Los Angeles, década de 90. A cena musical está à todo vapor. Charlie Porter se esforça em galgar uma importante posição de executivo no ramo das gravadoras musicais. Ele acredita que sua oportunidade de ouro está em reinventar a figura musical de Micky Adams, antes um importante nome no Rock, convencendo o músico de romper o contrato com sua então gravadora.
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Filme bem mediano ... não apreciei muito. Uma trama meio chata.
A indústria mudou muito nos últimos anos e antes que Tik Toks e algoritmos definissem o mais novo sucesso dos próximos cinco minutos, quem decidia isso eram as gravadoras.
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No limiar da revolução Napster, Aquilo que nos Separa nos leva para 1996, onde acompanhamos Charlie Porter, um entregador de cartas do escritório da gravadora Índigo com a missão de convencer uma antiga estrela do rock sem nenhum sucesso recente à rescindir o contrato.
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O músico Mickey Adams é fictício, mas bastante inspirado em Brian Wilson do Beastboys que também ficou recluso depois do sucesso (ainda que por muito menos tempo. Assim, entre mentiras e enganos, o desejo em participar da vida de glamour entra em conflito com algo mais simples e real.
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É um drama de amadurecimento que se desenvolve tanto para o Charlie, como do músico que se reinventam. Foi interessante a forma como inseriram as músicas de Mickey, como um tipo de musical menos intrusivo, com as algumas músicas mais evidente emulando clipes, com as referências a aparecendo no canto da tela.
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Infelizmente o filme dependia de um protagonista melhor, Jackson é fraquinho e esta sempre com uma cara de bobo que não funciona. Por outro lado temos Kelsey Grammer roubando todas as cenas que participa, num trânsito entre emoções com uma deprimente realidade.
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6,5/10
Filme bem interessante, mas chato (embora não canse).
A estória é bem contada, engraçado que a gente chega a pensar que Micky Adams realmente existiu, é muito crível, e pra reforçar isso, Kelsey Grammer canta muito bem.
Concordo com o colega Gus, é mesmo muito previsível, mas também gostei.
Filme chato (embora não canse), mas bem interessante.
Apesar de ser bem previsível, gostei bastante do filme.