Toda vez que assisto Cinema Paradiso, ele me deixa num transe total, fazendo com que seja impossível eu me dispersar. E como sempre, eu me emociono com inúmeras cenas, pois é impossível não se emocionar com um filme tão belo, e com a trilha sonora intrusiva do Ennio Morricone, que na minha opinião é seu melhor trabalho como compositor.
Cinema Paradiso é um filme muito especial, e de uma beleza raríssima. Um momento único do cinema que jamais se repetirá, e com certeza é um filme obrigatório. É um dos meus favoritos, e ainda verei muitas vezes se eu tiver sorte de viver para isso. Não morra sem ver essa obra.
Péssimo filme! Um dos piores do diretor. Depois de uma sequência de filmes bons como Mulheres a beira de um ataque de nervos, A lei do desejo e Atame, esse filme representa um grande retrocesso na carreira dele, que felizmente durou pouco.
Mas eu comparo Kika aos primeiros filmes do diretor, onde ele ainda não tinha noção do que estava fazendo. Sabemos que o mundo de Almodóvar sobrevive de exageros, polêmicas, humor e cores vibrantes, mas Kika é o resultado de quando essas características saem do controle e perdem a mão, igual um efeito dominó onde um peça vai derrubando todo o resto, e logo o telespectador não se interessa por mais nada que está acontecendo.
Pobre Veronika Forqué! Quando finalmente conseguiu protagonizar um filme do Almodóvar, lhe sobrou justamente uma das bombas dele.
Ele ainda repetiria uma vez mais essa falha na carreira (quando digo falha, me refiro a algo extremamente grosseiro, pois ele tem outros filmes fracos) com Os amantes passageiros. Parece que de quando em quando, o cérebro dele surta, e o faz cometer essas cagadas. Kkkkkkkkkk
Se você faz questão de assistir todos os filmes do Almodóvar, vá em frente, mas se não, pode pular tranquilamente que não estará perdendo nada.
Esse é outro filme do Almodóvar que eu adoro. Para mim é um dos melhores, e mais uma vez ele aborda um assunto polêmico (síndrome de Estocolmo) sem pintar seus personagens de esteriótipos ou classificá-los de alguma coisa, pois a intenção, assim como em Fale com ela, é deixar o julgamento moral para o telespectador.
Muitos não gostam do final, mas finais pessimistas que retratam a realidade (e não se engane pelo tom alegre do desfecho) raramente agradam um grande público. O tom alegre durante o filme, é porque Almodóvar sempre flertou com o humor negro, e seu estilo em trabalhar com essa vertente do humor me agrada bastante.
Os atores estão maravilhosos, e ainda Victoria Abril não seja nenhuma Carmen Maura, ela combina extremamente bem com o papel. E como cereja do bolo, temos a linda trilha sonora composta por Ennio Morricone. Não é tão marcante como o que ele fez em Cinema Paradiso ou Era uma vez no oeste, mas cumpre seu papel de forma bela.
Existem diretores que no seu primeiro filme, ja se mostram grandes talentos, o que não é o caso do Almodóvar. Na verdade, se eu fosse daquela época, e tivesse que prever o futuro do diretor por esse filme, eu diria que ele não tinha talento para coisa. Apesar de seu primeiro filme possuir elementos que o acompanhariam durante sua carreira, Pepi, Luci, Bom é uma zona, de uma pessoa que não sabia o que estava fazendo, e tirou um roteiro da bunda e decidiu filmar.
Esse filme é ruim com força. Essa nota 3.5 é puro surto dos fãs do diretor. Eu adoro Almodóvar, e alguns de seus filmes são favoritos, mas não eu não preciso gostar de tudo.
Graças ao bom pai, me parece que Almodóvar é uma pessoa que aprendeu com seus erros e revisou sua carreira, insistiu, e encontrou o ponto certo. Vale pela curiosidade de ver o primeiro trabalho do Almodóvar, mas o filme é uma bosta, e só não é completamente esquecido por conta do grande nome que o diretor se tornou.
Fale com ela é mais um dos filmes do Almodóvar, com assuntos polêmicos, e a depender de quem está assistindo, pensará que mais uma vez o diretor está romantizando certos temas, quando na verdade não está.
Almodóvar é um diretor que nunca te dirá de forma escrachada, o que é certo ou errado, e nem colocará uma placa de vilão ou herói nos seus personagens. Ele simplesmente te joga determinados assuntos no colo, e pede que você tire a conclusão do que quiser de determinada situação.
Ele gosta de retratar as coisas como elas são, como na vida real as coisas realmente se desenrolam. E se você parar e refletir sobre Fale com ela, a conclusão que você tirará disso, é que na vida real os fatos são exatamente assim. As pessoas estão tão acostumadas com o sentimentalismo barato da internet, e com todo mundo pregando virtudes em redes sociais, que muitos podem pegar um filme como esse, e achar que o diretor realmente acha certo tudo que ele mostrou aqui. As pessoas estão cada vez mais esquecidas de como é a vida real.
Almodóvar já tinha feito a mesma coisa em filmes como Ata-me e A pele que habito, e vi pessoas tendo as mesmas reações nesse filme, ou seja, achando que o diretor está romantizando o assunto. Fale com ela, assim como outros filmes do diretor, não devem ser consumidos ao pé da letra, mas sim de maneira reflexiva e crítica, e é uma pena que o cinema como esse filme propõe esteja morrendo, dando lugar a conteúdos cada vez mais expositivos que não agregam nada, e que fazem o público apenas mastigar de forma inconsciente.
