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Duração
Em uma das muitas consultas que fez ao seu médico, o hipocondríaco George Kimball (Rock Hudson) confunde o diagnóstico de um homem agonizante com o seu próprio e acredita ter apenas duas semanas de vida. Querendo cuidar da sua esposa, Judy (Doris Day), ele nada lhe conta sobre isto e tenta lhe arrumar um novo marido. Quando George finalmente conta a Judy ela rapidamente descobre que ele não está morrendo e passa a acreditar que isto é apenas uma desculpa boba para esconder um caso que ele está tendo.
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Cada vez que revejo gosto mais.
Terceiro e último filme da dupla Rock Hudson e Dóris Day (infelizmente)
Aqui temos um casal envolvido em uma enorme confusão por causa da hipocondria do marido
É com certeza uma das melhores comédias dos anos 60 e uma das minhas preferidas também, mas ainda perde para Pillow talk (o primeiro trabalho da dupla) que é um dos meus filmes favoritos da vida
Como esquecer? Essa última parceria entre o trio Doris Day, Rock Hudson e Tony Randall, fechou com chave de ouro, a deliciosa trilogia iniciada em 1959 com "Confidências à Meia-Noite", seguida de "Volta, Meu Amor", de 1961 e, finalizando com esse icônico e extrovertido "Não Me Mandem Flores", de 1964. Todos os três filmes dessa trilogia estão disponíveis no Prime Vídeo (Locke).
Vale relembrar que essas romanceadas comédias clássicas tiveram suas exibições nos primeiros anos da antológica Sessão da Tarde.
"Não Me Mandem Flores" não perdeu seu encanto, é uma comédia leve, espirituosa e com fundo romântico que ainda cativa os cinéfilos saudosistas. Pela boa nostalgia, vale 04 estrelas.
Achei bem bonitinho, gostoso de assistir. Mas Confidências à Meia-Noite totalmente me conquistou, então não vou dar nota máxima a este.
Um comédia bem leve que mostra de maneira bem humorada o comportamento de um hipocondríaco, que por qualquer sintoma acredita que possa estar com uma doença grave.
Realmente, a concepção de George retrata bem esse tipo de atitude paranoica que alguém extremamente tensionado sobre questões da própria saúde possui, e no enredo, mesmo que em alguns momentos acabe indo um pouco no exagero, não deixa dúvidas sobre o seu perfil neurótico.
As atuações de Rock Hudson e Doris Day dão todo o incremento para a história fluir bem, não é à toa que, mesmo com poucos filmes com eles juntos, acabaram ficando marcados na memória, levando a uma amizade fora das telas que perdurou por anos.
É uma produção simples e divertida, nada muito fora do comum, e mesmo não sendo algo hilariante, garante um passatempo descompromissado.