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Sinopse
O Biscoito Assassino é a história de um biscoito que é possuído pela alma de um assassino que foi morto na cadeira elétrica. Decidido a se vingar da mulher responsável por sua morte, o biscoito sai à procura de vingança.
Faltou uma direção melhor,charles band errou feio nesse filme.Mesmo para um filme trash é ruinzinho,o que salva é o personagem do biscoito que ficou meio popular.
Biscoito assassino conta a história de Millard Findlemeyer, um bandido que após seus últimos crimes vem a ser preso e condenado à pena de morte. Após ser frito na cadeira elétrica, ele volta dos mortos para se vingar (?) da filha/irmã de suas duas ultimas vitimas... No entanto, ele volta no corpo de um biscoito.
Não preciso nem dizer que “Gingerdead Man” é muito ruim. Porém, é aquele tipo de filme que, por pior que seja, a gente insiste em continuar assistindo... Também não dá pra esperar muito de um filme em que o tema central é um cookie assassino, né?
A história inicia dois anos antes, mostrando o pai e irmão de Sarah morrendo pelas mãos do sádico assassino numa lanchonete. Em seguida, voltando ao presente, nos é mostrado que ela seguiu com a confeitaria de seus pais, mas sua mãe se entregou à bebida, sofrendo não somente com seus problemas pessoais, mas também com entrada de uma grande franquia na cidade, que pode levar seu negocio a falência. Dois dias após o assassino ser eletrocutado, uma misteriosa entrega de tempero de gengibre é colocada frente à porta de Sarah. Ela, contudo, pouco se atenta a isso e, ao usar o tempero para fazer um biscoito - junto com sangue do seu assistente que cai sem querer na massa, uma descarga elétrica e pegar fogo - nasce o Biscoito Assassino. Simples e bizarro, assim como estou escrevendo.
O filme não deixa muito claro qual foi o “ritual” para que Millar ressuscitasse, porém é possível deduzir que o tempero foi deixado por sua mãe, sendo misturado com as cinzas do mesmo. Todavia, além disso, o filme deixa outros pontos em aberto (leia-se: furos no roteiro) como, por exemplo, aquela do sangue na massa: não sabemos se o assistente de Sarah se corta sem querer, de modo que a massa já veio “encapetada” antes de receber os fluídos dele, ou se o assassino estava envolvido com o ritual, influenciando magicamente o assistente para que ele se cortasse.
Sim, mas não menospreze esse corpo de farinha, amido e maldade. Um cookie consegue ser muito mais eficiente que muitos humanos por ai. Nosso amigo biscoito consegue dirigir carros, usar uma pistola, montar armadilhas, cortar dedos e cabos, arrastar pessoas e outras coisas que faziam inveja a qualquer assassino de meio período por aí.
“Gingerdead Man” toca muitos assuntos, mas, na verdade, não trata de nenhum em específico, ou seja, é um filme que pega diversas ideias e temas e joga no meio do roteiro sem explorar nenhum. Exemplos disso são:
- Logo no inicio do filme é possível notar que o Millar tem algum problema relacionado com a mãe, o que possivelmente o levava a cometer seus crimes, já que em alguns momentos ela é citada diretamente. Entretanto, em nenhum momento do filme nos é mostrada a história existente entre os dois.
- É possível perceber que o diretor tenta tratar da questão dos comércios tradicionais sendo substituídos pelas grandes franquias padronizadas, quando percebemos que a confeitaria de Sarah está sendo ameaçada, porém, isso acaba não passando de um background besta para jogar os personagens no cenário.
- Enfim, há também a questão da perda, já que a personagem viu o pai e o irmão serem assassinados, reagindo a isso com a imersão no vício, uma experiência traumática que no filme é abordada sem muita emoção.
Enfim, a película é feita em cima de personagens estereotipados de filmes hollywoodianos: a mocinha inocente que gosta de ajudar (e até estuda enfermagem para cuidar dos outros), a vilã patricinha egoísta, o rebelde que é apaixonado pela mocinha, mas que sai com a outra, o empresário que acha que pode comprar tudo com dinheiro, o amigo estranho da protagonista que é apaixonado pela mesma, o esquisito que acaba se tornando o herói e etc. Em suma: o diretor poderia abordar diversos temas interessantes no filme, porém usou todos eles superficialmente, criando um slasher simples, bizarro e divertido, embora sem conteúdo algum.
