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Mystery & Imagination - Reino Unido
Sinopse
"Mystery and imagination" é um seriado de TV de 24 episódios exibidos entre 1966-1970. Antologia baseada em clássicas histórias de fantasmas e monstros lendários como Drácula, Frankenstein e a múmia.
(...) E que série deliciosa ela era!😍 As temporadas finais, de 1968 e 1970, (...) somam nada menos que seis notáveis adaptações de clássicos da literatura gótica em longa metragem, indo desde o Frankenstein com o Ian Holm fazendo ambos os papéis, do doutor e do monstro, até A Jóia das Sete Estrelas, do Bram Stoker (adaptado como Curse of the Mummy, e um elenco tarimbado de figurinhas da Hammer Films), passando pelo Clube do Suicídio, de Robert Louis Stevenson, Uncle Sylas, de Sheridan Le Fanu, e uma releitura incrivelmente sombria de Sweeney Todd, que muito pouco lembra aquele musical macabro, mas, acima de tudo, divertido, do Tim Burton. Mas o maior destaque, pra mim, ao lado do Drácula, é mesmo a adaptação livre, de 1966, de A Queda da Casa de Usher. Um dos dois únicos segmentos da primeira fase da série a sobreviver às inacreditáveis políticas de "reaproveitamento de fita" das redes de televisão britânicas nos anos 60 (o outro sendo o fidelíssimo A Porta Aberta, de Margaret Oliphant). E isso porque Susannah York torna a quase invisível Madeleine Usher, do conto, a legítima protagonista da história, num desempenho tão febril e alucinante que, de certa forma, parece antecipar, e mesmo se harmonizar, com a espevitadíssima Lucy de Susan George. Impressão reforçada por também contar com Denholm Elliot como seu vampiresco e, claro, incestuoso irmão Roderick, numa mudança de foco bastante bem vinda em relação ao original de Poe, sempre com suas mulheres etéreas, idealizadas e, no limite, ausentes, fazendo dessa versão um caso praticamente único dentre todas as adaptações. (...)
Artigo completo: "Mistério e Imaginação: o Drácula de 1968" no Reminiscências de um Lorde Velho: https://lordevelho.blogspot.com/2025/07/mystery-and-imagination.html
(...) E que série deliciosa ela era!😍 As temporadas finais, de 1968 e 1970, (...) somam nada menos que seis notáveis adaptações de clássicos da literatura gótica em longa metragem, indo desde o Frankenstein com o Ian Holm fazendo ambos os papéis, do doutor e do monstro, até A Jóia das Sete Estrelas, do Bram Stoker (adaptado como Curse of the Mummy, e um elenco tarimbado de figurinhas da Hammer Films), passando pelo Clube do Suicídio, de Robert Louis Stevenson, Uncle Sylas, de Sheridan Le Fanu, e uma releitura incrivelmente sombria de Sweeney Todd, que muito pouco lembra aquele musical macabro, mas, acima de tudo, divertido, do Tim Burton. Mas o maior destaque, pra mim, ao lado do Drácula, é mesmo a adaptação livre, de 1966, de A Queda da Casa de Usher. Um dos dois únicos segmentos da primeira fase da série a sobreviver às inacreditáveis políticas de "reaproveitamento de fita" das redes de televisão britânicas nos anos 60 (o outro sendo o fidelíssimo A Porta Aberta, de Margaret Oliphant). E isso porque Susannah York torna a quase invisível Madeleine Usher, do conto, a legítima protagonista da história, num desempenho tão febril e alucinante que, de certa forma, parece antecipar, e mesmo se harmonizar, com a espevitadíssima Lucy de Susan George. Impressão reforçada por também contar com Denholm Elliot como seu vampiresco e, claro, incestuoso irmão Roderick, numa mudança de foco bastante bem vinda em relação ao original de Poe, sempre com suas mulheres etéreas, idealizadas e, no limite, ausentes, fazendo dessa versão um caso praticamente único dentre todas as adaptações. (...)
Artigo completo: "Mistério e Imaginação: o Drácula de 1968" no Reminiscências de um Lorde Velho: https://lordevelho.blogspot.com/2025/07/mystery-and-imagination.html