É um grande filme, com todas as características que fizeram a marca do diretor ser conhecida e apreciada, com atuações impecáveis. Com certeza é um dos meus favoritos, só perdendo para Mulheres a beira de um ataque de nervos e Tudo sobre minha mãe.
Valor sentimental é realmente um filme que vale assistir várias e várias vezes, pois ele cresce, seu tema é universal, e nunca perde o prazo de validade.
O tema por si só já é algo a se pensar, pois ele diz muita coisa. Quando começamos a pensar nesse filme, mais esse título ganha significado. E você não precisa ter passado pelo que a protagonista passou para se conectar, pois apesar de o filme trabalhar determinado tema em específico, ele te convida a refletir qual o valor que você está dando aos seus sentimentos e ao dos outros. Porque sim! Nós também temos responsabilidades pelos sentimos do próximo. Você não é responsável pela vida alheia, mas é responsável pelo que semeia na vida dos outros.
Falando sobre os aspectos cinematográficos: as atuações são lindas, e o filme tem um elenco de fazer inveja. Ninguém, absolutamente ninguém está comprometendo o filme, mas o elevam demais com suas sutilezas. E é lindo quando um ator passa tudo que ele quer passar, sem apelar para a exacerbação.
A fotografia não é o ponto forte, e nisso eu acho que o filme deixa a desejar, mas todos os outros aspectos, principalmente a direção sútil que acompanha os atores, são mais do que suficiente para eu dar nota máxima para esse filme, que vocês podem ter certeza; é um futuro clássico, e que com certeza ficará para posteridade. Assistam esse filme com carinho.
Tem filmes que se alojam de maneira muito forte no imaginário das pessoas, e isso deveria bastar.
Mesmo que esse filme seja bom (coisa que duvido muito) ele não precisava acontecer, pois nunca terá o impacto do primeiro, e jamais despertará as mesmas emoções. Mas se essa continuação tivesse saído logo após o primeiro, seria mais aceitável do que uma continuação depois de longos anos, o que denota uma enorme forçação de barra.
Antigamente ainda existia certo respeito da parte de Hollywood em preservar o nome de grandes filmes, mas ultimamente eles perderam totalmente a vergonha na cara, que não duvido nada se nos depararmos com continuações ou remakes de Casablanca ou Apocalipse Now nos próximos anos.
Mas cinema é uma indústria, não existe filme que não vise lucro, e provavelmente se eu trabalhasse nesse meio meu pensamento seria outro.
Continua excelente, e até subiu no meu conceito. Grande filme do Sam Mendes baseado na HQ de mesmo nome.
Tudo impecável, desde direção ate trilha sonora, e com um elenco excepcional, com Paul Newman abrilhantando a tela em uma de suas últimas atuações de destaque.
Com certeza verei mais vezes. Uma ótima sessão para vocês.
Lixo televisivo. Se a original já era ruim, essa aqui conseguiu ser apenas um repeteco. Joguem essa bosta de franquia no limbo.
O Hulu está achando que tem um GOT nas mãos, onde existe inúmeras possibilidades para expandir, mas não, não tem. Essa narrativa já era extremamente limitada para terem feito aquele monte de temporadas na original, o que dirá de um Spin-off.
Eu gosto de avaliar os filmes que eu assisto, encaixando cada um deles dentro do seu respectivo gênero/subgênero, e dentro desse contexto eu considero The perfect Storm um filme 4 estrelas.
Tem um bom ritmo, atores bacanas, ainda que a maioria não segure bem a bola, como é o caso do Mark Whlaberg. O destaque do elenco é o George Clooney, que entrega uma performance com certas nuances de capitão Ahab de Moby Dick, e da sumidissima Mary Elizabeth Mastrantonio.
É um filme que daria 5 estrelas facilmente, mas ele cai nos clichês mais básicos desse tipo de produção, que se fossem evitados, entregando algo mais cru, o filme conseguiria ser mais que um entretenimento.
Claro que a ideia era fazer um filme para o grande público, e uma homenagem emocional aos personagens reais, de uma forma que soasse até mais cômoda para os familiares, e por isso relevo esses pontos.
O livro ao qual o filme se baseia vale muito a pena, e nesse sim, encontramos algo mais tenso de se encarar sobre a perspectiva da tragédia. Se não me engano, esse livro foi lançado no Brasil como “A tormenta”.
Como não assisti guardiões da galáxia (e nem pretendo assistir) não consegui fazer a comparação entre esses filmes com o trailer de Supergirl.
Me pareceu legal, mas a merda que foi Superman me deixou com um pé atrás. Provavelmente assistirei em casa, apesar de que, filmes de super herói já não funcionam muito bem para mim.
Tinha quase parado de ver esses filmes lá em 2015 quando lançou o Ultron, pulei tudo, e assisti apenas o último filme dos vingadores, e desde então desisti de vez. Achei que Superman poderia reascender meu entusiasmo, mas acabou naufragando mais ainda.
É um ótimo anime, só que assim como o mangá, com o tempo se torna repetitivo, ainda que tenhamos algumas revelações pontuais e alguns episódios em que a vida dos pilotos é desnudada.
Em muitos momentos, o anime prefere seguir seu próprio rumo, principalmente o que concerne ao final. Tanto um quanto o outro, fecha de maneira coerente ao meu ver, e não vejo problema o anime ter mudado isso.
Só nada dou nota máxima, pois o anime tem um furo bem besta, que diz respeito ao número de batalhas X piloto.
[spoiler][/spoiler] eram 15 batalhas, e o time ficou desfalcado em dois, pois um morreu e a outra não fez o acordo. Para compensar, os dois oficiais fizeram o acordo. Só que um dos personagens lutou duas vezes. A primeira batalha o inimigo cometeu suicidio, e a outra ele venceu. Teoricamente não haveria necessidade da Kana fazer o acordo.
