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Data de lançamento
7 Out. 1983Duração
James Bond é convocado para reaver bombas nucleares roubadas pela Spectre, uma terrível organização criminosa que pretende lançá-las em cidades americanas. Mas terá que enfrentar uma sexy assassina profissional, contratada especialmente para eliminá-lo.
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Quando “Mr. Bean” cruzou o caminho de James Bond — e quase ninguém percebeu 🤔
Muita gente conhece Rowan Atkinson apenas pelo humor físico e silencioso de Mr. Bean, mas poucos se lembram — ou sequer sabem — que ele já esteve em um filme do universo 007. E não estamos falando de uma paródia, e sim de uma produção oficial ligada ao legado de James Bond.
Em 1983, Atkinson apareceu em 007 - Nunca Mais Outra Vez, um filme peculiar dentro da franquia por não fazer parte da linha oficial da Eon Productions. Ainda assim, trouxe de volta ninguém menos que Sean Connery ao papel de Bond, anos após sua saída.
No longa, Rowan Atkinson interpreta Nigel Small-Fawcett, um funcionário britânico atrapalhado e excessivamente formal que auxilia Bond em uma missão nas Bahamas. Apesar de ter pouco tempo de tela, sua presença já carrega traços do humor que mais tarde o consagraria: a rigidez exagerada, o desconforto social e o timing cômico sutil. É como assistir a um esboço do que viria a ser o icônico Mr. Bean — só que em um contexto completamente diferente.
O mais curioso é que essa participação costuma passar despercebida até mesmo por fãs da franquia. Talvez porque o filme em si seja considerado “fora do padrão” da série principal, ou porque Atkinson ainda não era mundialmente famoso na época — sua explosão de popularidade viria anos depois, consolidando-o como um dos maiores nomes da comédia britânica.
Revisitar 007 - Nunca Mais Outra Vez hoje é também uma oportunidade de enxergar esse tipo de curiosidade: momentos quase escondidos na história do cinema que, quando redescobertos, surpreendem até os espectadores mais atentos.
E no fim das contas, é exatamente esse tipo de detalhe que transforma uma simples conversa entre amigos em um verdadeiro “explode a mente”. 💥
🎬 **Crítica | Nunca Mais Outra Vez (Never Say Never Again)**
**Ano de lançamento:** 1983
**Duração:** 134 minutos
**Gêneros:** Ação • Espionagem • Thriller
**Elenco principal:**
* **Sean Connery** — *James Bond*
* **Klaus Maria Brandauer** — *Maximilian Largo* (vilão)
* **Kim Basinger** — *Domino Petachi*
* **Barbara Carrera** — *Fatima Blush* (Bond vilã)
🕵️ **Enredo & História**
*Nunca Mais Outra Vez* marca o retorno de Sean Connery ao papel de James Bond após 12 anos — e também sua despedida definitiva. Trata-se de um filme independente da franquia oficial, o que já se reflete na falta de identidade clássica do 007. A trama revisita elementos já cansativos, como a Spectre e a ameaça nuclear, sem trazer inovação ou tensão real. Tudo soa reciclado e emocionalmente vazio.
🎥 **Produção, Fotografia & Efeitos**
A produção aparenta orçamento limitado. Faltam carros icônicos, tecnologia marcante e cenas de ação que acelerem o coração. A fotografia é funcional, mas sem personalidade, e os efeitos especiais são discretos a ponto de passarem despercebidos — algo estranho para um Bond lançado nos anos 80.
🎭 **Atuações**
Connery retorna carismático, mas visivelmente distante do vigor que consagrou o personagem. Kim Basinger é uma grata surpresa como Bond Girl, mesmo não sendo oficialmente creditada como tal. Barbara Carrera entrega uma atuação intensa e fanática, sendo o maior destaque do filme. Já o vilão principal carece de peso e ameaça, tendo um desfecho pouco impactante, movido mais por obsessão amorosa do que por genialidade criminosa.
🎞️ **Sequências & Curiosidades**
Não possui sequência, por ser um filme fora da franquia oficial. Curiosidade: uma rápida e curiosa aparição de **Rowan Atkinson (Mr. Bean)** como agente no Caribe.
🎬 **Filmes semelhantes:** *Thunderball* (do qual este é praticamente um remake), *Os Diamantes São Eternos* e *Octopussy*.
✅ **Avaliação Final — Vale a pena assistir?**
Vale mais pela curiosidade histórica do que pela experiência cinematográfica. Um encerramento melancólico para Connery, que merecia algo muito maior.
