Quando alguém te perguntar “o que é Xploitation” esse é O filme que pode ser mostrado como resposta
Ele tem um ritmo surpreendentemente rápido para um filme de 1962 e nunca para de te surpreender com viradas absurdas, incluindo até súbitas mudanças do gênero do filme (!)
E como cereja do bolo é uma produção mexicana e tenho 90% de certeza de que foi assistido por Chespirito e serviu de inspiração para certos elementos do seu roteiro…
Um bom roteiro, enquadrado em uma bela fotografia gótica, noaresca, cheia de nunances e efeitos práticos. Acredito que esse capricho nos leva a acreditar em um comprometimento assíduo com o jeito de se fazer um filme. Para mim tudo funcionou muito bem enquanto exercício cinematográfico, mas o mesmo eu não poderia dizer sobre a execução da narrativa, que apesar de ser feita em cima de uma boa história acaba se perdendo em fórmulas já conhecidas; principalmente para um público já familiarizado com o cinema de horror de Hollywood da era clássica.
Mas volto a ressaltar que temos aqui um excelente plano técnico em todos os sentidos! É uma obra de arte realmente interessante...
Claro que é um bocado estapafúrdio e bem baseado em outros filmes. Mas é bonito, charmoso, se mantém interessante e tem imagens de horror muito boas e marcantes. Bem mais legal e divertido que tudo que vi do Zé do Caixão...
Sei que são poucos votos, mas achei a nota bizarramente alta, e olha que eu gosto de um baixo orçamento obscuro, antigo, e feito fora dos EUA. Enfim, odeiam quando reclamam genericamente aqui nos comentários de um filme ser "sem pé nem cabeça", mas, pela primeira vez, vou ter que utilizar esse termo. O filme não tem pé nem cabeça. A tentativa de retratar ocultismos e bruxas talvez até tenha sido assustadora na época, mas é fraca. O marido é o principal culpado e adúltero, mas é na amante que a vingança é dirigida? Sem sentido, talvez algum machismo, sei lá. E do nada o cara é um cientista louco, algo jogado no meio do filme. Fora que a ambientação em um castelo é legal, mas não consigo enxergar como um cenário orgânico em relação aos personagens ali retratados. E, como apontaram em comentário abaixo, tem semelhanças com Olhos Sem Rosto. Nota: 6.6.
08.ago.25. É...
Fez valer cada centavo da assinatura da Darkflix!
Quando alguém te perguntar “o que é Xploitation” esse é O filme que pode ser mostrado como resposta
Ele tem um ritmo surpreendentemente rápido para um filme de 1962 e nunca para de te surpreender com viradas absurdas, incluindo até súbitas mudanças do gênero do filme (!)
E como cereja do bolo é uma produção mexicana e tenho 90% de certeza de que foi assistido por Chespirito e serviu de inspiração para certos elementos do seu roteiro…
…. Como as “mãos com vontade própria”, a casa da bruxa além da própria personagem da bruxa do 71!
Um bom roteiro, enquadrado em uma bela fotografia gótica, noaresca, cheia de nunances e efeitos práticos. Acredito que esse capricho nos leva a acreditar em um comprometimento assíduo com o jeito de se fazer um filme.
Para mim tudo funcionou muito bem enquanto exercício cinematográfico, mas o mesmo eu não poderia dizer sobre a execução da narrativa, que apesar de ser feita em cima de uma boa história acaba se perdendo em fórmulas já conhecidas; principalmente para um público já familiarizado com o cinema de horror de Hollywood da era clássica.
Mas volto a ressaltar que temos aqui um excelente plano técnico em todos os sentidos! É uma obra de arte realmente interessante...
Claro que é um bocado estapafúrdio e bem baseado em outros filmes. Mas é bonito, charmoso, se mantém interessante e tem imagens de horror muito boas e marcantes. Bem mais legal e divertido que tudo que vi do Zé do Caixão...
Sei que são poucos votos, mas achei a nota bizarramente alta, e olha que eu gosto de um baixo orçamento obscuro, antigo, e feito fora dos EUA.
Enfim, odeiam quando reclamam genericamente aqui nos comentários de um filme ser "sem pé nem cabeça", mas, pela primeira vez, vou ter que utilizar esse termo. O filme não tem pé nem cabeça. A tentativa de retratar ocultismos e bruxas talvez até tenha sido assustadora na época, mas é fraca. O marido é o principal culpado e adúltero, mas é na amante que a vingança é dirigida? Sem sentido, talvez algum machismo, sei lá. E do nada o cara é um cientista louco, algo jogado no meio do filme. Fora que a ambientação em um castelo é legal, mas não consigo enxergar como um cenário orgânico em relação aos personagens ali retratados. E, como apontaram em comentário abaixo, tem semelhanças com Olhos Sem Rosto.
Nota: 6.6.