Pânico 7 para mim falhou exatamente naquilo que fez a franquia ser um sucesso, que é exatamente a metalinguagem.
Existe uma tentativa de fazer isso usando o tema da IA, mas isso é bem mal explorado, parecendo apenas que o roteiro quer ser descolado para conversar com as novas gerações.
O que faz a roda girar nessa sétima parte, é o que uma das próprias personagens diz, a nostalgia. Confesso que é legal as referências, desde rostos conhecidos, até a icônica música Red Right Hand, que virou um hino da franquia. Mas se apoiar apenas nisso cansa, e o uso excessivo acaba soando artificial e expositivo, principalmente quando é usado nos diálogos. E a revelação final……….. era melhor terem enfiado mais nostalgia no público, e ter entregado como o grande assassino, a pessoa que eles insinuaram o tempo todo
Mas confesso que me divertiu mais que os dois filmes anteriores, onde tínhamos as chatíssimas irmãs Carpenter, o Gore rolou solto, e até que foram bem criativos nas mortes. E como o filme deixa bem claro, não existe pânico sem Sidney, e ela faz muita diferença, sim! Só lamento a Gale ter ficado meio de escanteio, mas tá valendo.
Esse filme começa interessante, fazendo algumas cenas observações bem oportunas, mas conforme o tempo passa, o roteiro parece querer trabalhar contra o que ele mesmo já tinha proposto, desvirtuando os personagens, pois ambos são péssimos exemplares de seres humanos.
Um deles teve seu caráter desvirtuado pelo ambiente familiar, e a outra já era um péssima, e precisava apenas de um estalo (ambiente e condições propicias) para colocar para fora seu lado sombrio.
Ainda assim, o roteiro se perde na última parte, inserindo cenas para justificar seu final, e dando a impressão (para muitos desavisados) que determinado personagem merece ser gratificado, quando na verdade nenhum dos dois é um exemplo a ser seguido.
O último diálogo do tal personagem, chega até ser pedante por tudo que o filme já tinha mostrado. A intenção parecia querer dar ares altruístas, mas me pareceu bem equivocado.
É um filme divertido (desconsidere os efeitos que são piores que Arraste-me para o inferno, aliás um filme infinitamente melhor) mas torno a dizer, equivocado, até mesmo por conta de o roteiro a todo momento fazer você alternar a empatia que você sente pelos dois, mas no final prefere fazer isso.
Acho essa versão bem melhor que Amor e morte. Elizabeth Olsen é excelente, mas Jessica Biel, apesar de não ser uma grande atriz, conseguiu acertar o ponto melhor que sua colega.
Amor e morte tem um formato mais novelesco de dramalhão, enquanto que essa foi mais crua e quase documental, sem falar que pelo fato de serem 5 episódios, ela consegue ser mais direta, descartando passagens desnecessárias.
PS: acho engraçado as pessoas dizendo que a série é lenta, quando na verdade ela possui um ritmo extremamente acelerado. O problema não é a série, e sim vocês que estão com o pico de ansiedade lá em cima.
Se vocês acham isso aqui lento, se pegarem séries como Sopranos, The Wire ou The americans, aí vocês se matam, né?
Essa serie saiu bem próxima ao lançamento de Candy em 2023, e como eu já havia assistido a série com a Jessica Biel, deixei essa de lado para a posteridade. 2 anos depois, resolver assisti-lá, e sem nenhuma dúvida, Candy é bem melhor.
Candy é mais direta ao ponto, mais real aos fatos e caracterizações, e é menos dramatizada, tudo que Amor e morte não é.
Suspeito que a produção dessa série sabia que a concorrência já estava adiantada no assunto, e se perguntaram, o que podiam fazer de diferente para não ser tudo igual? A resposta foi esse texto mais novelesco.
Os atores são ótimos, e a Elizabeth Olsen é muito competente, mas mais uma vez eu fico com Candy e a atuação da Jessica Biel, que por mais que não seja uma grande atriz, acertou muito bem o tom da Personagem, criando até uma carga de humor negro que casou como luva.
Amor e ódio é uma boa história sim, mas se você procura algo mais cru e realista, Candy seria uma opção melhor. Ou assista as duas como eu fiz, e pronto, problema resolvido. Rsrs
Interessante, mas repetitiva. É apenas mais uma série qualquer, baseada em romances de fundo de quintal. Li um dos volumes (não possui tradução em português) e é extremamente fraco.
Ella Purnell é uma ótima atriz e, merecia mais chances em papéis com maior destaque. Essa aparência exótica que ela possui, principalmente os olhos que são seus atributos mais chamativos, resultam excelentes nuances em sua atuação.
Vale para conhecer a história, isso claro, se você ainda não conhece. Mas achei tudo muito expositivo, e grande parte das atuações são pavorosas.
Os três últimos episódios, foram difíceis de terminar, mas segui em frente bravamente. Acredito que um bom corte de núcleos (muitos personagens desnecessários) e talvez um filme ao invés de minissérie, teriam resolvido boa parte dos problemas dessa produção.
Compreendo a comparação com Chernobyl, mas tal comparação é pelo assunto, e não pela qualidade ao qual existe um abismo entre as duas.
E não é só pelo investimento milionário que Chernobyl é incomparável, e sim pelo todo, principalmente as atuações magistrais do elenco.
Mais uma série que transforma o homem no pior ser do mundo, e a mulher uma vítima das circunstâncias, mesmo quando ela é uma vagabunda que trepou com o quarteirão inteiro.
