Na primeira década do século XX um carro de corrida, que tinha ganho três grandes prêmios, sofre um acidente e fica totalmente queimado. Algum tempo depois duas crianças, Jemima (Heather Ripley) e Jeremy (Adrian Hall), os filhos de Caractacus Potts (Dick Van Dyke), um inventor fracassado, vêem a carcaça deste carro de corrida, que seria vendido por 30 xelins. Eles imploram ao pai que o compre, mas Potts está sem dinheiro e o avô das crianças (Lionel Jeffries), que mora com eles, se encontra na mesma situação. Após uma tentativa desastrosa de vender uma de suas invenções para o Lorde Scrumptious (James Robertson Justice), o fabricante de doces da região, Potts consegue acidentalmente dinheiro suficiente em um parque de diversões. Potts compra o carro e, milagrosamente, transforma um veículo que estava caindo aos pedaços em um carro novo em folha. Ele resolve fazer um piquenique com as crianças e o vovô, para comemorar o carro novo. No caminho eles quase batem no carro de Truly Scrumptious (Sally Ann Howes), a bela filha de Lorde Scrumptious. Como o carro dela ficou atolado, eles a convidam a ir ao piquenique. Já na praia, todos se divertem e as crianças pedem ao pai que lhes conte uma história. Potts cria uma fantástica aventura, no qual o carro deles pode andar sobre a água e voar. No conto o barão Bomburst (Gert Fröbe), o cruel ditador da Vulgária, quer o carro para ele e seqüestra o vovô, pensando que é o inventor. Então Potts, Truly e as crianças voam no carro até a Vulgária, para libertá-lo.
Prêmios:
1 Indicação ao Oscar
2 Indicação ao Globo de Ouro
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É um filme muito bem feito e fofinho. Me lembrou um pouco a atmosfera magica da Noviça Rebelde, Mary Poppins, fiquei surpresa em saber que não é um filme da Disney. Amei a cena da caixinha de música
Achei muito longo, começou bom e depois ficou meio bagunçado
O título brasileiro do filme é enganador, pois acontece muita coisa no enredo e o calhambeque até que aparece pouco. Em verdade, esse é um dos problemas do filme: ele é muito longo e repleto de estranhas reviravoltas tramáticas, culminando numa estória dentro da história, quando tudo o que ele desejava era falar sobre reparação da orfandade. O elenco é muito bom e as canções, mesmo "esquecíveis" (como reclamou o crítico Leonard Matlin) são muito bacanas. Pessoalmente, adorei todas as participações cantantes da bela Sally Ann Howes (amei os jogos de palavras com o nome de sua personagem). Apesar do ritmo um tanto cansativo, é um filme que possui graciosos bons momentos e que, depois de terminada a sessão, é digerido de maneira graciosa em nossas memórias. Definitivamente, não era o que eu esperava: até baronesa sadomasoquista aparece! kkkk (WPC>)
Faz parte dos musicais desconhecidos da vida,mas de uma importância extrema.Ken Hughes era um grande diretor na época mas nunca tinha tocado no gênero,fez algo memorável.
-26 de Junho de 2022
-Dou nota 8/10
Tenho lembranças deste filme na década de 70 ( lembro da música principal e deles estarem na Bulgária ) . Assisti novamente a este clássico que perde 1,0 ponto por ser extremamente longo e ter músicas demais ( é um musical ? Sim , mais é para crianças ) .
É um bom filme com uma boa estória e lamento por não ser mais exibido na TV ( como muitos outros filmes antigos de qualidade ) . Chitty Chitty Bang Bang !