Irlandês ensandecido e obcecado por desafios escapa com vida do naufrágio de sua embarcação, afundada por alemães, e prepara, com a ajuda de um amigo francês, sua vingança pessoal contra os responsáveis pela tragédia.
Seu último combate - 1971 - Reino Unido - visto no dia 26.04.20 Gostei do filme mas foi bem simples e básico no seu contexto geral. Cenários belíssimos nas ilhas ali, da natureza em geral, adorei as cores e a composição do submarino alemão e a atuação de Peter O'Toole como protagonista, Philippe Noiret como ajudante, Sian Philips como enfermeira Hayden, ali da ilha indígena. A história, roteiro que é decepcionante:
sobrevive após o ataque ao navio inglês matando todos seus parceiros ingleses de guerra e só ele sobrevive junto com tenente que minutos depois, rapidamente é morto e muito mal desenvolvido e nem mostra direito a sua relação
pois estava na cara que aquilo seria uma consequência inevitável e que poderia ser explorada nesse cenário.
Mas bom final. Horst Hanson se mostrou um seguro, carrasco alemão nazista de qualidade. É isso: um drama mostrando um pouco da 2ª guerra e como isso afeta certos soldados isolados em seu comportamento e vivência. Mas é básico e genérico. Nota: 6,5
Fiquei pensando em como seria útil isolar todas as pessoas do mundo que são cheias de ódio e gostam de uma guerra, e então deixar eles darem livre vazão aos seus desejos matando uns aos outros.
Já no fim da 2ª Guerra Mundial, a tropa de Murphy (Peter O'Toole) é massacrada pelos alemães e ele é o único que sobrevive. Acampado na costa do rio Orinoco, ele começa a planejar uma vingança. O objetivo de Murphy é afundar o U-Boat (submarino alemão), não importa como. No desespero por honrar os coletas mortos, Murphy começa a pôr suas ideias em ação, sempre assistido por Louis (Philippe Noiret). Esquecida produção com o inigualável Peter O'Toole, gravado na Venezuela. Um filme tenso e nada previsível.
Seu último combate - 1971 - Reino Unido - visto no dia 26.04.20
Gostei do filme mas foi bem simples e básico no seu contexto geral. Cenários belíssimos nas ilhas ali, da natureza em geral, adorei as cores e a composição do submarino alemão e a atuação de Peter O'Toole como protagonista, Philippe Noiret como ajudante, Sian Philips como enfermeira Hayden, ali da ilha indígena. A história, roteiro que é decepcionante:
vingança no período da segunda guerra
sobrevive após o ataque ao navio inglês matando todos seus parceiros ingleses de guerra e só ele sobrevive junto com tenente que minutos depois, rapidamente é morto e muito mal desenvolvido e nem mostra direito a sua relação
vingar em memória dos irmãos de guerra, manter a honra e adquirir justiça com as próprias mãos.
planejamento do plano de vingança
pois estava na cara que aquilo seria uma consequência inevitável e que poderia ser explorada nesse cenário.
Nota: 6,5
Fiquei pensando em como seria útil isolar todas as pessoas do mundo que são cheias de ódio e gostam de uma guerra, e então deixar eles darem livre vazão aos seus desejos matando uns aos outros.
Já no fim da 2ª Guerra Mundial, a tropa de Murphy (Peter O'Toole) é massacrada pelos alemães e ele é o único que sobrevive. Acampado na costa do rio Orinoco, ele começa a planejar uma vingança. O objetivo de Murphy é afundar o U-Boat (submarino alemão), não importa como. No desespero por honrar os coletas mortos, Murphy começa a pôr suas ideias em ação, sempre assistido por Louis (Philippe Noiret).
Esquecida produção com o inigualável Peter O'Toole, gravado na Venezuela. Um filme tenso e nada previsível.
Assisti esse filme à algum tempo,e não compreendi seu propósito: ser um simples passatempo ou "cerebral",seja qual for não gostei!