É certo que existem relatos que a família do marido de Locci chegou a dizer que ela precisava morrer, e todos aqui concordamos que o fato de ela ser uma puta, não justifica ela ser assassinada por isso, não é mesmo? Mas isso não exime ela de culpa pelas suas atitudes, e a série tenta exatamente isso; justificar o fato de ela ser uma grande vagabunda e não ter um pingo de freio moral, já que estava trepando com um de seus amantes, com o filho de 7 anos no banco de trás. Mostram até uma ceninha (totalmente carente de fatos) dela fugindo de um casamento arranjando, para o público ficar com muita pena da Locci. 🥲🤡🤡
E antes que cheguem os moralistas de plantão; claro que havia uma inexistência de freio moral nos amantes da Locci, afinal, vários deles eram casados. Mas falo justamente dela, pois o foco da série em si, é na figura dela, e é essa figura que tentam vitimizar como a pobre coitada que sofria misoginia.
Falando sobre a série: ela possui personagens não verídicos, e na minha opinião não precisa disso, pois personagens interessantes nesse caso é o que não faltam.
E eu não sei se a intenção aqui era deixar o roteiro fragmentado, para ter simular o que foi a investigação desse caso, mas isso não funciona muito bem na tela, pois por mais que saibamos que o caso nunca foi resolvido, ainda assim um roteiro mais sucinto, e que nos direcionasse para algo (mesmo que não seja concreto) seria bom.
O que resta nessa minissérie, é a bela produção que não nega sua inspiração no maravilhoso Zodíaco do David Fincher. Eu amei a ambientação, a fotografia, atmosfera e o jeito que ela foi filmada. Pena que o roteiro está longe de ser magistral como o filme já citado. Claro que eu não esperava algo do mesmo nível, pois acho quase impossível replicar o que foi feito em Zodíaco, mas podia ter sido bem melhor.
Impossível não se emocionar no final, ouvindo esse monstro falando sobre as vítimas, e vendo o rosto de cada uma delas, e imaginando tudo que elas poderiam ter sido em suas vidas.
Um filme divertido, bem aos moldes do predador. É desligar o cérebro e curtir.
Tem uns comentários engraçados aqui, falando coisas do tipo “aiiiii dá ênfase no exército americano” “superioridade América”
Gente……. é um filme americano, feito por americanos, vocês querem que eles deem ênfase para quem? O exército brasileiro? Que comentários sem sentido. 💩
Não querem ver “superioridade americana” nas telas, assistam filmes Brasileiros então.
Já assisti 4 vezes esse filme, e continuo amando. É um dos meus favoritos do Éric Rohmer.
Eu amo esse diretor, pois ele sempre trabalha sobre a perspectiva de personagens extremamente sinceros consigo e com os outros.
E a nossa admiração por esses personagens, é por querermos ser exatamente como eles, e poder falar tido que sentimos, e a vida continuar correndo tranquilamente. Muitas das vezes não podemos ser assim, mas o Éric Rohmer praticamente está te dizendo: “viu como tudo seria mais fácil se as pessoas fossem mais sinceras e verdadeiras”.
Eu já disse muita coisa sobre esse filme, e não vou ficar me repetindo, mas torno a fizer: nenhum diretor soube trabalhar temas mundanos de forma atraente como Éric Rohmer. E o fato de os filmes dele estarem longe de uma época onde os contatos virtuais eram praticamente impossíveis, só ajuda a humanizar ainda mais essas relações que o diretor trabalhava de maneira tão eficiente. É lindo ver como ele trata a alma do ser humano na tela.
Tirando por esses 5 primeiros episódios, duvido muito que meu conceito sobre essa série mudará até o final.
Essa história na mão de outra pessoa, poderia ter dado uma minissérie extremamente elegante, no nível das primeiras temporadas de The Crown. Mas nas mãos do Ryan Murphy, soa tudo caricato, vulgar, e ele tem essa mania fetichista de sexualizar tudo que ele taca a mão. Sinceramente, esse cara deve ter problemas sexuais.
Como se não bastasse, os personagens se comportam como jovens da geração atual, e não como adultos dos anos 90, e nem os cenários me transportam para aquela época. Até a militância que eles escolhem levantar bandeira é destoante, se formos fazer uma recapitulação do que foi a indústria do entretenimento nos anos 80/90. Sabe, você não precisa estar esfregando moralismo barato na cara das pessoas o tempo todo, ainda mais nos dias de hoje, com tanto escândalo envolvendo pessoas de Hollywood e milionários, onde nós sabemos que “moralidade” deve ser a última palavra do vocabulário deles.
Vou terminar de assistir, mas lamento que uma história tão bacana, tenha caído nas mão desse cara, que é uma das figuras mais Overrated da TV americana.
Cinema Paradiso
4.5 1,5K Assista AgoraToda vez que assisto Cinema Paradiso, ele me deixa num transe total, fazendo com que seja impossível eu me dispersar. E como sempre, eu me emociono com inúmeras cenas, pois é impossível não se emocionar com um filme tão belo, e com a trilha sonora intrusiva do Ennio Morricone, que na minha opinião é seu melhor trabalho como compositor.
Cinema Paradiso é um filme muito especial, e de uma beleza raríssima. Um momento único do cinema que jamais se repetirá, e com certeza é um filme obrigatório. É um dos meus favoritos, e ainda verei muitas vezes se eu tiver sorte de viver para isso.
Não morra sem ver essa obra.
Uma ótima sessão para vocês.
Kika
3.5 359 Assista AgoraPéssimo filme! Um dos piores do diretor.
Depois de uma sequência de filmes bons como Mulheres a beira de um ataque de nervos, A lei do desejo e Atame, esse filme representa um grande retrocesso na carreira dele, que felizmente durou pouco.
