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Data de lançamento
31 Março 1989Duração
Num mundo pós-nuclear comandado por um repressivo regime fascista, um homem misterioso (David Carradine) promete liberdade a um ex-policial (Peter Nelson) e a uma prostituta (Sherilyn Fenn), que vivem numa região patrulhada, em troca de um disquete de computador com informações confidenciais.
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Thrashera comum dos anos 90 com realidade distopica, naquela pegada interpretações exageradas, diálogos ruins de doer, ambientação em poucas locações, sujas, escuras coma a famosa fumacinha e refletor para esconder a precariedade do orçamento..
Fora que tem um começo dureza de entender, mas depois que você começa a familiarizar, nota que por trás tem uma ideia bem interessante que vemos ate em filmes mais atuais, V de vingança por exemplo, que ver, uma sociedade futurista comandada com braço de ferro por um governo burocrático e fascista (esse é de verdade, e nao pq nao concorda com a esquerda), com policiais manjadores de rola, sim exatamente isso, que oprimem em castas a população ditando sua posição dentro destas castas.
Prevendo colapso dessa estrutura, uma vez que nao existe oposição, crime, etc, um meio policial executivo burocrata cria marginais para que viram símbolos anarquistas para continuar a funcionar essa maquina governamental , ai o filme cria corpo. E temos uma espécie de Bonnie e Clyde distopicos.
O problema e justamente os diálogos, e a forma capenga como vai se desenvolvendo o cerne, tornando a obra sofrida, Sherilyn aqui faz o papel usual da gata sexy, nao se esforça para isso, e Carradine fica meio que só no coadjuvante.
Sabe aquele filme que vc coloca pra assistir antes de ir dormir, sem a preocupação se vai gostar ou não?
É um filme legalzinho pra essas horas. Trash com ambientação distópica, sombria, com pegada noir...
Lado B dos filmes B.
Mas é bacaninha como passatempo.
Também achei o filme uma versão futurista e picareta de Bonnie e Clyde, que infelizmente não é dos melhores. Esse é daqueles que logo não será mais lembrado.
Início da decadência da Sherilyn Fenn que virou uma atriz de filme B e nudez gratuita e mais um do Carradine esquecido e no limbo
O Caçador do Futuro é mais uma daquelas ficções bagaceiras comuns nos anos 80 que vieram na cola de Blade Runner e Mad Max. Soleil é tão escura e caótica como a Los Angeles de Blade Runner, mas sem a mesma produção obviamente. A produção aqui é da Concorde do Roger Corman.
David Carradine, apesar de ser o primeiro nome dos créditos, só aparece perto dos 30 minutos e é mais um coadjuvante. Os papéis principais ficam com a dupla Peter Nelson e Sherilyn Fenn que dão vida a esse "Bonnie e Clyde" futurista.