Não é apenas o roteiro é fraco, mas todo o resto também. Isso não significa, no entanto, que não funcione bem. Os efeitos são cômicos, principalmente quando se trata do biscoito (que p*rr* de rosto é aquele?). Ademais, os atores são péssimos: Sarah perde o pai e o irmão, porém não consegue verter uma única lágrima; ninguém transparece emoção alguma e, mesmo vendo um cookie assassino, todos se comportam de maneira relativamente normal.
Aliás, não podemos nos esquecer da trilha sonora, uma das coisas mais divertidas do filme - Por quê? Você há de me perguntar. E respondo: porque grande parte das musicas parecem de desenho animado, dando um clima mais humorado para o filme.
Se você procura uma comida com sustância e que vai te alimentar bem, passe bem longe do biscoito assassino. Mas se você é como eu que adora beliscar guloseimas diferentes mesmo que não vá te alimentar nada, mas que ajudam a descontrair e ter experiências diferentes, o filme pode ser uma boa pedida.
Até os anos 90, os filmes Trash, por mais ruins que fossem, tinham um toque especial; seja em um ataque de tomates assassinos, uma bolha, palhaços ou até mesmo uma geladeira ou um cortador de grama, e até mesmo camisinhas assassinas. Independentemente do roteiro ruim, as más atuações ou a péssima direção, esses filmes eram capazes de nos manter vidrados na tela até o seu desfecho. Percebo que, com algumas exceções, dos anos 2000 pra cá os filmes começaram a forçar para ser Trash, tirando todo o brilho de um subgênero que já foi mais divertido. Esse é o caso do biscoito assassino; tudo é ruim, nenhum personagem interessa, poucas mortes, gore sutil ou em offscreen. SHARKNADO é um filme que força para ser Trash, mas ainda assim, é bem conduzido, diferente desse aqui, de apenas 60 minutos que parece durar uma eternidade. — YouTube
O PADEIRO CARNICEIRO KKKKKKKKKKK
Faltou uma direção melhor,charles band errou feio nesse filme.Mesmo para um filme trash é ruinzinho,o que salva é o personagem do biscoito que ficou meio popular.
Isso é tenebroso de ruim. Vou dar uma estrela só prq é curto hahaha. Horrível.
Essa fase do Charles Band realmente me deixa triste.
De todas as tosqueiras que já vi na vida, essa com certeza se supera! 🤣
O enredo por si só é uma loucura, mas dá pra relevar pois essa é a proposta mesmo, quanto as mortes e o gore, são bem fracas e deixam a desejar.
Biscoito assassino conta a história de Millard Findlemeyer, um bandido que após seus últimos crimes vem a ser preso e condenado à pena de morte. Após ser frito na cadeira elétrica, ele volta dos mortos para se vingar (?) da filha/irmã de suas duas ultimas vitimas... No entanto, ele volta no corpo de um biscoito.
Não preciso nem dizer que “Gingerdead Man” é muito ruim. Porém, é aquele tipo de filme que, por pior que seja, a gente insiste em continuar assistindo... Também não dá pra esperar muito de um filme em que o tema central é um cookie assassino, né?
A história inicia dois anos antes, mostrando o pai e irmão de Sarah morrendo pelas mãos do sádico assassino numa lanchonete. Em seguida, voltando ao presente, nos é mostrado que ela seguiu com a confeitaria de seus pais, mas sua mãe se entregou à bebida, sofrendo não somente com seus problemas pessoais, mas também com entrada de uma grande franquia na cidade, que pode levar seu negocio a falência. Dois dias após o assassino ser eletrocutado, uma misteriosa entrega de tempero de gengibre é colocada frente à porta de Sarah. Ela, contudo, pouco se atenta a isso e, ao usar o tempero para fazer um biscoito - junto com sangue do seu assistente que cai sem querer na massa, uma descarga elétrica e pegar fogo - nasce o Biscoito Assassino. Simples e bizarro, assim como estou escrevendo.
