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Data de lançamento
4 Nov. 1988Duração
Numa pequena cidade, o dr. Anthony Blakely apresenta um show de TV altamente influente na vida da população local, que se mantém num estado de hipnotismo contagioso. Na verdade, o médico é apenas um instrumento utilizado por um gigantesco cérebro alienígena, que cresce à medida em que vai se alimentando do corpo e da mente das pessoas.
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O filme é meio trash mesmo, com efeitos especiais bem despretensiosos. Mas a gente também precisa ver a coisa no contexto - no final da década de 80 se alastraram esses programas de ajuda a adolescentes "desviados" e os métodos eram pouco ou nada ortodoxos, com pegada científica ou as vezes religiosa. O tema é atual. Crédito pros caras.
Agora, sacanagem com o David Gale, que em tudo quanto é filme perde a cabeça!
#trashbasicão!
Achei algumas semelhanças com Videodrome, mas há um certo intervalo deste para o filme do Cronenberg.
O Cérebro é uma "boa" opção de trash ("boa", dependendo do ponto de vista). É bagaça pra assistir sem pretensão nenhuma.
As mortes no início são tosquíssimas, não tem chuveirinho e acho que nem ketchup.
Mais atuações mal feitas.
Tá valendo se você quiser ver trash!👍🏻
Em uma cidadezinha do interior dos Estados Unidos, dois cientistas mantêm num laboratório um enorme cérebro, que controla a mente dos humanos. O médico responsável pelo temido experimento, Dr. Anthony Blakely (David Gale), influenciado pelo cérebro gigante, é líder de audiência na TV com seu programa que manipula os telespectadores. Certo dia, o cérebro se descontrola, cresce, adquire vida própria e sai caçando pessoas para se alimentar.
Dos filmes de terror lançados em DVD pela Obras-primas do Cinema nos boxes ‘Sessão de terror Anos 80’ – até agora foram oito caixas com mais de 30 títulos, ‘O cérebro’ é um dos mais nonsense e bizarros. Uma fita trash muito exibida na TV aberta – lembro-me dela no nostálgico ‘Cine Trash’. Pegou referências das fitas B dos anos 50 e 60, quando existiam uma infinidade de longas cujos vilões eram cérebros malditos, como ‘O cérebro do planeta Arous’ (1957), ‘O cérebro que não queria morrer’ (1962) e ‘The brain’ (1962). Rodada no Canadá, o filme de baixo orçamento traz um roteiro inverossímil e ideias bem malucas – um médico e sua equipe insana mantém num aquário, no laboratório onde trabalham, um enorme cérebro, ligado a fios que mandam para a TV sinais para controlar a mente da população. O líder do experimento é um médico inescrupuloso, disposto a tudo para concluir seus objetivos do mal – papel de David Gale, também o médico de ‘Re-Animator - A hora dos mortos-vivos’ (1985). O cérebro cresce e vira uma ameaça quando se desprende das correntes e, com dentes afiados, sai rastejando por aí atrás de carne humana. Não é para se levar a sério, apenas entretenimento barato com boas doses de diversão – não ligue para os efeitos especiais, que são tosquíssimos (o cérebro é de borracha, e em muitas cenas vemos falhas técnicas e erros de continuidade). Filme que representa o suco do cinema B de terror dos anos 80. A direção de Ed Hunt condiz com sua filmografia – ele fez filmes scifi B e terror nas décadas de 70 e 80, dentre eles um slasher cultuado, no ano-chave dos slasher movies, ‘Aniversário sangrento’ (1981). Disponível em DVD no box ‘Sessão de terror anos 80 – Vol. 1’, caixa composta por dois DVDs, que reúnem quatro outros filmes, que são ‘A bolha assassina’ (1988), ‘Palhaços assassinos do espaço sideral’ (1988) e ‘Shocker: 100 mil volts de terror’ (1989), além de 1h de extras, como entrevistas e making of.
POR FELIPE BRIDA - BLOG Cinema-naweb blogspot com
Tosqueira pura com o enredo mais ridículo possível, o cérebro alienígena feito de borracha é o puro suco do trash da década de 80. Diria que o único problema desse filme é ele se levar a sério demais e pegar um pouco leve no gore, se ele tivesse mergulhado mais na zueira seria um dos maiorais da década, mas vale uma conferida!
Toscamente divertido.