Uma artista de circo americana chega à União Soviética fugindo da represália por ter dado à luz um bebê negro. Quando é recrutada para uma turnê circense, se vê escravizada por alguém que sabe de seu segredo.
Filme muito bem feito! Estou adentrando no cinema soviético e me surpreendi positivamente aqui. Acho engraçado como nós brasileiros somos doutrinados com uma visão estadunidense das coisas: alguns aqui afirmam com razão que o filme é propaganda soviética escancarada, mas não tem o mesmo julgamento com a enxurrada de propaganda que o tio sam lança ano após ano para defender e justificar sua política bélica intervencionista. Gostei bastante!
Curiosidade: James Lloydovich Patterson, o negão do filme, é filho de um Americano com uma Ucraniana. Morou na Rússia até os anos 80 e foi embora sabe para onde? Estados Unidos da América. Bom findi galera.
Apesar do tom chanchadesco e inevitavelmente propagandístico (o que é aquele final? Aff!) a direção é incrível! O roteiro é um tanto confuso, em suas bifurcações tramáticas e excesso de tramas paralelas mas o mote envolvendo o preconceito racial em relação ao passado da protagonista norte-americano é algo sumamente audacioso. E que uso brilhante de ângulos de câmera inusitados. Que números musicais inusitados! kkkk Filme troncho em sua completude, mas brilhante em seus elementos isolados: merece melhor consideração e respeito pelos historiadores de cinema - e amei a homenagem chapliniana! (risos) - WPC>
Filme muito bem feito! Estou adentrando no cinema soviético e me surpreendi positivamente aqui.
Acho engraçado como nós brasileiros somos doutrinados com uma visão estadunidense das coisas: alguns aqui afirmam com razão que o filme é propaganda soviética escancarada, mas não tem o mesmo julgamento com a enxurrada de propaganda que o tio sam lança ano após ano para defender e justificar sua política bélica intervencionista.
Gostei bastante!
Curiosidade: James Lloydovich Patterson, o negão do filme, é filho de um Americano com uma Ucraniana. Morou na Rússia até os anos 80 e foi embora sabe para onde? Estados Unidos da América. Bom findi galera.
O final é tão merda que estraga o filme todo, incrível!
E olha que fingi que não há preconceito racial naquele país "na boa", sem achar um absurdo.
Mais um filme que vi graças a CPC Umes Filmes.
Nunca imaginei que em 1936 já houvesse filmes que abordassem o racismo.
Apesar do tom chanchadesco e inevitavelmente propagandístico (o que é aquele final? Aff!) a direção é incrível! O roteiro é um tanto confuso, em suas bifurcações tramáticas e excesso de tramas paralelas mas o mote envolvendo o preconceito racial em relação ao passado da protagonista norte-americano é algo sumamente audacioso. E que uso brilhante de ângulos de câmera inusitados. Que números musicais inusitados! kkkk Filme troncho em sua completude, mas brilhante em seus elementos isolados: merece melhor consideração e respeito pelos historiadores de cinema - e amei a homenagem chapliniana! (risos) - WPC>