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Data de lançamento
30 Jan. 2022Um drama musical que atravessa as gerações da primeira família da música country, os Romans. Dottie Cantrell Roman (Susan Sarandon), considerada a rainha do country, construiu com seu talento e rigor uma dinastia na indústria da música. Mas mesmo que o sobrenome revele autenticidade, a própria fundação do seu sucesso também é uma mentira. E quando tudo é ameaçado, a herdeira Nicolette "Nicky" Roman (Anna Friel) não parará por nada pra proteger o legado da família e garantir o que é seu por direito.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Pois é, só eu assisti, pelo visto. Só meus comentários aqui, talvez por causa do cancelamento da série. Mas já que eu vi, farei o serviço aos desavisados, lembrando que as críticas no IMDb descem a lenha! O pessoal lá não poupa ofensas, nem sofre com moderação. Mas eu prometo não baixar o nível como eles.
Das duas uma. Ou a tal Melissa London escreveu um épico sobre uma dinastia da música country com mais de 600 páginas e a produção só deu onze episódios, mutilando o trabalho, ou ela escreveu essa zoeira assim mesmo.
Vamos pontuar as partes mais críticas:
Figurino: horrível! Nem se dê ao trabalho. É só pegar o trailer e ver a cafonice do vestuário. O Albie passa a série toda com a mesma roupa!
Atuações: Ruins, mas o mérito não é do elenco. Susan Sarandon teria nivelado a série, mas mataram a personagem dela no início.
Mas os piores, na minha opinião são o Joshua Sasse, que não tira a cara de patife, nem quando tem uma cena triste e a enjoada Emma Milani.
Chegando no ponto principal: Roteiro. Esse parece saído de uma análise de divã. É fraco, sem emoção, muitas reviravoltas que não servem pra nada, diálogos ruins, umas mágoas despejadas, como dizem atualmente, umas brisas...
Começando que a protagonista é muito antipática ( nenhum personagem é agradável, você não simpatiza com ninguém) e ainda é a Anna Friend, pra piorar! Sua Nick é chata, debochada, manipuladora arrependida e ninguém leva a sério. Onisciente das traições do marido, tem a brilhante ideia de levar a amante dele como acompanhante em seu show. Fazendo a loira de roupa curta aparecer de terninho comportado.
Entendeu? Parece que a autora tem alguma mágoa, mas não ousa! Não faz a sua mala de mocinha ficar com o novinho paquera, não! Aí ela seria igual ao marido! Troca o jovem por um cara de idade mais apropriada para uma mulher tão fiel. Mas justo o tal Damon Dayoub! Aqui ninguém vai ler, mas tal como o Stephen Dorff, esse ator é o que eu chamo de branco com cara de bandido. Não é? Minha opinião.
Tem muita coisa pra escrever. Eu torcia pra torcer pele Beth Ditto, mas não deu. A Gigi é aquela mulherzinha desprezível que morre de medo de ser julgada, mas adora debochar pelas costas. E pra não me estender mais, nem vou citar o fato de que a família cometeu um assassinato e seguiu como se nada tivesse acontecido. Nem remorso?
Bom, eu não escrevi nem a metade do que pretendia, mas espero que seja suficiente pra qualquer um fugir de Monarch. O que a gente não faz por um ídolo? Tô triste pelo Adam Croasdell defender isso aqui com tanto empenho. Tomara que consiga coisa melhor no futuro.
A versão country de Empire.
Curioso como segue a mesma estrutura de três filhos problema, shows e brigas familiares.
Chegaria em janeiro, mas a COVID atrasou o lançamento para setembro.
Se chegar no Brasil, tenho dois bons motivos pra assistir: Adam Croasdell e Beth Ditto.
Aliás, o trailer entrega um momento importante do meu muso na série. Uma fã perguntou se era mesmo aquilo e ele respondeu não. Tô achando que é uma viradinha de último episódio de temporada.
Fofo ele responder sem dar spoiler. Além de lindo, gostoso, simpático, atencioso e educado! Meu coração não bate por ele! Apanha! E muito.
Tomara que dê pra assistir.