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Data de lançamento
26 Out. 2015Duração
Uma mensagem enigmática do passado leva James Bond (Daniel Craig) à uma missão secreta para a Cidade do México e, eventualmente, para Roma, onde ele conhece Lucia Sciarra (Monica Belluci), a bela e proibida viúva de um infame criminoso. Bond infiltra uma reunião secreta e descobre a existência da sinistra organização conhecida como SPECTRE. Enquanto isso, em Londres, Max Denbigh (Andrew Scott), o novo chefe do Centro para a Segurança Nacional, questiona as ações de Bond e desafia a relevância do MI6, liderado por M (Ralph Fiennes). Bond secretamente recruta Moneypenny (Naomie Harris) e Q (Ben Whishaw) para ajudá-lo a contatar Madeleine Swann (Léa Seydoux), a filha de seu antigo inimigo Mr. White (Jesper Christensen), que pode ter uma pista para desembaraçar a teia de SPECTRE. Como a filha de um assassino, ela compreende Bond de uma maneira que a maioria dos outros não podem. Conforme Bond segue em busca do coração de SPECTRE, ele desvenda a arrepiante conexão entre ele e o inimigo que procura (Christoph Waltz).
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Vi Quando Saiu No Cinema, Revi Ontem Na Netflix,Achei e Continuo Achando Um Dos Filmes Mas Fracos da Franquia(Ao Lado de 007-Os Diamantes Sao Eternos,Monraker,007-Na Mira Dos Assassinos),Cenas de Ação EficienteS(Destaque Para a Cena de Abertura), A Bella Ragazza Monica Bellucci E só isso Mesmo, Trama Fraca e De quebra O Pior Blofeld da Franquia!
Ps Pena Não Terem Tido A Feliz Ideia De usar A Cena Final Desse Filme Com A Bela Canção We Have All Time In The World de Lois Armstrong Na Cena Final, Do Ultimo Filme do Craig!
🎬 **Crítica | 007 – Contra Spectre (Spectre)**
**Ano de lançamento:** 2015
**Duração:** 148 minutos
**Gêneros:** Ação • Espionagem • Thriller
**Elenco principal:**
* **Daniel Craig** — *James Bond*
* **Christoph Waltz** — *Ernst Stavro Blofeld*
* **Léa Seydoux** — *Madeleine Swann*
* **Monica Bellucci** — *Lucia Sciarra*
* **Ralph Fiennes** — *M*
* **Ben Whishaw** — *Q*
* **Naomie Harris** — *Eve Moneypenny*
* **Dave Bautista** — *Mr. Hinx*
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🕵️ **Enredo & Estória**
Em *Contra Spectre*, James Bond retorna ao papel clássico de **agente em missão**, após o mergulho psicológico e sombrio de *Skyfall*. A morte de M (Judi Dench) ainda ecoa, mas agora o novo M enfrenta uma ameaça institucional: a possível extinção do programa 00. Enquanto a burocracia tenta enterrar o MI6, Bond segue o caminho oposto — o da verdade.
Uma mensagem póstuma de M leva Bond até **Lucia Sciarra** (Monica Bellucci), viúva de um agente da Spectre, abrindo a porta para um rastro que passa por **Mr. White** e culmina em **Madeleine Swann**, a Bond girl que não conquista pela beleza clássica, mas pela conexão emocional. Esse fio narrativo conduz Bond até o coração da organização que sempre esteve nas sombras: **Spectre**, agora finalmente revelada sob o comando de **Blofeld**.
🧩 **Temas & Desenvolvimento**
O filme funciona como uma grande peça de ligação: ele **amarra narrativas** de *Casino Royale*, *Quantum of Solace* e *Skyfall*, revelando que tudo fazia parte de um plano maior. Essa escolha dá coerência à era Craig, mas também torna o filme mais explicativo e menos impactante emocionalmente.
🎭 **Atuações**
Daniel Craig está mais contido e seguro, interpretando um Bond que volta a ser elegante, confiante e menos quebrado emocionalmente. Léa Seydoux entrega uma Madeleine sensível e introspectiva, que aos poucos conquista Bond — algo raro na franquia.
Christoph Waltz, embora tecnicamente impecável, entrega um **Blofeld menos ameaçador do que o esperado**, especialmente se comparado a vilões icônicos do passado. Já Dave Bautista, como **Mr. Hinx**, é um acerto: silencioso, brutal e físico, lembrando claramente o espírito de **Jaws**, sendo o vilão mais intimidador do filme.
📸 **Produção & Fotografia**
A produção é luxuosa, viajando por Roma, Áustria, Marrocos e México. A **sequência inicial no Dia dos Mortos**, no México, é uma das mais impressionantes da franquia, com um plano-sequência elegante e grandioso. A fotografia mantém o padrão alto herdado de *Skyfall*, ainda que sem o mesmo impacto artístico.
