Baseada na obra homônima de Nelson Motta, a microssérie gira em torno do assassinato de Sereia, a rainha do axé de Salvador, ocorrido em plena terça-feira de carnaval.
Não assisti na época da estreia, assisti hoje (31/05/2025) e como pude não ter assistido? Que série! Que história! Que plot twist! Que atuações! Ísis Valverde realmente tem um brilho de sereia, um carisma incomum, ela reluz na tela, cada sorriso, cada olhar, cada lágrima conta muito, como é bom ver uma série brasileira bem filmada e bem produzida, 5 estrelas!
Na minha lembrança era uma série sem defeitos. Revisto, enxerguei alguns erros. Tudo muito corrido e merecia pelo menos mais um episódio dos quatro originais para dar mais consistência e ênfase no dilema de Sereia e da Mãe de Santo.
E nem vou adentrar o mérito de uma Bahia branca e com atores negros sendo desperdiçados em figuração de luxo. Poderiam render bem mais a Zezé Motta (uma atriz do porte dela naquela pontinha) e Margareth Menezes.
No mais, Isis Valverde vence pela beleza e carisma, né?
Assiti essa série quando estreou na TV em 2013, e achei muito marcante e bem feita. Gostei de tudo, exceto o sotaque um pouco forçado da Ísis Valverde, mas nada que afete o todo. Vale a pena rever.
Assisti quando lançou, lembro que gostei bastante. Reassisti agora há pouco e fiquei impressionada com o canto contagiante da sereia Ísis Valverde.
Não assisti na época da estreia, assisti hoje (31/05/2025) e como pude não ter assistido? Que série! Que história! Que plot twist! Que atuações! Ísis Valverde realmente tem um brilho de sereia, um carisma incomum, ela reluz na tela, cada sorriso, cada olhar, cada lágrima conta muito, como é bom ver uma série brasileira bem filmada e bem produzida, 5 estrelas!
Na minha lembrança era uma série sem defeitos. Revisto, enxerguei alguns erros. Tudo muito corrido e merecia pelo menos mais um episódio dos quatro originais para dar mais consistência e ênfase no dilema de Sereia e da Mãe de Santo.
E nem vou adentrar o mérito de uma Bahia branca e com atores negros sendo desperdiçados em figuração de luxo. Poderiam render bem mais a Zezé Motta (uma atriz do porte dela naquela pontinha) e Margareth Menezes.
No mais, Isis Valverde vence pela beleza e carisma, né?
Assiti essa série quando estreou na TV em 2013, e achei muito marcante e bem feita. Gostei de tudo, exceto o sotaque um pouco forçado da Ísis Valverde, mas nada que afete o todo. Vale a pena rever.
Amei essa série! Surpreendente e envolvente do começo ao fim, além de um grande elenco. A Ísis está maravilhosa!