Phroso é um bem-sucedido mágico de espetáculos casado com Anna, mulher que também é objeto de desejo de outro homem, o comerciante de marfim Crane. Quando Anne deixa Phroso para ficar com Crane, começam as tragédias. Numa briga com Crane, Phroso fica paralítico. Alguns meses depois, Anna já não está com o amante e morre deixando uma criança. Com sua vida destruída, Phroso jura vingança contra o homem que tomou sua esposa e lhe deixou paralítico, e parte para África. Dezoito anos depois, ele se tornou o líder de uma tribo africana, parte de seu plano para liquidar Crane. No meio de tanto ódio, a criança, agora uma mulher, se tornou uma prostituta alcoólatra em Zanzibar. Phroso segue com sua vingança, mas a situação foge de seu controle e as tragédias atingem a todos.
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Outro grande trabalho de Browning.Soube terminar no momento certo e utiliza muito bem seu elenco.O grande Chaney novamente em outro memorável trabalho.
>Assistido em 07 de Agosto de 2023
Drama mudo de mistério baseado em uma peça da Broadway de 1926 chamada "Kongo", estrelada por Walter Huston. O ator estrelou a adaptação cinematográfica da mesma estória usando o título de Congo (32), que foi a outra versão. Mary Nolan (1902-1948) foi escolhida para o papel devido aos seus "olhos trágicos". O roteiro diz respeito à vingança de um mágico traído, Phroso "Dead-legs", paralisado em uma briga com seu rival, Crane.
A MGM também lançou este filme sem nenhuma trilha sonora. Nas danças tribais cerimoniais, os figurantes locais tinham dificuldade em dançar ao som da bateria. Para remediar a situação, um rádio foi levado ao set e tocou músicas de jazz de uma emissora local. Nenhuma conexão ou relação com o filme britânico Nas selvas de Zanzibar (54).
Embora nunca tenha sido filmado, o final original do filme levou Maizie a esfaquear Phroso enquanto ele dorme em sua cabana. Mais um dos melhores filmes da dupla Tod Browning (1880-1962) e Lon Chaney (1883-1930),
que interpreta um mágico de palco cujo truque de assinatura é transformar uma linda mulher em um esqueleto: essa é uma evocação visual absolutamente brilhante - e econômica - da relação entre sexo e morte, o erótico e o mórbido.
Melhor cena de todas: a dancinha do Warner Baxter.
Filme pouco conhecido, mas que merece ser visto por quem gosta de cinema mudo e de terror, uma verdadeira pérola esquecida. Lon Chaney atuando de forma magnifica como de costume, único problema do filme é que algumas cenas foram perdidas ou cortadas pelo diretor, entre elas uma que mostra um número de espetáculo em que Phroso vira um "homem-pato?!" no minimo curioso, queria muito ter visto essa bizarrice rsrs