Mizuki e Shu são dois matadores de aluguel que se reencontram fugindo da Máfia Arakawa, que pretende vingar a morte de seu chefe, executado numa viela ao lado de sete guarda-costas.
Um crime muito comentado pelas estações de televisão.
Em férias forçadas os dois descobrem que cresceram juntos como dois irmãos.
Na ilha paradisíaca, onde cresceram, eles reencontram amigos de outra época.
Mas suas cabeças continuam a prêmio e a sede de vingança está cada vez maior.
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Fraco. 1h30 de um drama indeciso, que enrola sobre qual caminho seguir. O primeiro sim é um filme Yakuza. Esse é só um drama insosso que reaproveitou o nome do primeiro filme.
Continuação que tenta ter uma história mais madura e com uma carga dramática mais intensa, mas de nada resolve o melodrama ficou ruim com essas atuações engessadas, o desenvolvimento dessa amizade entre matadores não tem nenhuma profundidade, tudo soa superficial.
- 8/10
- essa estética das penas e os dois com asas ficou sensacional
- um filme sobre amizade com a yakuza de plano de fundo
- ficou ótimo o modo como mostraram que os caras que conseguem pegá-los tem uma história igual a deles
Parece que nada deu realmente certo nesse segundo Dead or Alive. É curioso o uso de licenças poéticas aqui, mas a verdade é que isso não melhorou ou piorou a obra. O que mais me irrita é a maneira infantilizada das atuações. Já era assim no primeiro filme, mas nesse a coisa foi longe demais, tudo ficou superficial, desengonçado e tacanho. A intenção era fazer com que os atores parecessem saídos de um anime? Não rolou. E o filme não anda, é um melodrama chatinho, como disse, infantilizado, com atuações irritantes. Os momentos violentos aparecem de forma totalmente burocrática. Quer dizer, nada de eletrizante, não há 1% da adrenalina presente no primeiro Dead or Alive. Este precisou de duas pernas pra se segurar: a trama dramática e o extremismo, realmente não vi nem uma coisa nem outra em sua sequência. Sobraram umas boas cenas aqui e ali, sem muito propósito... Muitos dizem que esse filme soa poético, ou algo do tipo, mas no meu conceito as coisas extremas de Takashi Miike é que são boa poesia.
"Parece que vamos para o inferno"
"Eu vou ao menos"
"Então vamos para lá juntos."
Esse conseguiu fazer jus ao primeiro filme com suas loucuras e série de situações non senses (aquele teatro e o julgamento do anão por exemplo) e ainda conseguiu adicionar um drama que consegue tocar as pessoas, por mais estranho que tudo no filme seja. Essa continuação é puramente artística, vale tanto a pena quanto o primeiro filme. E que venha o terceiro pra fechar a trilogia.