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Data de lançamento
5 Ago. 1983Duração
É véspera de ano novo no Saturn Theater, onde o empresário da velha guarda Max Wolfe realizará seu tradicional concerto de réveillon com bandas de punk rock, blues e rock inglês. Entre sexo, drogas, muito rock-and-roll e todo tipo de loucura, o assistente de Max, Neil Allen, e uma antiga sócia, Willy Loman, tentam salvar a festa da sabotagem de Colin Beverly, um ambicioso empresário que quer comprar o Saturn Theater a qualquer custo - nem que tenha que explodi-lo na noite de ano novo!
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Besteirol divertido, mesmo que meio datado.
25.10.1984
Feito durante uma época em que o caos superficial não estava nem perto de ser desaprovado, o pouco conhecido No Limite da Loucura é um lembrete de como a música costumava ser divertida. Claro, não estou dizendo que a música não é mais divertida, mas o mundo da música apresentado neste filme não é o mesmo em que vivemos. Promovendo a convergência do rock'n'roll clássico, glam rock, new wave, blues e punk, o realizador apresenta um universo onde esses estilos distintos podem se misturar e prosperar sob o mesmo ambiente.
Apresentando a história chocantemente simplista do famoso Saturn Theatre, sendo ameaçado por um novato no mundo da produção, comicamente malvado no momento em que eles estavam prestes a lançar um grande show de Ano Novo em 1983. Este turbulento filme se concentra principalmente em Neil Allen ( Marv, um dos bandidos de Esqueceram de Mim 1 e 2) e sua luta desesperada para manter uma aparência de sanidade enquanto a variedade excêntrica de atos lentamente começa a aparecer no teatro.
Como este filme conhece as regras da comédia, Electric Larry, o robô mágico das fadas das drogas, que entrega as mercadorias sempre que necessário. Cada ato musical chega ao show em seu estilo único: um grupo de hippies liderado pelo Capitão Cloud chega cedo, mas também um pouco atrasado (eles pensaram que era 31 de dezembro de 1968); uma banda de blues chamada King Blues, também chega ao show um glam rocker levemente depravado chamado Reggie Wanker ( Se você acha que o personagem de Malcolm McDowell não será totalmente maluco, você não sabe nada sobre Malcolm McDowell, seu personagem é um riff de Mick Jagger. Ele está entediado com todas as fãs e drogas que consegue; e Auden (Lou Reed), um cantor folk metafísico, ele diz ao motorista de táxi para seguir a "rota panorâmica" (ele ainda está trabalhando em uma música).
Este é um filme bastante insano, mas é aquele estilo de insanidade de transição entre os anos 70 para 80. Caso ainda não tenha ficado claro, a principal “brincadeira” do filme é a presença no elenco de atores como músicos e músicos como atores, é um crédito do filme que essa piada nunca canse. O problema de tentar escrever sobre é que muitas dessas piadas são piadas físicas ou visuais. Você precisa vê-los se desenrolar para apreciá-los totalmente. Às vezes, isso é tudo que você precisa para fazer com que 90 minutos pareçam um tempo bem gasto.
E essa é uma ótima maneira de curtir a virada do ano. Olhando para trás e esperando que o que fizemos tenha sido um tempo bem gasto e, como sempre, esperando um ano melhor pela frente. Certamente desejo a todos um feliz, seguro e animado Ano Novo.
Talvez esse seja o filme de reveillon mais maluco que existe. Bandas de rock se apresentam pra um bando de gente estranha, alcoolizadas e drogadas, dentre elas, hippies, headbangers, punks, motoqueiros, prostitutas, freiras e até gente com camisa de força. As bandas não ficam pra trás no quesito maluquices; tem banda de garotas que trazem um punk doidão no porta-malas do carro, tem o Malcolm McDowell como vocalista de uma banda esquisita, o tal Punk amarrado do porta-malas faz o show mais barulhento e sujo, e por aí vai, diversas apresentações de rock em um filme que não há um minuto de descanso, é uma doideira atrás da outra, uma piada sarcástica emendando uma safadeza, tudo em uma edição frenética e nonsense; destaque para as cenas de quando alguém toca no assunto de querer usar drogas, sempre surge um ser misterioso, meio androide, meio alienígena, meio cowboy, meio futurista, e abre uma maleta cheia de drogas para quem quiser usar. Filme sem noção que pode agradar muito quem curte umas loucuras que parece ter sido produzida à base de ácido e muito álcool.
*Dica: Liquid Sky (1982)
Cultuado por poucos e esquecido por muitos. Get Crazy fez sucesso nos circuitos alternativos de cinema na época e hoje é pouco lembrado. Vale conhecer, é uma comédia nonsense com boa trilha sonora e destaque para Get Crazy do grupo Sparks que dá nome ao filme.Cool.!