No século XVIII um aristocrata inglês, Sir Ronald Burton (Richard Greene), após "mexer os pauzinhos" consegue ser convidado pelo Conde von Bruno (Stephen McNally) para uma caçada na Floresta Negra, na Áustria. Burton se faz passar por Richard Beckett, pois quer provar que o conde matou dois amigos que prezava muito. O sádico von Bruno brinca com seu convidado, sendo que na primeira oportunidade pretende que ele tenha uma morte horrível. Quando Beckett conhece Elga (Rita Corday), a relutante noiva do conde, ele jura libertá-la do atr castelo.
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Com Boris Karloff e Lon Chaney Jr. no elenco eu esperava bem mais desse filme. Castelo do Pavor está mais para mistério do que filme de terror.
Thriller de mistério e horror em preto e branco que foi feito nos Estados Unidos, mas estreou na Suécia. Estréia do diretor Nathan Juran (1907-2002), que substituiu Joseph Pevney após este ficar descontente com o roteiro. Juran disse que foi ajudado bastante pelo elenco, particularmente Boris Karloff (1887-1969) - "ele colocou muito no personagem que não estava no roteiro"-, e seu diretor assistente, Bill Hammond. A Universal ficou impressionada com o trabalho de Juran e ofereceu a ele um contrato de 1 ano como diretor. O último filme de terror de Lon Chaney Jr. (1906-1973) para a Universal.
Um filme bem fraco e ruim com título enganoso, pois praticamente não tem terror nenhum, apenas enganação. Mesmo com alguns bons nomes no elenco, trata-se de um melodrama de vingança gótica morno, com uma ou outra cena de ação como nos filmes de aventura e a presença de alguns animais selvagens que mantém mais o interesse do que os próprios atores.
Um filme de capa e espada com um tom de horror no maior estilo Poe. As atuações são simplórias mas o filme flui bem.
Bacana heim! O cara tem um quartinho de crocodilos em casa hahaha. Mas o mocinho é
meio cafageste heim, dando em cima da esposa do vilão o tempo todo.