O filme não deixa muito claro qual foi o “ritual” para que Millar ressuscitasse, porém é possível deduzir que o tempero foi deixado por sua mãe, sendo misturado com as cinzas do mesmo. Todavia, além disso, o filme deixa outros pontos em aberto (leia-se: furos no roteiro) como, por exemplo, aquela do sangue na massa: não sabemos se o assistente de Sarah se corta sem querer, de modo que a massa já veio “encapetada” antes de receber os fluídos dele, ou se o assassino estava envolvido com o ritual, influenciando magicamente o assistente para que ele se cortasse.
Sim, mas não menospreze esse corpo de farinha, amido e maldade. Um cookie consegue ser muito mais eficiente que muitos humanos por ai. Nosso amigo biscoito consegue dirigir carros, usar uma pistola, montar armadilhas, cortar dedos e cabos, arrastar pessoas e outras coisas que faziam inveja a qualquer assassino de meio período por aí.
“Gingerdead Man” toca muitos assuntos, mas, na verdade, não trata de nenhum em específico, ou seja, é um filme que pega diversas ideias e temas e joga no meio do roteiro sem explorar nenhum. Exemplos disso são:
- Logo no inicio do filme é possível notar que o Millar tem algum problema relacionado com a mãe, o que possivelmente o levava a cometer seus crimes, já que em alguns momentos ela é citada diretamente. Entretanto, em nenhum momento do filme nos é mostrada a história existente entre os dois.
- É possível perceber que o diretor tenta tratar da questão dos comércios tradicionais sendo substituídos pelas grandes franquias padronizadas, quando percebemos que a confeitaria de Sarah está sendo ameaçada, porém, isso acaba não passando de um background besta para jogar os personagens no cenário.
- Enfim, há também a questão da perda, já que a personagem viu o pai e o irmão serem assassinados, reagindo a isso com a imersão no vício, uma experiência traumática que no filme é abordada sem muita emoção.
Enfim, a película é feita em cima de personagens estereotipados de filmes hollywoodianos: a mocinha inocente que gosta de ajudar (e até estuda enfermagem para cuidar dos outros), a vilã patricinha egoísta, o rebelde que é apaixonado pela mocinha, mas que sai com a outra, o empresário que acha que pode comprar tudo com dinheiro, o amigo estranho da protagonista que é apaixonado pela mesma, o esquisito que acaba se tornando o herói e etc. Em suma: o diretor poderia abordar diversos temas interessantes no filme, porém usou todos eles superficialmente, criando um slasher simples, bizarro e divertido, embora sem conteúdo algum.
Não é apenas o roteiro é fraco, mas todo o resto também. Isso não significa, no entanto, que não funcione bem. Os efeitos são cômicos, principalmente quando se trata do biscoito (que p*rr* de rosto é aquele?). Ademais, os atores são péssimos: Sarah perde o pai e o irmão, porém não consegue verter uma única lágrima; ninguém transparece emoção alguma e, mesmo vendo um cookie assassino, todos se comportam de maneira relativamente normal.
Aliás, não podemos nos esquecer da trilha sonora, uma das coisas mais divertidas do filme - Por quê? Você há de me perguntar. E respondo: porque grande parte das musicas parecem de desenho animado, dando um clima mais humorado para o filme.
Se você procura uma comida com sustância e que vai te alimentar bem, passe bem longe do biscoito assassino. Mas se você é como eu que adora beliscar guloseimas diferentes mesmo que não vá te alimentar nada, mas que ajudam a descontrair e ter experiências diferentes, o filme pode ser uma boa pedida.
Até os anos 90, os filmes Trash, por mais ruins que fossem, tinham um toque especial; seja em um ataque de tomates assassinos, uma bolha, palhaços ou até mesmo uma geladeira ou um cortador de grama, e até mesmo camisinhas assassinas. Independentemente do roteiro ruim, as más atuações ou a péssima direção, esses filmes eram capazes de nos manter vidrados na tela até o seu desfecho. Percebo que, com algumas exceções, dos anos 2000 pra cá os filmes começaram a forçar para ser Trash, tirando todo o brilho de um subgênero que já foi mais divertido. Esse é o caso do biscoito assassino; tudo é ruim, nenhum personagem interessa, poucas mortes, gore sutil ou em offscreen. SHARKNADO é um filme que força para ser Trash, mas ainda assim, é bem conduzido, diferente desse aqui, de apenas 60 minutos que parece durar uma eternidade.
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*Dica: A Noite dos Pães Vivos (1990)