eles não eram grande coisa, e possuíam uma prosa bem pobre. A serie tenta se manter fiel, mas poderia se desvencilhar em muitas questões desses livros para tentar fazer algo melhor, mas está perdendo a oportunidade.
Irei continuar a série, só porque as duas últimas temporadas já foram gravadas, e vão estrear em anos consecutivos, e pela presença enigmática da Rebecca Ferguson, se não, abandonaria sem pensar duas vezes. Vamos ver o que nos aguarda.