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Data de lançamento
25 Junho 1993Duração
Quando o marido de Ruth Matthews (Kathleen Turner) morre em uma queda, quando à noite fazia escavações arqueológicas em umas ruínas maias, a caçula do casal, Sally (Asha Menina), reage à morte do pai de maneira muito estranha, pois ao voltar para sua casa não profere uma só palavra. Quando o comportamento de Sally piora, Ruth se vê obrigada a deixar que Jacob T. Beerlander (Tommy Lee Jones), um especialista em crianças autistas, examine sua filha. Jacob tenta tirar Sally da sua desordem mental por métodos tradicionais, mas Ruth tenta de outra maneira, ao reproduzir em grande escala um castelo de cartas que sua filha tinha construído. Por mais estranho que seja, Ruth crê que só assim terá Sally de volta.
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06.05.2001
Encontrei por acaso na UNITV BOX e por conta da atriz Kathleen Turner a qual gosto muito resolvi conferir é um drama sem substância com atuações não muito empolgantes culpa do roteiro que não vai nem vem. O autismo aqui era tratado como doença, um vez que, a personagem de Turner não aceitar a condição de sua filha. Mas o próprio roteiro acaba revelando que os traços e características da menina, antes não tendo essas características, no início do filme a criança se comunica normalmente, e pouco tempo depois a criança começa as ficar com comportamentos estranhos acaba 'desmistificando' a condição autista devido a um trauma. Pelo menos o filme serve para mostrar a precipitação em querer laudar uma criança autista apenas baseada nalgumas características, coisa comum que ocorre nas instituições educacionais de hoje em dia.
De enigma o filme não tem nada.Apresenta um drama extremamente ruim e sem rumo.
>Maratona Tommy Lee Jones - Assistido em 29 de Janeiro de 2025
Na maioria das vezes, concordo com o Leandro, o Marcello e o Diego (nos comentários abaixo), mas dessa vez, vou discordar. rs Que filme chato !!!!!
Já havia assistido anos atrás na Record e esses dias revi no YouTube. O drama trata de um tema sério, a questão da morte de alguém muito próximo (no caso aqui, do pai) e a reação das crianças em meio a isso. Mesmo o roteiro não conseguindo desenvolver muito bem todas as situações, as boas atuações garantem o interesse, em especial de Kathleen Turner, Tommy Lee Jones e da menina. A trilha do ótimo James Horner reforça a sensibilidade da história.