Mas eu comparo Kika aos primeiros filmes do diretor, onde ele ainda não tinha noção do que estava fazendo. Sabemos que o mundo de Almodóvar sobrevive de exageros, polêmicas, humor e cores vibrantes, mas Kika é o resultado de quando essas características saem do controle e perdem a mão, igual um efeito dominó onde um peça vai derrubando todo o resto, e logo o telespectador não se interessa por mais nada que está acontecendo.
Pobre Veronika Forqué! Quando finalmente conseguiu protagonizar um filme do Almodóvar, lhe sobrou justamente uma das bombas dele.
Ele ainda repetiria uma vez mais essa falha na carreira (quando digo falha, me refiro a algo extremamente grosseiro, pois ele tem outros filmes fracos) com Os amantes passageiros. Parece que de quando em quando, o cérebro dele surta, e o faz cometer essas cagadas. Kkkkkkkkkk
Se você faz questão de assistir todos os filmes do Almodóvar, vá em frente, mas se não, pode pular tranquilamente que não estará perdendo nada.
Uma ótima sessão para vocês.
Ata-me!
3.7 561Esse é outro filme do Almodóvar que eu adoro. Para mim é um dos melhores, e mais uma vez ele aborda um assunto polêmico (síndrome de Estocolmo) sem pintar seus personagens de esteriótipos ou classificá-los de alguma coisa, pois a intenção, assim como em Fale com ela, é deixar o julgamento moral para o telespectador.
Muitos não gostam do final, mas finais pessimistas que retratam a realidade (e não se engane pelo tom alegre do desfecho) raramente agradam um grande público. O tom alegre durante o filme, é porque Almodóvar sempre flertou com o humor negro, e seu estilo em trabalhar com essa vertente do humor me agrada bastante.
Os atores estão maravilhosos, e ainda Victoria Abril não seja nenhuma Carmen Maura, ela combina extremamente bem com o papel. E como cereja do bolo, temos a linda trilha sonora composta por Ennio Morricone. Não é tão marcante como o que ele fez em Cinema Paradiso ou Era uma vez no oeste, mas cumpre seu papel de forma bela.
Uma ótima sessão para vocês.
Pepi, Luci, Bom
3.5 126 Assista AgoraExistem diretores que no seu primeiro filme, ja se mostram grandes talentos, o que não é o caso do Almodóvar. Na verdade, se eu fosse daquela época, e tivesse que prever o futuro do diretor por esse filme, eu diria que ele não tinha talento para coisa. Apesar de seu primeiro filme possuir elementos que o acompanhariam durante sua carreira, Pepi, Luci, Bom é uma zona, de uma pessoa que não sabia o que estava fazendo, e tirou um roteiro da bunda e decidiu filmar.
Esse filme é ruim com força. Essa nota 3.5 é puro surto dos fãs do diretor. Eu adoro Almodóvar, e alguns de seus filmes são favoritos, mas não eu não preciso gostar de tudo.
Graças ao bom pai, me parece que Almodóvar é uma pessoa que aprendeu com seus erros e revisou sua carreira, insistiu, e encontrou o ponto certo. Vale pela curiosidade de ver o primeiro trabalho do Almodóvar, mas o filme é uma bosta, e só não é completamente esquecido por conta do grande nome que o diretor se tornou.
Uma ótima sessão para vocês.
Fale com Ela
4.2 1,0K Assista AgoraFale com ela é mais um dos filmes do Almodóvar, com assuntos polêmicos, e a depender de quem está assistindo, pensará que mais uma vez o diretor está romantizando certos temas, quando na verdade não está.
Almodóvar é um diretor que nunca te dirá de forma escrachada, o que é certo ou errado, e nem colocará uma placa de vilão ou herói nos seus personagens. Ele simplesmente te joga determinados assuntos no colo, e pede que você tire a conclusão do que quiser de determinada situação.
Ele gosta de retratar as coisas como elas são, como na vida real as coisas realmente se desenrolam. E se você parar e refletir sobre Fale com ela, a conclusão que você tirará disso, é que na vida real os fatos são exatamente assim. As pessoas estão tão acostumadas com o sentimentalismo barato da internet, e com todo mundo pregando virtudes em redes sociais, que muitos podem pegar um filme como esse, e achar que o diretor realmente acha certo tudo que ele mostrou aqui. As pessoas estão cada vez mais esquecidas de como é a vida real.
Almodóvar já tinha feito a mesma coisa em filmes como Ata-me e A pele que habito, e vi pessoas tendo as mesmas reações nesse filme, ou seja, achando que o diretor está romantizando o assunto. Fale com ela, assim como outros filmes do diretor, não devem ser consumidos ao pé da letra, mas sim de maneira reflexiva e crítica, e é uma pena que o cinema como esse filme propõe esteja morrendo, dando lugar a conteúdos cada vez mais expositivos que não agregam nada, e que fazem o público apenas mastigar de forma inconsciente.
É um grande filme, com todas as características que fizeram a marca do diretor ser conhecida e apreciada, com atuações impecáveis. Com certeza é um dos meus favoritos, só perdendo para Mulheres a beira de um ataque de nervos e Tudo sobre minha mãe.
Uma ótima sessão para vocês.
Valor Sentimental
3.9 366 Assista AgoraValor sentimental é realmente um filme que vale assistir várias e várias vezes, pois ele cresce, seu tema é universal, e nunca perde o prazo de validade.