⭐ **Nota final:** **5 / 10**
#007 #JamesBond #SeanConnery #CinemaClássico #FilmesDeEspionagem #Saga007 #Cinema #Filmes #Anos80 🎥🍸
Tem Alguns Spoilers...
"007: Nunca Mais Outra Vez" é um filme que não faz parte da série oficial produzida pela Eon Productions, o longa é um evento à parte da filmografia do agente secreto, que num "Bondverse", trás depois de 12 anos o velho Sean Connery no papel que ele tinha jurado no grão de milho que nunca mais faria o personagem novamente. Ironia maior do título não existe...
Na trama, James Bond esta fora do fogo, obsoleto ele é enviado por M (Edward Fox) pra uma clínica de saúde para se reabilitar. Durante suas sessões o ex-agente cruza com a misteriosa e perigosa Fatima Blush (Barbara Carrera), uma assassina fria e criativa, que ele mal sabe que ela é uma agente da SPECTRE, uma organização criminosa que roubou duas ogivas nucleares da OTAN, pra chantagear e botar o terror no mundo.
O cérebro por trás de tudo é Maximilian Largo (Klaus Maria Brandauer), o número 1 da SPECTRE, que faz um jogo de vilão bem ao estilo dos filmes do agente. Com mentiras, sarcasmo e falsa amizade entre varias tentativas de assassinato. Tudo piora e melhora quando Kim Basinger invade as cenas com aquela boca, cabelos, pernas, turbinas e olhar mata peão, vivendo Domino Petachi, amante alegre do ciumento vilão.
O filme tem cenas boas de ação, onde o velho mas Bond, sai na mão no desespero com um Guarda-roupa de seis portas da Marabraz, nada com um tubarão e uma tubaroa no caribe, joga um videogame elétrico com o Largo, sai loco de moto pelas ruas de Mônaco, come e depois mata sua assassina, até confrontar de vez Largo, no barco e depois numa fortaleza perto na encosta. Tudo isso com uma dose de humor negro um pouco elevada pra esses filmes do personagem, e sem losartana, hidroclorotiazida, anlodipino, remédios usados por cardíacos, porque o Sean Connery, está velho demais pro personagem.
A atuação do Sean Connery, dispensa comentários, "panela velha faz comida boa", como diz a musica, e acho que na época foi nostálgico pros fãs, mas o filme em si deixa muito a desejar. Klaus Maria Brandauer, tem uma atuação fria, que pro vilão que ele faz, piora um pouco a parte dramática. Mas Barbara Carrera, alucina a gente vivendo a assassina sexy e malvada, enquanto Kim Basinger, com 30 aninhos era um milagre em cena. E não quero falar, mas falando o véio Max von Sydow e o Mr. Bean, estão no filme. Um marcando presença, o outro perdidinho.
"007: Nunca Mais Outra Vez", não é pra se levar muito á sério, o filme tem muita ação, aventura e boas doses de romance e humor. Hoje o filme cumpre seu papel divertindo, entretendo e distraindo quem assiste, mas acredito que na época a coisa foi um pouco tensa, devido a disputa de atenções com "007 Contra Octopussy", estrelado por Roger Moore no mesmo ano (que também não é lá essas coisas).
Diferente da musica tema "Never Say Never Again" da Lani Hall, eu nunca tinha visto esse filme. É um bom passatempo, mas é melhor que o longa esteja em um outro universo do personagem mesmo, porque deixar o tema antológico do John Barry de fora da abertura foi bem estranho. Mas nem liguei, os anos 80 é isso. Amo demais!
Esse "filme" mais parece um filme caseiro das "férias de Sean Connery" do que um James Bond.
Sorte do Sean Connery que pagou suas contas e viajou pelo mundo fazendo isso...
Já eu perdi meu tempo vendo 2horas desse troço cansativo, enfadonho, interminável, imbecil, pobre e aborrecido, não diverte e não tem nada que se salve em seus 134minutos de filme (PQP!!), e nem é culpa do Sean Connery com sua cara emborrachada de massa, um brozeado medonho e um "olho de panda" esquisito, o material é que é de péssima qualidade, de extremo mau gosto, cafona, apalermado, mal escrito, modorrento, preguiçoso e esquecível. Eu nunca mais vejo essa porcaria nem "outra vez".
Visto (pra nunca mais!) dia: 14-06-2024
É muito bom. Eu diria que é o primeiro James Bond se aposentando, gostei mas não recomendaria para quem vai assistir a saga original.