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Sinopse
Três mulheres vivem juntas: Maria é a cientista, Lia é a professora de artes e Raquel é a androide. Elas precisam preparar o São João da escolinha de Lia.
As idéias são boas, o clima de ficção científica, a crise de consciência robótica... Mas tudo decai por conta da insistência em tematizar um tipo de incomunicabilidade induzida pela má vontade das envolvidas (por questões traumáticas, que seja). Gostei bem mais da personagem da professora lidando com as suas possibilidades de adaptação no ambiente escolar tradicional que na toxicidade relacional entre cientistas e invenção feminina. Os diálogos chegam a ser risíveis, na busca de uma pela entrada HDMI da outra, na oferta "voyager", no pedido de entrada no 'feed' do simulacro materno travestido em amante nomenclaturalmente ressignificada. As pessoas que estava comigo na sessão ficaram repetindo os chistes involuntários do roteiro por bastante tempo. Não funcionou. Prefere o pantim pós-adolescente à reflexão conscienciosa, urgh! (WPC>)
As idéias são boas, o clima de ficção científica, a crise de consciência robótica... Mas tudo decai por conta da insistência em tematizar um tipo de incomunicabilidade induzida pela má vontade das envolvidas (por questões traumáticas, que seja). Gostei bem mais da personagem da professora lidando com as suas possibilidades de adaptação no ambiente escolar tradicional que na toxicidade relacional entre cientistas e invenção feminina. Os diálogos chegam a ser risíveis, na busca de uma pela entrada HDMI da outra, na oferta "voyager", no pedido de entrada no 'feed' do simulacro materno travestido em amante nomenclaturalmente ressignificada. As pessoas que estava comigo na sessão ficaram repetindo os chistes involuntários do roteiro por bastante tempo. Não funcionou. Prefere o pantim pós-adolescente à reflexão conscienciosa, urgh! (WPC>)