Quinn Berman, um homem na crise de meia-idade acabou de pedir sua namorada Devon em casamento, mas sua colega de trabalho confessa que está apaixonada por ele. E pior: Devon o deixa e vai à Paris, sendo seguida por Quinn, que descobre que ela começa a namorar um violinista francês.
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“We’ll Never Have Paris” tenta ser uma comédia romântica indie com toques de Woody Allen, mas tropeça no próprio protagonista. Fazia tempo que eu não via um personagem tão patético, inseguro e sem carisma. É simplesmente impossível torcer para que o casal principal termine juntos. Simon Helberg, o eterno Howard Wolowitz, não conseguiu se livrar dos trejeitos do seu personagem em The Big Bang Theory, o que torna tudo ainda mais constrangedor. Maggie Grace aparece como um interesse amoroso improvável e serve, basicamente, para enfeitar a trama. Apesar de um elenco razoável e um ou outro momento mais contido, o filme é exagerado, anticlimático e, no fim, totalmente esquecível. Nem Paris salva.
Comédia totalmente desnecessária que utiliza Paris como pano de fundo e nem isso resolve a situação da trama.
-21 de Junho de 2022
-Dou nota 4/10
Chocada com essa avaliação pobre. Esse filme é muito bom e beira a realidade, no sentido do relacionamento. O que eu mais gostei é que os protagonistas não são atores lindos de morrer dentro do padrão doentio hollywoodiano, eles são muito gente como a gente. A discussão da relação do casal sobre é algo muito verossímil, e nem de longe é água com açúcar. Talvez por eu ter tido muito empatia com a Devon, acabei amando 🤷♀️
Esqueceram a comédia, tá mais para um drama-romance.
Era pra ser de comédia?
Pensei que seria melhor.