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Duração
Marta, uma jovem mãe, escuta o seu bebê falar. Sem entender como isto pode acontecer tenta convencer a avó que não acredita. O bebê também começa a ler e a falar em inglês, mas só com a mãe. Jorge, o pai da criança, também não acredita. Depois que o marido dorme, Marta entende o que está acontecendo.
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Vi este curta-metragem numa homenagem à roteirista Yoya Wursch. Curti o ponto de partida - bastante engraçado! - mas torna-se "um filme de uma piada só", que logo fica cansativo, a despeito da rápida duração e do elenco mui competente. Ri com o canto da boca e fiquei aflito quando a protagonista despedaça um exemplar de "Ulysses", do James Joyce (risos). O desfecho é anticlimático, mas, àquela altura, ei já tinha desistido de "embarcar" no humor saturado da obra. Insisto: vale pelo talento das atrizes envolvidas - e só! (WPC>)
O bebê é tão fofinho! *-*
chatissimo
Simples, mas sem graça. Também, a utilização contínua de trilhas sonoras famosas acabou não sendo muito interessante. Muitas vezes essa técnica acaba sendo utilizada para suprir alguma deficiência do roteiro, pois como já há uma relação do espectador com o filme original da trilha sonora, facilita fazer as relações emocionais, mas aqui, não surte muito efeito. Os diálogos são fracos e Maria Gladys faz um personagem muito carregado, ao passo que as falas na boca de Raymundo de Souza pararecem com ditados, ele não consegue interpretar. A melhor interpretação é de Andréa Beltrão, mas sem qualquer brilho. Em parte, porque o roteiro talvez tente criar uma expectativa que não se concretiza no final. Um curta sem atrativos!
Criativo e divertido!