O tema por si só já é algo a se pensar, pois ele diz muita coisa. Quando começamos a pensar nesse filme, mais esse título ganha significado. E você não precisa ter passado pelo que a protagonista passou para se conectar, pois apesar de o filme trabalhar determinado tema em específico, ele te convida a refletir qual o valor que você está dando aos seus sentimentos e ao dos outros. Porque sim! Nós também temos responsabilidades pelos sentimos do próximo. Você não é responsável pela vida alheia, mas é responsável pelo que semeia na vida dos outros.
Falando sobre os aspectos cinematográficos: as atuações são lindas, e o filme tem um elenco de fazer inveja. Ninguém, absolutamente ninguém está comprometendo o filme, mas o elevam demais com suas sutilezas. E é lindo quando um ator passa tudo que ele quer passar, sem apelar para a exacerbação.
A fotografia não é o ponto forte, e nisso eu acho que o filme deixa a desejar, mas todos os outros aspectos, principalmente a direção sútil que acompanha os atores, são mais do que suficiente para eu dar nota máxima para esse filme, que vocês podem ter certeza; é um futuro clássico, e que com certeza ficará para posteridade. Assistam esse filme com carinho.
Uma ótima sessão para vocês.
O Diabo Veste Prada 2
8Tem filmes que se alojam de maneira muito forte no imaginário das pessoas, e isso deveria bastar.
Mesmo que esse filme seja bom (coisa que duvido muito) ele não precisava acontecer, pois nunca terá o impacto do primeiro, e jamais despertará as mesmas emoções. Mas se essa continuação tivesse saído logo após o primeiro, seria mais aceitável do que uma continuação depois de longos anos, o que denota uma enorme forçação de barra.
Antigamente ainda existia certo respeito da parte de Hollywood em preservar o nome de grandes filmes, mas ultimamente eles perderam totalmente a vergonha na cara, que não duvido nada se nos depararmos com continuações ou remakes de Casablanca ou Apocalipse Now nos próximos anos.
Mas cinema é uma indústria, não existe filme que não vise lucro, e provavelmente se eu trabalhasse nesse meio meu pensamento seria outro.
Condeno mas compreendo. Kkkkkkkkkk
Estrada para Perdição
3.9 416Continua excelente, e até subiu no meu conceito. Grande filme do Sam Mendes baseado na HQ de mesmo nome.
Tudo impecável, desde direção ate trilha sonora, e com um elenco excepcional, com Paul Newman abrilhantando a tela em uma de suas últimas atuações de destaque.
Com certeza verei mais vezes.
Uma ótima sessão para vocês.
Os Testamentos: Das Filhas De Gilead (1ª Temporada)
3.4 5 Assista AgoraLixo televisivo. Se a original já era ruim, essa aqui conseguiu ser apenas um repeteco. Joguem essa bosta de franquia no limbo.
O Hulu está achando que tem um GOT nas mãos, onde existe inúmeras possibilidades para expandir, mas não, não tem. Essa narrativa já era extremamente limitada para terem feito aquele monte de temporadas na original, o que dirá de um Spin-off.
Mar em Fúria
3.1 247 Assista AgoraEu gosto de avaliar os filmes que eu assisto, encaixando cada um deles dentro do seu respectivo gênero/subgênero, e dentro desse contexto eu considero The perfect Storm um filme 4 estrelas.
Tem um bom ritmo, atores bacanas, ainda que a maioria não segure bem a bola, como é o caso do Mark Whlaberg. O destaque do elenco é o George Clooney, que entrega uma performance com certas nuances de capitão Ahab de Moby Dick, e da sumidissima Mary Elizabeth Mastrantonio.
É um filme que daria 5 estrelas facilmente, mas ele cai nos clichês mais básicos desse tipo de produção, que se fossem evitados, entregando algo mais cru, o filme conseguiria ser mais que um entretenimento.
Claro que a ideia era fazer um filme para o grande público, e uma homenagem emocional aos personagens reais, de uma forma que soasse até mais cômoda para os familiares, e por isso relevo esses pontos.
O livro ao qual o filme se baseia vale muito a pena, e nesse sim, encontramos algo mais tenso de se encarar sobre a perspectiva da tragédia. Se não me engano, esse livro foi lançado no Brasil como “A tormenta”.
Uma ótima sessão para vocês.
Supergirl
8Como não assisti guardiões da galáxia (e nem pretendo assistir) não consegui fazer a comparação entre esses filmes com o trailer de Supergirl.
Me pareceu legal, mas a merda que foi Superman me deixou com um pé atrás. Provavelmente assistirei em casa, apesar de que, filmes de super herói já não funcionam muito bem para mim.
Tinha quase parado de ver esses filmes lá em 2015 quando lançou o Ultron, pulei tudo, e assisti apenas o último filme dos vingadores, e desde então desisti de vez. Achei que Superman poderia reascender meu entusiasmo, mas acabou naufragando mais ainda.
Bokurano
4.1 10É um ótimo anime, só que assim como o mangá, com o tempo se torna repetitivo, ainda que tenhamos algumas revelações pontuais e alguns episódios em que a vida dos pilotos é desnudada.
Em muitos momentos, o anime prefere seguir seu próprio rumo, principalmente o que concerne ao final. Tanto um quanto o outro, fecha de maneira coerente ao meu ver, e não vejo problema o anime ter mudado isso.
Só nada dou nota máxima, pois o anime tem um furo bem besta, que diz respeito ao número de batalhas X piloto.
[spoiler][/spoiler] eram 15 batalhas, e o time ficou desfalcado em dois, pois um morreu e a outra não fez o acordo. Para compensar, os dois oficiais fizeram o acordo. Só que um dos personagens lutou duas vezes. A primeira batalha o inimigo cometeu suicidio, e a outra ele venceu. Teoricamente não haveria necessidade da Kana fazer o acordo.
