Um jovem albanês vai para Berlim ilegalmente, com o intuito de ganhar dinheiro e pagar pelo casamento com sua amada noiva que está grávida. Sem experiência ou conhecimento da língua, ele precisa aprender a sobreviver duramente.
Primeiramente foi um puta trabalho encontrar esse filme... haha. Trata-se de uma tragédia onde a morte é do sonho juvenis assassinados pela pobreza e de um povo que coloca a tradição da moral e dos bons costumes acima do vida humana. Parecem todos vítimas de seu próprio destino. A passagem do tempo, para mim, não ficou tão evidenciada no filme, o que prejudicou um pouco o roteiro...
Ainda que a Albânia seja o país mais fechado e atrasado da Europa, falar em tribo é um pouco de exagero de quem fez a sinopse. No caso são famílias rivais que respeitam costumes antigos para os quais os jovens não estão dando muita pelota mas dos quais são vítimas quando quebram certas regras. Nesse sentido, o filme além de contar uma história interessante também tem seu lado documental. Através dele conhecemos um pouco desse país tão estranho para nós. E certamente até mesmo para os europeus desenvolvidos.
É uma viagem para o lado negro do sonho europeu de imigração. Um conto vertiginoso sobre um jovem refugiado que deixa Albânia, o país mais pobre da Europa rumo ao país mais rico do continente, Alemanha. As diferenças sociais e culturais entre o quotidiano de uma aldeia de montanha empobrecida para um dos países mais industrializados do planeta é chocante.
A trama impressiona com a sua narrativa rigorosa, credível, mas principalmente com as dissoluções imorais do protagonista anti-herói. É completamente compreensível e plausível o rumo da história, acredito que, - A carreira criminosa age assim em sua “inevitabilidade”.
Primeiramente foi um puta trabalho encontrar esse filme... haha.
Trata-se de uma tragédia onde a morte é do sonho juvenis assassinados pela pobreza e de um povo que coloca a tradição da moral e dos bons costumes acima do vida humana. Parecem todos vítimas de seu próprio destino.
A passagem do tempo, para mim, não ficou tão evidenciada no filme, o que prejudicou um pouco o roteiro...
A força do amor, e a mulher sempre ingrata!
Ainda que a Albânia seja o país mais fechado e atrasado da Europa, falar em tribo é um pouco de exagero de quem fez a sinopse. No caso são famílias rivais que respeitam costumes antigos para os quais os jovens não estão dando muita pelota mas dos quais são vítimas quando quebram certas regras. Nesse sentido, o filme além de contar uma história interessante também tem seu lado documental. Através dele conhecemos um pouco desse país tão estranho para nós. E certamente até mesmo para os europeus desenvolvidos.
Até sonhos são dolorosos diante dos atalhos tortuosos da vida.
É uma viagem para o lado negro do sonho europeu de imigração. Um conto vertiginoso sobre um jovem refugiado que deixa Albânia, o país mais pobre da Europa rumo ao país mais rico do continente, Alemanha. As diferenças sociais e culturais entre o quotidiano de uma aldeia de montanha empobrecida para um dos países mais industrializados do planeta é chocante.
A trama impressiona com a sua narrativa rigorosa, credível, mas principalmente com as dissoluções imorais do protagonista anti-herói. É completamente compreensível e plausível o rumo da história, acredito que, - A carreira criminosa age assim em sua “inevitabilidade”.