O amor e a dor de três pessoas simples que acalentam sonhos na Cidade do México: Rutillo, o pai de família que descobre tardiamente sua homossexualidade; a bela Alma, que espera a volta de seu amado dos EUA; e Susanita, solteirona que só pensa em se casar.
Um dramalhão mexicano consideravelmente bom, mas que peca pelo desenvolvimento superficial das histórias, principalmente da Alma, que ironicamente é a história central do filme.
Concordo com um dos comentários abaixo, para mim, a história de Rutilio e Susanita foram bem mais interessantes.
De qualquer forma, a conexão entre as histórias é bem feita e possui desfecho interessante. Talvez se a história da Alma convencesse mais, poderia ser ainda melhor.
Salma Hayek está lindíssima, como sempre.
Filme bonzinho, mas extremamente longo e cansativo, poderia ter uns 40 minutos menos e seria melhor. Nota 6,0.
Como qualquer filme episódico, tem seus altos e baixos. Para mim, o capitulo da Alma (o maior) é o mais desinteressante. Já a estória de Rutillo me surpreendeu e o da Susanita me cativou.
"- Aqui é uma casa de putas!
- Não, Alma. Você está enganada, putas são as mariposas que trabalham na rua, prostitutas são as que circulam os hoteizinhos. Você as conhece muito bem, são do seu mundo. As mulheres dessa casa são chamadas de cortesãs, são senhoras elegantes, têm um mundo, dinheiro, roupas, carro, casa própria, têm uma posição.
[...]
- Irás voltar, Alma.
- Nunca!
- Sabes que o mundo que te ofereço é maravilhoso."
É um filme sensível e maravilhoso, todavia feito para um publico mais exigente e específico, melhor, de gosto Cinematográfico mais rebuscado. Com isso sem duvidas se torna uma película inesquecível para os amantes de um belíssimo drama social citadino... E reafirmo não é para todos os tipos de espectadores, pois alguns correm o risco de dormirem durante a sua projeção, “como afirma o jovem, abaixo”...