Após a morte de Luntom, seu marido e sua amante se mudaram para sua vila, mas ao chegarem, descobriram um caixão de vidro contendo seu corpo, levando a um caminho de vingança aterrorizante.
O Caixão de Vidro (Tomb Watcher) é um filme tailandês de terror dirigido por Vathanyu Ingkawiwat, e foi uma das maiores surpresas que tive recentemente.
O longa acompanha Lunthom, uma empresária rica, casada com Cheev, que aparentemente vive um relacionamento perfeito. Porém, após sofrer um mal súbito, ela entra em coma e morre. A partir daí, o filme faz você acreditar que já entendeu tudo o que aconteceu. O próprio pôster e os primeiros minutos parecem entregar o mistério, fazendo parecer que a trama seguirá um caminho bem previsível.
Quando a história passa a acompanhar Rossukhon, secretária de Lunthom, tudo reforça essa impressão. Logo descobrimos que ela mantinha um caso com Cheev e que, depois da morte da esposa, os dois resolvem viver juntos em uma luxuosa casa de campo. Só que existe uma condição inesperada no testamento de Lunthom: para receber toda a herança, Cheev precisa passar cem dias na mansão ao lado do corpo da esposa, preservado dentro de um caixão de vidro. E ele não pode cumprir essa condição sozinho Rossukhon também precisa permanecer na casa.
A partir desse momento, o filme cresce muito. O terror é construído de forma lenta, mas sempre instigante. Rossukhon começa a ter pesadelos, enxergar a antiga patroa e perceber que existe algo profundamente errado naquele lugar. Enquanto isso, o roteiro alterna entre presente e passado para revelar como o relacionamento entre Cheev e Rossukhon começou e o que realmente aconteceu antes da morte de Lunthom.
O que mais gostei é que essas idas ao passado nunca quebram o ritmo da narrativa. Elas aparecem apenas quando são necessárias para encaixar uma nova peça do quebra-cabeça, deixando tudo mais interessante em vez de cansativo. A curiosidade só aumenta conforme novas revelações surgem.
Sem entrar em spoilers, o terceiro ato consegue fugir do óbvio. Quando parece que os personagens finalmente entenderam o que está acontecendo e tentam resolver a situação por meio de um ritual, o filme surpreende mais uma vez. Eu realmente não esperava aquele desfecho. Foi um final que conseguiu me pegar de surpresa e fechou a história de uma forma muito satisfatória.
O Caixão de Vidro é um terror que aposta mais na atmosfera, no suspense e na construção do mistério do que em sustos fáceis. É um filme que faz você acreditar que já descobriu toda a verdade, apenas para mostrar que ainda existem muitas peças escondidas. Uma grata surpresa e, sem dúvida, um dos filmes de terror mais interessantes de 2025.
Terror nada assustador, enredo era bem simples,com três personagens principais, e só. A história reflete sobre infidelidade e ganância, o ressentimento profundo e as consequências de ações egoístas. Gostei
O Caixão de Vidro (Tomb Watcher) é um filme tailandês de terror dirigido por Vathanyu Ingkawiwat, e foi uma das maiores surpresas que tive recentemente.
O longa acompanha Lunthom, uma empresária rica, casada com Cheev, que aparentemente vive um relacionamento perfeito. Porém, após sofrer um mal súbito, ela entra em coma e morre. A partir daí, o filme faz você acreditar que já entendeu tudo o que aconteceu. O próprio pôster e os primeiros minutos parecem entregar o mistério, fazendo parecer que a trama seguirá um caminho bem previsível.
Quando a história passa a acompanhar Rossukhon, secretária de Lunthom, tudo reforça essa impressão. Logo descobrimos que ela mantinha um caso com Cheev e que, depois da morte da esposa, os dois resolvem viver juntos em uma luxuosa casa de campo. Só que existe uma condição inesperada no testamento de Lunthom: para receber toda a herança, Cheev precisa passar cem dias na mansão ao lado do corpo da esposa, preservado dentro de um caixão de vidro. E ele não pode cumprir essa condição sozinho Rossukhon também precisa permanecer na casa.
A partir desse momento, o filme cresce muito. O terror é construído de forma lenta, mas sempre instigante. Rossukhon começa a ter pesadelos, enxergar a antiga patroa e perceber que existe algo profundamente errado naquele lugar. Enquanto isso, o roteiro alterna entre presente e passado para revelar como o relacionamento entre Cheev e Rossukhon começou e o que realmente aconteceu antes da morte de Lunthom.
O que mais gostei é que essas idas ao passado nunca quebram o ritmo da narrativa. Elas aparecem apenas quando são necessárias para encaixar uma nova peça do quebra-cabeça, deixando tudo mais interessante em vez de cansativo. A curiosidade só aumenta conforme novas revelações surgem.
Sem entrar em spoilers, o terceiro ato consegue fugir do óbvio. Quando parece que os personagens finalmente entenderam o que está acontecendo e tentam resolver a situação por meio de um ritual, o filme surpreende mais uma vez. Eu realmente não esperava aquele desfecho. Foi um final que conseguiu me pegar de surpresa e fechou a história de uma forma muito satisfatória.
O Caixão de Vidro é um terror que aposta mais na atmosfera, no suspense e na construção do mistério do que em sustos fáceis. É um filme que faz você acreditar que já descobriu toda a verdade, apenas para mostrar que ainda existem muitas peças escondidas. Uma grata surpresa e, sem dúvida, um dos filmes de terror mais interessantes de 2025.
Gosto de tramas, achei bacana, mas todos os sustos são uma bosta.
12.09.2025
O filme foi como eu já esperava. Nada de novo. Foi mais para passar o tempo.
Terror nada assustador, enredo era bem simples,com três personagens principais, e só. A história reflete sobre infidelidade e ganância, o ressentimento profundo e as consequências de ações egoístas. Gostei