Gianni Amico, em chave cronística, indaga à distância de anos um momento da história do cinema já então amplamente canonizado como neorrealismo. Amico concede a palavra seja aos "mestres" (Rossellini, De Sica, Zavattini), seja às novas gerações de cineastas (Bertolucci, Bellocchio, os Taviani), mas deixa falar também, e sobretudo, os locais onde os filmes foram rodados, e também neste caso a grande desenvoltura da câmera se traduz em um olhar original, que recusa uma atitude de tipo catedrático, propondo-se antes como reflexão em andamento sobre uma ideia de cinema ainda atual.
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Críticas e opiniões sobre O Cinema da Realidade