Nina Hoss, filha de Willi Hoss, cofundador do Partido Verde Alemão, e de Heidemarie Rohweder, atriz de teatro. Hoss demonstrou uma atração inata pelo trabalho de sua mãe, atuando em peças de rádio na infância e no palco na adolescência. Hoss estudou atuação na Academia de Artes Dramáticas Ernst Busch, em Berlim, período em que começou a fazer sucesso no circuito teatral. O primeiro contato de Hoss com as telas aconteceu pouco antes de se formar, com o drama "And Nobody Weeps for Me" (1996), uma adaptação do romance homônimo de Siegfried Sommer de 1954, e o drama do pós-guerra "A Girl Called Rosemarie" (1996), pelo qual ganhou bastante atenção. Hoss continuou a interpretar papéis no cinema nos anos seguintes, incluindo "Feuerreiter" (1998), "Liebe deine Nächste!" (1998) e "Der Vulkan" (1999), mas mudou substancialmente o curso de sua carreira após sua primeira colaboração com o diretor Christian Petzold. "Something to Remind Me" (2001) foi a primeira vez que Petzold escalou Hoss para o papel principal de um de seus filmes; Os dois mantiveram uma relação de trabalho regular ao longo de muitos anos e projetos. Hoss preencheu os anos seguintes com trabalhos dramáticos, incluindo "Wolfsburg" (2003) e "Yella" (2007), de Petzold, ganhando especial destaque por sua atuação na peça "Barbara" (2012), também do diretor. À medida que sua notoriedade crescia, Hoss manteve um apego à filmografia de Petzold – ela estrelou seu drama sobre campos de concentração "Phoenix" (2014) –, mas também se expandiu para trabalhar em projetos que atraíram atenção internacional, principalmente o thriller de Anton Corbijn "A Most Wanted Man" (2014). Além de atuar, Hoss foi vocalista do álbum Futurology (2014), da banda galesa de rock alternativo Manic Street Preachers, produzido por seu parceiro romântico de longa data, Alex Silva.
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