💥 **Efeitos Especiais & Ação**
Os efeitos são sólidos e realistas, com cenas de ação bem coreografadas, mas menos memoráveis. Falta aquele momento realmente icônico que fique gravado na memória do espectador.
🚗 **Os carros de Bond**
Aqui temos um prato cheio para os fãs: o **Aston Martin DB10**, criado exclusivamente para o filme, representa o ápice do design moderno da marca. Além dele, há perseguições clássicas que resgatam o espírito tradicional da franquia, mesmo sem exageros tecnológicos.
🔗 **Sequências & Filmes Semelhantes**
**Sequência direta:** *007 – Sem Tempo para Morrer (2021)*
**Filmes semelhantes:** *Missão: Impossível*, *O Espião que Sabia Demais*, *Jason Bourne*, *O Homem que Sabia Demais*
⚖️ **Avaliação Final — Vale a pena assistir?**
*Contra Spectre* é um filme de **transição e consolidação**. Ele não tem a força emocional de *Skyfall*, mas devolve Bond ao seu formato clássico: missões globais, vilões secretos, mulheres fatais e conspirações internacionais. Um filme mais leve, elegante e necessário para preparar o terreno do desfecho da era Craig.
⭐ **Nota final:** **7,5 / 10**
#007 #JamesBond #Spectre #Cinema #Filme #Espionagem #Ação #Thriller #DanielCraig 🎥🍸🚗
007 contra o Retcon (Você nunca o viu, mas ele sempre estava ali)
Spectre talvez seria um razoável filme de ação se não existisse dentro de uma saga e tivesse como premissa ser o clímax dessa saga.
Depois de Cassino Royale, Quantum of Solace e Skyfall, Spectre surge como um emaranhado de rectons que tenta se conectar a todos esses filmes anteriores, e se colocar como o grande capítulo final.
Pra isso dar certo, seria necessário um grande roteiro, que conseguisse fazer todas as conexões necessárias, e ainda por cima criando uma trama que fosse maior, mais complexa e com uma ação superior a dos outros filmes, porém não é o que acontece.
Antes de continuar, aviso que abaixo terão muitos spoilers, mas não vou marcar com a TAG spoiler, pois a formatação nova do Filmow é péssima, e quebraria todo o texto.
O resumo do filme é que James Bond segue uma pista que o leva a uma organização secreta criminosa que controla o mundo pelas sombras, organização essa que ele procurou durante os 2 primeiros filmes, mas falhou em encontrar qualquer sinal, e acabou desistindo por 7 anos.
Em Skyfall, Silva foi atrás da líder do 007 por vingança, culminando em sua morte.
Agora tentam emplacar a ideia de que essa organização que estava esquecida há 7 anos na verdade sempre estava a espreita, e era responsável por TUDO que aconteceu nos filmes anteriores, até mesmo os eventos que não pareciam ter nenhuma conexão, como os de Skyfall.
NÃO! Agora tudo está conectado!
Por que?
Para tentar criar um desafio maior e supremo para 007.
Pra amplificar o desafio, fazem outro retcon na infância de James Bond, abordada de maneira discreta nos filmes anteriores. É revelado que após a morte de seus pais Bond foi adotado, e teve uma conexão com outro personagem, o que desencadeou desse personagem se tornar o líder da Spectre, "maior organização do mundo". E por conta disso, todos os eventos trágicos que Bond passou nos filmes anteriores, são culpa desse vilão.
Ao ler isso, você deve pensar:
"Uau, deve ser um vilão incrível, surpreendentemente poderoso, manipulador, articulado e forte."
Infelizmente não! É só um Steve Jobs do mal.
A apresentação desse vilão é magnífica. Bond invade uma reunião que parece uma seita, onde todos os membros presenciam em silêncio a figura magnânima do líder, que aparece envolto em sombras, sem mostrar seu rosto. As poucas palavras desse líder parecem lei. O filme dá a impressão que esse homem é uma figura quase divina.
Para completar, essa figura amedrontadora começa falar com James, que acreditava estar oculto ali, criando uma sensação de perigo iminente, fazendo o espião fugir do local imediatamente.
Depois disso as coisas só desandam...
O filme segue um rumo genérico e demora cerca de 1 hora até que possamos ver o confronto do protagonista e seu antagonista, fazendo a decepção aumentar exponencialmente.
Se a introdução do vilão foi incrível, quanto mais ele aparece, mais aquele sentimento amedrontador se perde, e a figura sombria e poderosa acaba se tornando apenas um chefe do crime genérico que não consegue parar de falar sobre como ele é poderoso.
É constrangedor quando Christoph Waltz se gaba em cena de ser o responsável de tudo de traumático que aconteceu na vida de Bond nos filmes anteriores.
Constrangedor, pois ele está longe de ser um vilão melhor que Le Chiffre ou Silva.