Tirando isso, é um anime muito bacana.
Pânico 7
2.7 350 Assista AgoraPânico 7 para mim falhou exatamente naquilo que fez a franquia ser um sucesso, que é exatamente a metalinguagem.
Existe uma tentativa de fazer isso usando o tema da IA, mas isso é bem mal explorado, parecendo apenas que o roteiro quer ser descolado para conversar com as novas gerações.
O que faz a roda girar nessa sétima parte, é o que uma das próprias personagens diz, a nostalgia. Confesso que é legal as referências, desde rostos conhecidos, até a icônica música Red Right Hand, que virou um hino da franquia. Mas se apoiar apenas nisso cansa, e o uso excessivo acaba soando artificial e expositivo, principalmente quando é usado nos diálogos. E a revelação final……….. era melhor terem enfiado mais nostalgia no público, e ter entregado como o grande assassino, a pessoa que eles insinuaram o tempo todo
Mas confesso que me divertiu mais que os dois filmes anteriores, onde tínhamos as chatíssimas irmãs Carpenter, o Gore rolou solto, e até que foram bem criativos nas mortes. E como o filme deixa bem claro, não existe pânico sem Sidney, e ela faz muita diferença, sim! Só lamento a Gale ter ficado meio de escanteio, mas tá valendo.
Uma ótima sessão para vocês.
Socorro!
3.3 199Esse filme começa interessante, fazendo algumas cenas observações bem oportunas, mas conforme o tempo passa, o roteiro parece querer trabalhar contra o que ele mesmo já tinha proposto, desvirtuando os personagens, pois ambos são péssimos exemplares de seres humanos.
Um deles teve seu caráter desvirtuado pelo ambiente familiar, e a outra já era um péssima, e precisava apenas de um estalo (ambiente e condições propicias) para colocar para fora seu lado sombrio.
Ainda assim, o roteiro se perde na última parte, inserindo cenas para justificar seu final, e dando a impressão (para muitos desavisados) que determinado personagem merece ser gratificado, quando na verdade nenhum dos dois é um exemplo a ser seguido.
O último diálogo do tal personagem, chega até ser pedante por tudo que o filme já tinha mostrado. A intenção parecia querer dar ares altruístas, mas me pareceu bem equivocado.
É um filme divertido (desconsidere os efeitos que são piores que Arraste-me para o inferno, aliás um filme infinitamente melhor) mas torno a dizer, equivocado, até mesmo por conta de o roteiro a todo momento fazer você alternar a empatia que você sente pelos dois, mas no final prefere fazer isso.
Uma ótima sessão para vocês.
Candy: Uma História de Paixão e Crime
3.4 50 Assista AgoraAcho essa versão bem melhor que Amor e morte. Elizabeth Olsen é excelente, mas Jessica Biel, apesar de não ser uma grande atriz, conseguiu acertar o ponto melhor que sua colega.
Amor e morte tem um formato mais novelesco de dramalhão, enquanto que essa foi mais crua e quase documental, sem falar que pelo fato de serem 5 episódios, ela consegue ser mais direta, descartando passagens desnecessárias.
PS: acho engraçado as pessoas dizendo que a série é lenta, quando na verdade ela possui um ritmo extremamente acelerado. O problema não é a série, e sim vocês que estão com o pico de ansiedade lá em cima.
Se vocês acham isso aqui lento, se pegarem séries como Sopranos, The Wire ou The americans, aí vocês se matam, né?
Amor e Morte
3.8 159 Assista AgoraEssa serie saiu bem próxima ao lançamento de Candy em 2023, e como eu já havia assistido a série com a Jessica Biel, deixei essa de lado para a posteridade.
2 anos depois, resolver assisti-lá, e sem nenhuma dúvida, Candy é bem melhor.
Candy é mais direta ao ponto, mais real aos fatos e caracterizações, e é menos dramatizada, tudo que Amor e morte não é.
Suspeito que a produção dessa série sabia que a concorrência já estava adiantada no assunto, e se perguntaram, o que podiam fazer de diferente para não ser tudo igual? A resposta foi esse texto mais novelesco.
Os atores são ótimos, e a Elizabeth Olsen é muito competente, mas mais uma vez eu fico com Candy e a atuação da Jessica Biel, que por mais que não seja uma grande atriz, acertou muito bem o tom da
Personagem, criando até uma carga de humor negro que casou como luva.
Amor e ódio é uma boa história sim, mas se você procura algo mais cru e realista, Candy seria uma opção melhor. Ou assista as duas como eu fiz, e pronto, problema resolvido. Rsrs
Divirtam-se.
Sweetpea (1ª Temporada)
3.4 52 Assista AgoraInteressante, mas repetitiva. É apenas mais uma série qualquer, baseada em romances de fundo de quintal. Li um dos volumes (não possui tradução em português) e é extremamente fraco.
Ella Purnell é uma ótima atriz e, merecia mais chances em papéis com maior destaque. Essa aparência exótica que ela possui, principalmente os olhos que são seus atributos mais chamativos, resultam excelentes nuances em sua atuação.
Emergência Radioativa
3.9 163 Assista AgoraVale para conhecer a história, isso claro, se você ainda não conhece. Mas achei tudo muito expositivo, e grande parte das atuações são pavorosas.
Os três últimos episódios, foram difíceis de terminar, mas segui em frente bravamente. Acredito que um bom corte de núcleos (muitos personagens desnecessários) e talvez um filme ao invés de minissérie, teriam resolvido boa parte dos problemas dessa produção.
Compreendo a comparação com Chernobyl, mas tal comparação é pelo assunto, e não pela qualidade ao qual existe um abismo entre as duas.
