O Ébrio

O Ébrio (1946)
O Ébrio
Média do filme: 3.5 de 5 — baseado em 213 votos
MÉDIAFILMOW
3.5
213 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Gilda de Abreu
País de origem Brasil 🇧🇷
Duração 127 min (2h07)
Classificação indicativa de O Ébrio: L - Livre para todos os públicos

Dirigido por

Duração

127 minutos Classificação indicativa de O Ébrio: L - Livre para todos os públicos
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Sinopse

Jovem do interior, com grande talento para a música e boa situação financeira, Gilberto Silva se vê totalmente despossuído quando seu pai perde a fazenda. Sem o apoio dos parentes, o rapaz migra para a cidade grande, perambulando pelas ruas, até que, desesperado, ao entrar numa igreja, o padre ouve os seus pedidos de ajuda e convida-o a viver no anexo da sacristia. O religioso incentiva-o a procurar um emprego e, também, a explorar as suas habilidades artísticas. O grande sonho de Gilberto, porém, é entrar para a faculdade de medicina. Ainda assim, ele acaba se inscrevendo para um programa de calouros da rádio .

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Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita | Trailer 2 Legendado

Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita

Comentários 4
amigos querem ver
thiifate
Thiago Fate
4 semanas atrás

- mas também, o cara fez tudo errado mesmo, mereceu se lascar
- depois de terem abandonado ele, foi confiar e dar dinheiro pra família ainda
- e foi casar com a mulher sem nem conhecer ela direito
- depois ainda largou tudo porque quis
- o massa é ter sido dirigido por uma mulher nessa época
- por ser dessa época também, as personagens negras são tratadas terrivelmente

joaope_ssantos
J. P. Silva-Santos
1 mês atrás

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

- (...) Patrãozinho, eles são brancos, mas têm a alma da cor da minha pele. Patrãozinho, se eu pudesse fazer alguma coisa para o senhor não sofrer tanto...
- Já o fizeste, Salomé. Não me esquecerei jamais de que foste a única criatura amiga que tive nesta casa. Não chore. Vai. Vai, que ainda tens muito o que fazer. [1]

As personagens pretas, desprovidas de qualquer construção psíquica, quando finalmente conquistam o direito à fala, são imediatamente recolocadas “em seu devido lugar”. O filme apresenta uma progressão narrativa clamorosamente irregular, marcada por uma série de subtramas familiares mal costuradas e coincidências inverossímeis, fazendo com que seus 120 minutos pareçam se arrastar interminavelmente.

Ainda assim, não deixa de ser um registro histórico bastante curioso, seja por sua conciliação do melodrama capriano com aquilo que então se supunha ser uma produção neorrealista (os filmes italianos ainda não haviam chegado ao Brasil), seja pelo leitmotiv reproduzido por Moacyr Fenelon e Nelson Pereira dos Santos em “Tudo Azul” e “Rio, Zona Norte”, respectivamente: a história de um sujeito que busca ascender socialmente por meio de uma composição vencedora de um concurso de rádio.

A principal diferença em relação a esses dois filmes é que esta produção se dispersa em uma série de subtramas paralelas e faz de seu protagonista não um homem de origem pobre, mas alguém que assistiu à bancarrota do pai fazendeiro em decorrência do parasitismo de seus parentes da cidade. Trata-se de um dado relevante tanto para a construção moralista das subtramas familiares quanto para o subtexto hoje espantosamente racista. As personagens lamentam seu fracasso, a narrativa é construída para que torçamos por sua recuperação financeira, enquanto a pobreza e a ausência de vida interior são apresentadas como atributos naturais das personagens pretas. A invisibilização é quase absoluta, não fosse a aberrante construção simiesca do empregado de Padre Simão, sequer creditado pelos responsáveis pela restauração do filme.

[1] Em “Também somos irmãos” (1949), de José Carlos Burle, o gigante Grande Otelo dá a melhor resposta a essa fala infame: “Preto com alma branca é fantasma!”

editado
elissandrapereira
Elissandra Pereira
½
2 anos atrás

O problema desse filme é a duração, pois é mais longo que o necessário. Interessante ver como as pessoas falavam português aqui no Brasil nos anos 40.
Filme 021/2024
Visto em 24/02/24

xow27
ggg
3 anos atrás

finalmente vi um filme com um protagonista chamado gilberto

O Ébrio é um drama brasileiro de 1946 dirigido por Gilda de Abreu e escrito por ela e seu marido Vicente Celestino, que protagoniza o filme. O filme foi produzido a partir de uma peça de teatro com o mesmo nome da canção composta por Vicente Celestino. É considerado um dos maiores sucessos da história do cinema brasileiro. Estima-se um público de 5 milhões de espectadores nos primeiros quatro anos. O famoso clipe de "O Ébrio" é cantado num bar nas cenas finais do filme. No elenco a presença do ator Walter D'Ávila, irmão da também atriz Ema D'Ávila, que anos mais tarde viriam a trabalhar na televisão em programas humorísticos como também em novelas globais.

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Elenco de O Ébrio

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Vicente Celestino 0 7

Vicente Celestino

(Gilberto Silva)
Alice Archambeau 0 0

Alice Archambeau

(Marieta)
Antônia Marzullo 0 0

Antônia Marzullo

(Lindoca)
Arlete Lester 0 0

Arlete Lester

(Maricota)
Isabel de Barros 0 0

Isabel de Barros

(Menina)
Jacy de Oliveira 0 0

Jacy de Oliveira

(Maria das Neves)

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