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Data de lançamento
12 Março 1999Duração
Beth Cappadora (Michelle Pfeiffer) é uma fotógrafa que vê sua vida desmoronar quando Ben, um dos seus três filhos e que tem apenas três anos, é seqüestrado. Ela é apoiada pelo marido, Pat Cappadora (Treat Williams) e por Candy Bliss (Whoopi Goldberg), uma policial que tudo faz para encontrar a criança, além da ajuda de parentes e amigos, mas não consegue nenhuma pista de Ben. Quase dez anos depois, Beth e sua família se mudaram para Chicago e um garoto (Ryan Merriman) vai até a casa dela se oferecendo para cortar grama. Beth na hora reconhece seu filho perdido, que agora usa o nome de Sam Karras. Logo é confirmado que Sam e Ben são a mesma pessoa, mas se perder um filho é uma experiência traumatizante também não é fácil fazê-lo pertencer à família Cappadora da noite para o dia, pois Sam ou Ben tem todos seus laços e lembranças ligados à família Karras.
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12.12.1999
A Netflix avisou que iria sair do catálogo dia 30/04/2025 e aí resolvi começar a assistir e fiquei preso à trama. Algumas locações do filme fizeram eu acabar lembrando que eu havia alugado esse filme em locadora há mais de 20 anos. No entanto, não lembrava mto da história e acabou sendo um novo conhecer da trama pra mim.
Como é bom reencontrar um elenco de GRANDE peso como Michelle Pfeiffer e Whoopi Goldberg, meu Deus! A safra mais nova de artistas precisa caminhar mto ainda pra aprender atuação de excelência com essa galera das antigas.
Achei que faltou um pouco mais de carga dramática, apesar de ser uma bela produção. A verdade é que pai e mãe é quem cria, e nem sempre o sangue fala mais alto. Eles quiseram tirar a vida que o garoto já tinha de forma mto abrupta, ao invés de irem conhecendo e conquistando ele aos poucos, e ainda assim deixando o pai adotivo conviver também, afinal de contas, ele nem a criança tiveram culpa do que aconteceu. Mas por fim, que bom que Sam começou a ter um apego àquela família tão sofrida e deu uma nova chance de convívio a eles.
Poderia ter uma amplitude dramática maior, mas ainda sim o filme é angustiante e muito bom
15/02/25
Não consigo imaginar a dor de uma mãe ficar sem o filho, e também o irmão mais velho crescer lidando com isso. A freira do Mudança de Hábito cresceu e virou chefe de polícia.