E não é só pelo investimento milionário que Chernobyl é incomparável, e sim pelo todo, principalmente as atuações magistrais do elenco.
O Monstro de Florença
3.1 19 Assista AgoraMais uma série que transforma o homem no pior ser do mundo, e a mulher uma vítima das circunstâncias, mesmo quando ela é uma vagabunda que trepou com o quarteirão inteiro.
É certo que existem relatos que a família do marido de Locci chegou a dizer que ela precisava morrer, e todos aqui concordamos que o fato de ela ser uma puta, não justifica ela ser assassinada por isso, não é mesmo? Mas isso não exime ela de culpa pelas suas atitudes, e a série tenta exatamente isso; justificar o fato de ela ser uma grande vagabunda e não ter um pingo de freio moral, já que estava trepando com um de seus amantes, com o filho de 7 anos no banco de trás. Mostram até uma ceninha (totalmente carente de fatos) dela fugindo de um casamento arranjando, para o público ficar com muita pena da Locci. 🥲🤡🤡
E antes que cheguem os moralistas de plantão; claro que havia uma inexistência de freio moral nos amantes da Locci, afinal, vários deles eram casados. Mas falo justamente dela, pois o foco da série em si, é na figura dela, e é essa figura que tentam vitimizar como a pobre coitada que sofria misoginia.
Falando sobre a série: ela possui personagens não verídicos, e na minha opinião não precisa disso, pois personagens interessantes nesse caso é o que não faltam.
E eu não sei se a intenção aqui era deixar o roteiro fragmentado, para ter simular o que foi a investigação desse caso, mas isso não funciona muito bem na tela, pois por mais que saibamos que o caso nunca foi resolvido, ainda assim um roteiro mais sucinto, e que nos direcionasse para algo (mesmo que não seja concreto) seria bom.
O que resta nessa minissérie, é a bela produção que não nega sua inspiração no maravilhoso Zodíaco do David Fincher. Eu amei a ambientação, a fotografia, atmosfera e o jeito que ela foi filmada. Pena que o roteiro está longe de ser magistral como o filme já citado. Claro que eu não esperava algo do mesmo nível, pois acho quase impossível replicar o que foi feito em Zodíaco, mas podia ter sido bem melhor.
O Agente Secreto
3.9 1,0K Assista AgoraEsse recado foi MODERADO.
Motivo: Infração dos Termos de Uso. Comentários ofensivos.
Equipe Filmow.com
A Mente de Um Monstro: O Assassino do Rio Green
3.5 4Impossível não se emocionar no final, ouvindo esse monstro falando sobre as vítimas, e vendo o rosto de cada uma delas, e imaginando tudo que elas poderiam ter sido em suas vidas.
É muito triste e revoltante.
Máquina de Guerra
3.2 158 Assista AgoraUm filme divertido, bem aos moldes do predador. É desligar o cérebro e curtir.
Tem uns comentários engraçados aqui, falando coisas do tipo “aiiiii dá ênfase no exército americano” “superioridade América”
Gente……. é um filme americano, feito por americanos, vocês querem que eles deem ênfase para quem? O exército brasileiro? Que comentários sem sentido. 💩
Não querem ver “superioridade americana” nas telas, assistam filmes Brasileiros então.
Noites de Lua Cheia
4.0 36Já assisti 4 vezes esse filme, e continuo amando. É um dos meus favoritos do Éric Rohmer.
Eu amo esse diretor, pois ele sempre trabalha sobre a perspectiva de personagens extremamente sinceros consigo e com os outros.
E a nossa admiração por esses personagens, é por querermos ser exatamente como eles, e poder falar tido que sentimos, e a vida continuar correndo tranquilamente. Muitas das vezes não podemos ser assim, mas o Éric Rohmer praticamente está te dizendo: “viu como tudo seria mais fácil se as pessoas fossem mais sinceras e verdadeiras”.
Eu já disse muita coisa sobre esse filme, e não vou ficar me repetindo, mas torno a fizer: nenhum diretor soube trabalhar temas mundanos de forma atraente como Éric Rohmer. E o fato de os filmes dele estarem longe de uma época onde os contatos virtuais eram praticamente impossíveis, só ajuda a humanizar ainda mais essas relações que o diretor trabalhava de maneira tão eficiente. É lindo ver como ele trata a alma do ser humano na tela.
Uma ótima sessão para vocês.
História De Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette …
3.6 23 Assista AgoraTirando por esses 5 primeiros episódios, duvido muito que meu conceito sobre essa série mudará até o final.
Essa história na mão de outra pessoa, poderia ter dado uma minissérie extremamente elegante, no nível das primeiras temporadas de The Crown. Mas nas mãos do Ryan Murphy, soa tudo caricato, vulgar, e ele tem essa mania fetichista de sexualizar tudo que ele taca a mão. Sinceramente, esse cara deve ter problemas sexuais.
Como se não bastasse, os personagens se comportam como jovens da geração atual, e não como adultos dos anos 90, e nem os cenários me transportam para aquela época. Até a militância que eles escolhem levantar bandeira é destoante, se formos fazer uma recapitulação do que foi a indústria do entretenimento nos anos 80/90. Sabe, você não precisa estar esfregando moralismo barato na cara das pessoas o tempo todo, ainda mais nos dias de hoje, com tanto escândalo envolvendo pessoas de Hollywood e milionários, onde nós sabemos que “moralidade” deve ser a última palavra do vocabulário deles.
Vou terminar de assistir, mas lamento que uma história tão bacana, tenha caído nas mão desse cara, que é uma das figuras mais Overrated da TV americana.