Parece um Pincher latindo sem parar, se vangloriando de seu poder, sendo que nos filmes anteriores haviam Pit Bulls e Buldogues furiosos.
E isso nem é culpa de Waltz, é do roteiro fraco mesmo!
Quer uma prova de como o roteiro é ruim?
Bond é preso e torturado pelo vilão, mas consegue explodir um gadget dele, conseguindo se soltar da cadeira onde estava e ter tempo pra fugir dali, matar alguns guardas, explodir a base inteira e fugir de helicóptero.
Recapitulando:
Em exatos 61 segundos, Bond escapou da cadeira onde estava sendo torturado, pegou uma metralhadora, matou todos os 5 solados do lugar e destruiu toda a base da MAIOR organização do mundo, e de quebra ganhou um helicóptero abastecido e pronto para ele fugir, pois convenientemente esse veículo estava longe o suficiente da instalação pra não explodir junto.
Como a maior organização do mundo não tem soldados suficientes para sua proteção? Como a destruição de um único elemento pode explodir o local inteiro com facilidade? Como uma base tão grande poderia ter um ponto fraco tão evidente exposto assim?
Eu não tenho palavras pra descrever como isso é ruim!
Não obstante, a base inteira é explodida, mas o vilão que não tem grandes aptidões físicas de combate, consegue escapar com apenas uma cicatriz, e vai pra Londres enfrentar Bond novamente.
Como ele faz isso? Atrai Bond na antiga base da MI6, e o espera pacientemente atrás de uma parede blindada.
No caminho até essa sala, ele faz questão de deixar uma trilha para Bond seguir. Essa trilha tem fotos dos vilões dos filmes anteriores, de Vesper (primeiro amor) e de M.
Pensa comigo:
Blofeld viajou pra Londres, pegou uma impressora, imprimiu várias fotos dessa galera, foi em sala por sala colar aquilo nas paredes, apenas para Bond passar por aquele lugar depois, olhar as paredes e pensar "Nossa, eu já enfrentei esse cara". UAU! Que plano magnífico!
Pra melhorar, quando os dois se encontram, a parede blindada protege Blofeld, que avisa que a mulher por quem Bond se apaixonou está naquele prédio, e uma bomba vai explodir em alguns minutos.
Convenientemente, sem nenhuma pista, Bond encontra a mulher, pula do prédio, caindo convenientemente em cima de uma rede que os salva da queda, dando tempo para eles fugirem da explosão.
Blofeld pega um helicóptero e sobrevoa Londres de noite se sentindo vitorioso e intocável. Eis que Bond surge de barco, em uma enorme distância NO ESCURO, e com alguns tiros de pistola, consegue derrubar o helicóptero. SIM, ELE FEZ ISSO COM UMA PISTOLA!
A queda fere o vilão, que é derrotado, sem nenhuma troca de socos ou tiros o filme inteiro. Muito fraco!
Não digo que o vilão precisa ser violento, mas ele precisa amedrontar de alguma forma, e infelizmente o Blofeld de Waltz foi incapaz disso, mesmo com uma apresentação brilhante.
Pra piorar, Lea Seydoux é a Bond Girl do filme na qual Bond se apaixona, mas eles não possuem nenhuma química! É bizarro o filme tentar vender a ideia de que ela é a mulher que vai fazer ele abandonar a vida de espião, mas em nenhum momento consegue desenvolver isso, assim como não fica crível que uma mulher inteligente, independente e com personalidade forte tenha se apaixonado por um espião frio, fechado e de poucas palavras.
Pra não dizer que tudo nesse filme é ruim, a direção de Sam Mendes ainda está competente, conseguindo entregar bons planos e boas cenas.
Com destaque para a primeira cena no México, a perseguição de avião na Neve, a perseguição de carro após a fuga da reunião e a batalha no Trem.
A inserção de Dave Bautista no filme foi excelente, e o mesmo é um grande perseguidor de Bond durante boa parte do filme. Dentro dos 4 filmes até agora, Bautista foi o único inimigo enfrentado por Bond que representava um real perigo em combate.
Todas suas cenas criam um senso de perigo excelente. Talvez se essa figura fosse o vilão final do filme, o resultado tivesse sido outro.
No geral, Spectre consegue ser um bom entretenimento e pode divertir o espectador, possuindo boa ação, boa fotografia e um ótimo elenco (apesar de desperdiçarem a Monica Bellucci). Porém os defeitos que citei anteriormente, puxam muito o nível pra baixo.
Esse filme não é digno de ser um desfecho para os eventos construídos nos filmes anteriores, que (tirando Quantum) eram muito melhores que esse.
se vc nao desligar a sua suspenção de descrença nos filmes do james bond vc larga o filme nos dez minutos iniciais mas a dose de mentiras q usaram nesse filme chegam a ser ofensivas pqp. Fora o roteiro preguiçoso e previsível e cheio de conveniências.
Plano sequência na Cidade do México é prime demais.