Como eu cresci na década de 1980 e demonstrei uma forte tendência ao homossexualismo desde pequeno, fui "treinado" para acreditar que seria contaminado pela AIDS a qualquer momento. Como tal, ao invés de ter medo (hoje tenho!), nutri um fascínio quase psicótico pela doença. Vendo este documentário, fiz as pazes com minhas psicoses pré-adolescentes: mais uma vez, a abordagem é mui afirmativa, o tom das entrevistas é afetivo e inclusivo. Como não apaixonar-se por aquele haitiano que pronuncia o título do filme da maneira mais íntima possível?! Concordo com ele. Não arrependo-me de, a meu modo, também ter ousado praticar algum tipo de revolução (homos)sexual no cotidiano. Linda a projeção das fotografias familiares por detrás dos depoentes. Um convite à auto-aceitação, mesmo que sob o jugo da contaminação induzida pelos vírus onipresentes do preconceito. Maravilhoso! (WPC>)
Como eu cresci na década de 1980 e demonstrei uma forte tendência ao homossexualismo desde pequeno, fui "treinado" para acreditar que seria contaminado pela AIDS a qualquer momento. Como tal, ao invés de ter medo (hoje tenho!), nutri um fascínio quase psicótico pela doença. Vendo este documentário, fiz as pazes com minhas psicoses pré-adolescentes: mais uma vez, a abordagem é mui afirmativa, o tom das entrevistas é afetivo e inclusivo. Como não apaixonar-se por aquele haitiano que pronuncia o título do filme da maneira mais íntima possível?! Concordo com ele. Não arrependo-me de, a meu modo, também ter ousado praticar algum tipo de revolução (homos)sexual no cotidiano. Linda a projeção das fotografias familiares por detrás dos depoentes. Um convite à auto-aceitação, mesmo que sob o jugo da contaminação induzida pelos vírus onipresentes do preconceito. Maravilhoso! (WPC>)
Maravilhoso. Estilo parecido ao de Untied Tongues e tão tocante quanto.